Amnestia Internacional condenda expulsão de avogadas de defesa de presos políticos saharauis

“Duas advogadas francesas expulsas de Marrocos. Elas iam visitar os presos saharauis de Gdeim Izik, condenados em Julho 2017 a pesadas penas de prisão num processo manifestamente injusto” Pode – se ler hoje no Twitter da Amnestia Internacional.

Não só a AI condena a expulsão como classifica publicamente o processo de Gdeim Izik como injusto.

Também a EuroMed Rights organização mediterrânica de direitos humanos condena a expulsão.

O presidente da EuroMed Rights, Michel Tubiana, denuncia este novo ataque ao direito de defesa:

“A repressão da Dra. Metton e da Dra. Ouled é inaceitável, em flagrante contradição com o direito internacional e a convenção que liga as ordens de França e Marrocos.

Os advogados têm o direito de assistir os seus clientes ao longo do processo. Proibir as Dras. Metton e Ouled d entrar em Marrocos equivale a proibi-las de exercer a sua missão de defesa.

A EuroMed Rights apela às autoridades marroquinas a reverter esta decisão”

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Preso politico Naama Asfari em isolamento

Segundo informação da familia a direção da prisão El Arjat colocou o preso politico do Grupo de Gdeim Izik, Naama Asfari em isolmento numa celula de dimensões exíguas, conhecida como caixão.

O irmão de Naama Asfari foi impedido hoje de visitar o irmão sob o pretexto da ausência do diretor da prisão.

Khadad Asfari confirmou que Naama está há mais de 36 horas em prisão solitária e apela ao apoio de todos os ativistas de direitos humanos e organizações de solidariedade.

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Novo adiamento do julgamento aos estudantes saharauis em Marraquexe

O julgamento de recurso dos jovens estudantes saharauis presos em Marraquexe, condenados em 22 de junho do ano passado, com sentenças de 3 anos para 11 alunos e 10 anos para 4 deles, foi adiado até o próximo 13 de março.

Este novo adiamento foi feito a pedido da nova equipe de advogados, formada pelos Sahrawis Lili, Buzaid e Ejellali, a fim de preparar a defesa dos acusados.

O grupo de estudantes julgados entrou na sala de tribunal novamente gritando slogans em favor da independência do Sahara Ocidental e demonstrando em diversas ocasiões a sua solidariedade com os prisioneiros do Grupo Gdeim Izik.

Durante a sessão de hoje, Isabel Lourenço, Sébastien Boulay, Pablo Jiménez, Aritz Rodríguez, Sandra Gómez de Garmendia e Amaia Arenal estavam presentes como observadores internacionais.

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Advogadas francesas detidas arbitrariamente em Casablanca e expulsas do território marroquino

COMUNICADO DE IMPRENSA

Nós, Ingrid METTON e Olfa OULED, advogadas da ordem de advogados de Paris, expressamos a nossa mais profunda indignação com a nova infração à nossa profissão e a obstrução do exercício dos direitos de defesa.

Como advogadas da defesa dos prisioneiros saharauis, viajamos a Marrocos para visitar os nossos clientes em seu recurso de cassação após sua condenação pelo Tribunal de Recurso de Rabat em 19 de julho de 2017.

Ontem, segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018, fomos abordadas na descida do nosso avião em Casablanca às 20h40. Nossos passaportes foram confiscados. Fomos detidas sem causa, justificação e sem qualquer notificação até até às 14h do dia seguinte antes de sermos expulsas do território.

Por mais de 18 horas, fomos colocadas sob escolta policial na zona internacional do aeroporto de Casablanca e deixados sem informação.

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Preso politico Mbarek Daoudi transferido para o hospital

Segundo Informação da família o preso politico Mbarek Daoudi foi transferido de novo para o hospital de Guelmim.

Daoudi que foi vítima de tortura e esteve várias vezes em greve de fome, uma das vez mais de 50 dias, está condenado a 5 anos e sete meses de prisão.

O processo jurídico de Mbarek Daoudi é repleto de atropelos à lei e justiça com várias condenações sucessivas e que não têm em conta o tempo em detenção arbitrária.

O estado de saúde de Daoudi tem vindo a deteriorar-se, devido à negligência médica sistemática a que os presos políticos estão sujeitos.

