Jadijethu moitar retida à entrada no Perú

Segundo noticias publicadas por vários meios de comunicação da América Latina a presidenta da UNMS (União de Mulheres Saharauis) e representante diplomática da RASD (República Arábe Saharaui Democrática) foi retida no aeroporto de Perú à entrada no país.

Segundo se pode ler em prensa latina o advogado que interveio o Dr. Xxxxx não teve autorização de falar com a Sra. Moitar e foi informado que possivelmente iria ser impedida de entrar no país tendo que regressar a Madrid.

Até ao momento não existem mais informações confirmadas.

PUSL recorda que a Sra. Moitar se tem deslocado sem problemas a vários países da América Latina na sua capacidade de líder da UNMS e integrando delegações oficiais da RASD.

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FRENTE POLISARIO NA FESTA DO AVANTE 2017

A Frente Polisario participa na 41a primeira edição da Festa do Avante com um stand político e uma delegação politica encabeçada pelo delegado Ahmed Fal.

No sábado dia 2 às 18h00 de Setembro realizar-se-á um acto de solidariedade com o povo saharaui.

A questão dos presos políticos saharauis é o tema central do stand este ano. Muitos são os visitantes da festa que se acercam do stand da Polisario para declarar a sua solidariedade com o povo saharauis e os presos, em especial com o grupo de Gdeim Izik.

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Moçambique condena ação de Marrocos contra delegação da República Saharaui

O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Moçambique condenou hoje, em comunicado, a atuação de uma comitiva de Marrocos contra uma delegação da República Árabe Saharaui Democrática, durante uma conferência em Maputo.

O Governo moçambicano classificou como “deplorável” o comportamento da delegação marroquina, “que revela uma chocante falta de compostura e de respeito”, lê-se no documento.

Em causa, confrontos verbais e físicos entre membros das comitivas dos dois países ocorridos na tarde de quinta-feira durante a abertura da reunião ministerial da Conferência de Tóquio para o Desenvolvimento de África (TICAD, sigla inglesa) no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano.

A República Saharaui reivindica soberania sobre o território do Sahara Ocidental, antiga colónia espanhola que, por sua vez, Marrocos reclama como parte do seu reino.

Como membro da União Africana, cujos membros tiveram assento na reunião de Maputo, a República Saharaui também teve o seu lugar.

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Sahara Ocidental – Mulheres sob ocupação

Por Isabel Lourenço – Activista de Direitos Humanos, Membro da Fundación Sahara Occidental, Colaboradora de www.porunsaharalibre.org –

Após a invasão de Marrocos do território do Sahara Ocidental em 1975, a população saharaui ficou dividida. Uma parte da população (na sua maioria mulheres e crianças) fugiu dos bombardeamentos de Napalm e fósforo branco e construiu campos de refugiados no sul da Argélia, outra parte da população vive na diáspora (Espanha, França e outros países da Europa) e parte ficou no território vivendo sob ocupação. Os territórios ocupados estão isolados por um muro de 2720km altamente militarizado, sendo a área mais minada do mundo per capita. Os territórios ocupados do Sahara Ocidental estão assim completamente sob o controle de Marrocos que transformou esta região numa prisão a céu aberto. O acordo de cessar-fogo de 1991 nunca foi respeitado por Marrocos não se havendo realizado até ao momento o referendo de autodeterminação que foi a base para este acordo. O Sahara Ocidental é a última colónia de África.

Um grande segmento da população feminina saharaui vive sob ocupação no Sahara Ocidental: Embora os Territórios Ocupados não sejam facilmente acessíveis para observadores internacionais, entrevistei dezenas de mulheres saharauis não só no Sahara Ocidental ocupado, mas também em Marrocos, Espanha, Portugal e outros países europeus. Elas estão sujeitas a uma grande variedade de injustiças e violações dos direitos humanos às mãos das forças de segurança marroquinas, e as suas experiências são fonte de informação sobre a dinâmica intra-conflito, bem como do movimento pela mudança, a resistência não violenta e o seu inabalável desejo de viver num Sahara Ocidental livre e independente. Apesar da discriminação generalizada, abuso e marginalização, as mulheres saharauis nos Territórios Ocupados conseguiram manter a sua participação ativa nas esferas da vida pública e privada.

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Presidente da RASD enviou uma carta ao presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha

O Presidente da República Árabe Saharaui Democrática enviou uma carta ao presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O Presidente recordou que os presos políticos devem ser julgados e detidos em território ocupado sob pena de cometer uma grave violação da Quarta Convenção de Genebra. O presidente também reiterou a necessidade de investigar de forma imparcial as torturas a que foram submetidos os prisioneiros.

O Presidente pediu ao CICV a intervir junto das autoridades de ocupação, em primeiro lugar, para acabar com todas as violações e, em segundo lugar, para garantir que eles são tratados de acordo com as normas do direito internacional humanitária, incluindo a Quarta Convenção de Genebra, que visa proteger os civis.

Declaração M.KHADDAD

Do Secretariado Nacional da Frente Polisário

Coordenador da Frente Polisario para a Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental

A Frente Polisário, movimento de libertação nacional do Sahara Ocidental, aderindo à declaração de adesão às Convenções de Genebra foi aceite em 2015 pelo governo Suíço, Estado depositário dos referidos acordos, reafirma o seu firme compromisso para implementar as Convenções Genebra no conflito que opõe Marrocos desde a invasão condenada pela Organização das Nações Unidas (S / RES / 380, 06 de novembro de 1975), o território do Sahara Ocidental.

