Preso politico Naama Asfari em isolamento

Segundo informação da familia a direção da prisão El Arjat colocou o preso politico do Grupo de Gdeim Izik, Naama Asfari em isolmento numa celula de dimensões exíguas, conhecida como caixão.

O irmão de Naama Asfari foi impedido hoje de visitar o irmão sob o pretexto da ausência do diretor da prisão.

Khadad Asfari confirmou que Naama está há mais de 36 horas em prisão solitária e apela ao apoio de todos os ativistas de direitos humanos e organizações de solidariedade.

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Novo adiamento do julgamento aos estudantes saharauis em Marraquexe

O julgamento de recurso dos jovens estudantes saharauis presos em Marraquexe, condenados em 22 de junho do ano passado, com sentenças de 3 anos para 11 alunos e 10 anos para 4 deles, foi adiado até o próximo 13 de março.

Este novo adiamento foi feito a pedido da nova equipe de advogados, formada pelos Sahrawis Lili, Buzaid e Ejellali, a fim de preparar a defesa dos acusados.

O grupo de estudantes julgados entrou na sala de tribunal novamente gritando slogans em favor da independência do Sahara Ocidental e demonstrando em diversas ocasiões a sua solidariedade com os prisioneiros do Grupo Gdeim Izik.

Durante a sessão de hoje, Isabel Lourenço, Sébastien Boulay, Pablo Jiménez, Aritz Rodríguez, Sandra Gómez de Garmendia e Amaia Arenal estavam presentes como observadores internacionais.

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Advogadas francesas detidas arbitrariamente em Casablanca e expulsas do território marroquino

COMUNICADO DE IMPRENSA

Nós, Ingrid METTON e Olfa OULED, advogadas da ordem de advogados de Paris, expressamos a nossa mais profunda indignação com a nova infração à nossa profissão e a obstrução do exercício dos direitos de defesa.

Como advogadas da defesa dos prisioneiros saharauis, viajamos a Marrocos para visitar os nossos clientes em seu recurso de cassação após sua condenação pelo Tribunal de Recurso de Rabat em 19 de julho de 2017.

Ontem, segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018, fomos abordadas na descida do nosso avião em Casablanca às 20h40. Nossos passaportes foram confiscados. Fomos detidas sem causa, justificação e sem qualquer notificação até até às 14h do dia seguinte antes de sermos expulsas do território.

Por mais de 18 horas, fomos colocadas sob escolta policial na zona internacional do aeroporto de Casablanca e deixados sem informação.

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