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UE chama Polisario para negociação de acordo de Pesca

A União Europeia reconheceu o direito da Frente Polisario de participar na renegociação do acordo de pesca da UE com o Marrocos, que colocaria as partes em confronto à mesma mesa pela primeira vez desde 2012, publicou hoje o Africa Confidential.

Segundo este meio de comunicação um alto representante da União Europeia para o Comércio. afirmou que “Devemos aceitar a decisão do Tribunal (Tribunal de Justiça Europeu) e isso significa que a Polisario deve participar nas negociações”.

“Estou convencido de que vamos convencer Marrocos de que a Polisario deve estar na mesa de negociações”, acrescentou.

Entretanto o TSA (jornal online argelino) confirmou que o Serviço Europeu de Ação Externa contatou o representante do Polisario em Bruxelas.

Marrocos procura silenciar esta nova abordagem e o reconhecimento da Frente Polisario como legitimo representante do povo saharaui por parte da União Europeia, publicando noticias em que exige a presença da Argélia na mesa de negociações e não a Frente Polisário.

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A verdadeira vontade do povo saharaui (por Hmad Hammad)

À Comunidade Internacional

Mais uma vez, o povo saharaui é traído, desta vez com a colaboração da União Europeia!

O Estado marroquino, com a cumplicidade do governo francês, está a tentar confundir a opinião pública internacional, num estratagema desavergonhado e baseado em uma grande mentira, orquestrado por Marrocos e França.

Esses dois países, ferozes inimigos da liberdade do povo saharaui, estão a tentar convencer a opinião da comunidade internacional e, em especial, o Tribunal Justica Europeu (que decidiu recentemente que os acordos comerciais entre a União Europeia e o Estado marroquino não podem incluir a Território ocupado do Sahara Ocidental) que a população saharaui aceita ser saqueada e roubada, para vender esta mentira apresentam os colonos marroquinos como saharauis.

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A petrolífera Kosmos Energy abandona Sahara Ocidental

A petrolífera estado unidense Kosmos Energy abandona os projectos de potencial exploração de petróleo no território ocupado do Sahara Ocidental após 17 anos.

O abandono do território pela empresa petrolífera foi publicado a 6 de fevereiro na página web da ONHYM (empresa nacional marroquina de petróleo. Já no inicio do ano a empresa Glencore (Suíça/Reino Unido) encerrou as suas actividades no território ilegalmente ocupado por Marrocos.

Restam assim 3 empresas de petróleo com licenças de exploração ilegalmente emitidas por Marrocos: San Leon Energy (Reino Unido / Irlanda) Onshore, New Age (Jersey) e Teredo Oil (Reino Unido).

Desde o inicio do ano que Marrocos tem tido sérios revezes na exploração ilegal dos recursos naturais do Sahara Ocidental, e espera-se agora a decisão final do Tribunal de Justiça Europeu sobre o acordo de pescas UE/Marrocos que será publicado a 27 de Fevereiro.

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Gdeim Izik – Mohamed Ayoubi em estado de saúde critico

AyoubiMohamed Ayoubi preso politico de Gdeim Izik em liberdade condicional encontra-se num estado muito critico de saúde em El Aaiún.

Ayoubi que foi detido pelas autoridades de ocupação marroquinas durante o desmantelamento de Gdeim Izik a 8 de Novembro de 2010, vitima de violação e torturas físicas e psicológicas durante vários dias tanto na sede da Gendarmaria como na esquadra da Policia em El Aaiún, Sahara Ocidental, foi transferido com vários presos do grupo de Gdeim Izik no dia 11 de Novembro para Salé Rabat no Reino de Marrocos.

Devido à tortura sofrida, teve que se manter numa cadeira de rodas durante o seu tempo de detenção em Salé 2 até ao dia 12 de Janeiro de 2011 quando o transferiram ao hospital Souissi Rabat onde ficou internado até ao dia 28 de Fevereiro 2011.

No regresso à prisão já podia andar mas devido à tortura e à sua condição de diabético e problemas de rins continuou com problemas de saúde graves e sem a assistência médica necessária.

A 31 de Outubro de 2011 todos os presos de Gdeim Izik iniciaram uma greve de fome que durou mais de um mês. No dia 2 de Dezembro de 2011 o Conselho do Direitos Humanos Marroquino negociou com os grevistas a libertação de Mohamed Ayoubi que era uma das principais reivindicações devido ao seu estado de saúde gravíssimo.

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