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Declaração Internacional: Sentenças dos activistas saharauis do grupo Gdeim Izik são ilegais e injustas e mostram o regime de terror da monarquia marroquina

Os abaixo assinados, acadêmicos, ativistas e defensores dos direitos humanos, líderes sociais e políticos, estudantes e jornalistas expressam o seu profundo repúdio e indignação com as sentenças ilegais e injustas dadas a 19 de julho de 2017, pelo Tribunal de Recurso de Rabat, Marrocos , contra 23 activistas sarauís que compõem o chamado Grupo de Gdeim Izik (1), que receberam penas de prisão de entre dois anos e prisão perpétua, após um longo processo cheio de irregularidades e absoluta ausência do devido processo legal.

Os activistas saharauis haviam sido condenados inicialmente pelo tribunal militar de Rabat, em violação das normas e padrões internacionais de direitos humanos, que proíbem que civis sejam julgado num tribunal militar. Na primeira frase, a 17 fevereiro de 2013, o tribunal militar baseou-se em confissões extraídas sob tortura e supostas evidências não estabelecendo ligações directas com os acusado.

Várias organizações regionais e internacionais de direitos humanos, incluindo a Amnistia Internacional, Acção dos Cristãos para a Abolição da Tortura, a Associação Saharaui das Vítimas de Direitos Humanos graves, a Plataforma Interamericana de Direitos Humanos, Democracia e Desenvolvimento e Human Rights Watch denunciaram e questionaram a acusação.

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IBAHRI lembra a Marrocos a obrigação de investigar alegações de tortura de ativistas saharauis encarcerados

Após mais de 20 ativistas saharauis terem sido encarcerados em Marrocos, com afirmações de que as evidências no julgamento foram obtidas so tortura, o Instituto de Direitos Humanos da Associação Internacional de Advogados (IBAHRI) lembra a este país o seu compromisso internacional de investigar incidentes suspeitos onde houve dor intensa Infligida a indivíduos para forçá-los a “confessar” e / ou a implicar outros em atividades ilegais.

O Copresidente do IBAHRI, embaixador (ret.) Hans Corell comentou: “Como Marrocos ratificou a Convenção das Nações Unidas contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Punições Cruéis, Desumanos ou Degradantes em 1993, o IBAHRI lembra às autoridades do país a obrigação de assegurarem a pronta e imparcialidade Investigação sempre que houver motivos razoáveis para acreditar que um ato de tortura foi cometido no seu país. O caso profundamente preocupante dos ativistas saharauis, alguns dos quais enfrentam a prisão perpétua após um julgamento marcado por irregularidades processuais, é certamente um caso em que tal investigação é obrigatória. Como Estado que é parte da Convenção, Marrocos é obrigado a conduzir uma investigação , mesmo sem queixa de uma vítima. A Convenção prevê ainda que qualquer prova obtida através da tortura é inadmissível no tribunal. É evidente que, no caso destes arguidos, Marrocos não cumpriu as suas obrigações.

O comité contra a Torture das Nações Unidas irá visitar Marrocos de 21 a 27 de outubro segundo informação do jornal online lakome2.

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Partido Comunista do Brasil: Condenação de ativistas saarauís desnuda a face cruel da ocupação

A Secretaria de Política e Relações Internacionais do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil divulgou nesta segunda-feira (31) uma nota de repúdio à condenação de militantes saarauís que lutam pela libertação do Saara Ocidental, ocupado há 42 anos pelo Reino do Marrocos. Leia, abaixo, a íntegra da nota.

Partido Comunista do Brasil: Condenação de ativistas saarauís desnuda a face cruel da ocupação

O PCdoB expressa seu mais veemente protesto contra a injusta condenação de 23 presos políticos saarauís, que foram julgados por um tribunal do Reino do Marrocos.

A República Árabe Saarauí Democrática está com a maior parte do seu território ocupada por tropas do Reino do Marrocos há mais de 40 anos. Durante todo este tempo a população saarauí resiste e luta pela independência de sua pátria.

Em 2010 foi organizado o acampamento de Gdiem Izik (conhecido como “acampamento da dignidade”) nas fronteiras da capital ocupada, El Aaiún, onde se concentraram mais de 20.000 saarauís para denunciar a opressão social, política e econômica promovida pelo invasor. O Acampamento da Dignidade foi atacado pelas forças de ocupação marroquina na madrugada de 8 e 9 de novembro de 2010. Centenas de ativistas foram presos. Os detidos, que participavam de um protesto pacífico, foram torturados e sofreram toda sorte de maus-tratos, repetidas vezes denunciados por entidades internacionais.

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Cebrapaz repudia condenação dos prisioneiros saráuis pelo Marrocos e apela à libertação do Saara Ocidental

O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) volta a expressar seu mais firme repúdio às práticas da ocupação marroquina do Saara Ocidental, que novamente levaram à condenação do grupo de ativistas de “Gdeim Izik” a duras sentenças, em um julgamento amplamente denunciado como violador dos direitos dos ativistas, como pena por seu engajamento na luta pela libertação da sua nação.

Há mais de quatro décadas sob ocupação pelo Marrocos e ainda listado pelas Nações Unidas como um território não-autônomo pendente de descolonização, o Saara Ocidental é cenário de gravíssimas violações dos direitos humanos constantemente denunciadas pelos saráuis no seu apelo ao mundo pelo cumprimento da promessa de autodeterminação.

Foi nesta luta que mais de 20 mil saráuis e indivíduos solidários à sua justa causa organizaram o acampamento de protesto pacífico de Gdeim Izik, em 2010, mas que foi brutalmente reprimido e dispersado pelas forças marroquinas. Centenas de pessoas foram detidas, mas 25 delas foram selecionadas para um julgamento falsário por uma Corte Militar, em que vários receberam a pena perpétua, num processo repleto de irregularidades.

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