Hamadi Naciri entra em coma ao 13º dia de greve de fome

No sábado, 30 de Abril, Hamadi Naciri entrou em coma após 13 dias de greve de fome e fui levado às urgências do hospital de Smara.

Hamadi Naciri e Gabal Jouda, iniciaram uma greve de fome aberta em frente ao edifico da administração de Smara contra as represálias arbitrárias que têm sofrido devido à sua condição de activistas saharauis e contra a política de apartheid promovida pelo regime de ocupação marroquino a 17 de Abril passado.

Hamadi Naciri, Presidente da Organização Freedom Sun para a Protecção dos Defensores dos Direitos Humanos Saharauis e a Sra. Gabbal Jouda, membro fundador da mesma organização, reivindicam o respeito pelos seus direitos sociais e económicos que lhes são negados pelo regime de ocupação e apartheid marroquino.

Os dois activistas esperam com esta acção alertar a comunicação social para os problemas diários de sobrevivência da população saharaui, entre os quais o deslocamento forçado para território marroquino através da recolocação laboral e o controle da alimentação.

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Universidade do Porto entrevista activistas saharauis

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Uma equipa do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto realizou no passado dia 14 uma entrevista aos activistas de direitos humanos Saharauis na “Casa dos Heróis” da Fundacion Sahara Occidental em Badajoz.

A equipa liderada pelo Prof. Maciel Santos manteve um encontro com Brahim Sabbar, secretário geral da ASVDH e Degja Lechgar activista de El Aaiun, territórios ocupados do Sahara Ocidental.

Os dois activistas são ex-presos politicos da prisão Kalat Meguna, onde passaram mais de uma década e sofreram torturas horriveis. Esta prisão era um dos centros secretos mais temidos de marrocos.

A realidade actual e a repressão exercida pelas autoridades de ocupação foi outro dos temas abordados, assim como o actual julgamento do grupo de Gdeim Izik.

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Delegação de activistas saharauis recusa entregar identificação à autoridades de ocupação

Na madrugada de dia 16 de fevereiro uma delegação de activistas saharauis que tinham ido assistir ao julgamento dos estudantes saharauis, presos políticos em Marraquexe, foi obrigada a parar num posto de controle à entrada nos territórios ocupados.

Hmad Hamad vice-presidente da Codapso contou ao PUSL que estiveram retidos mais de uma hora antes de poderem entrar no seu país, na entrada de El Aaiun, no posto de controle. As autoridades de ocupação exigiam que lhes fossem entregues os documentos de identificação dos 4 activistas, Hmad Hamad, Abdelaziz Biay, Ahlil Asofi e Brahim Dahlil.

Os activistas recusaram entregar os documentos, não reconhecendo nenhuma autoridade aos policias marroquinos nos territórios ocupados. Quando um dos agentes disse a Hmad que eles tinham que entregar os documentos porque eram marroquinos, o activista respondeu: “Eu não sou Marroquino, sou Saharaui e esta identificação para mim não passa de um documento de viagem! A lei internacional é muito clara, o Sahara Ocidental não é Marrocos, somos um território ocupado!”

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Salek Lbalal Hadda “Batal”, activista saharaui, detido e presente a tribunal pelo ocupante marroquin

Salek Lbalal Hadda "Batal"Fonte: Equipe Media

El activista saharaui de derechos humanos Salek Lbalal Hadda “Batal” fue detenido el viernes pasado en la ciudad de Smara.

O activista saharaui de direitos humanos Salek Lbalal Hadda “Batal” foi detido na sexta-feira na cidade de Smara

Esta manhã foi apresentado perante o Tribunal de Primeira Instância sob a acusação de participação em manifestações e realização de atividades políticas. Estas são as mesmas acusações que foram feitas contra outros membros da Frente Polisario em Smara.

Fontes locais disseram a Equipe Media que as autoridades de ocupação assediam Batal desde 2009 tendo o activista ordens de captura sem ele saber as acusações e foi detido várias vezes. Desde então, tem o seu passaporte com proibição de uso, no entanto Batal explicou que no ano passado, quando renovou o seu bilhete de identidade não foi preso apesar dos supostos mandatos e de na renovação de um cartão de identidade, se as pessoas têm mandatos de captura serem automaticamente detidas. Salek Batal apresentou vários protestos contra os abusos sofridos pelo ocupante marroquino.

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Discriminação, detenção e tortura: o preço de ser um activista saharaui

VICE

Por Eugenio García Delgado / vice.com

Na cidade ocupada de El Aaiun, onde cada bairro habitado principalmente por saharauis é um gueto cercado por pelo menos um par furgonetas azul escuras da policia de intervenção marroquina, não se pode prestar homenagem aquele que foi presidente da República Árabe Saharaui Democrática (RASD) durante os seus primeiros 40 anos de história, Mohamed Abdelaziz.

Abdelaziz morreu de câncer de pulmão e após 40 dias de luto a sua memória não pode receber o adeus reconhecido do seu povo. Marrocos o impediu afirma Hmad Hamad, vice-presidente da Comissão de Defesa do Direito de Autodeterminação do Povo do Sahara Ocidental (CODAPSO): “Não nos deixaram honrar Mohamed Abdelaziz, porque todo mundo deve ficar a saber que nos territórios ocupados não tivemos um único dia de paz desde o cessar-fogo 1991 “.

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Forças de ocupação marroquinas reprimem uma manifestação pacífica de desempregados saharauis

ki_1ElAaiun (territórios ocupados), 16/032016 (SPS)

Forças de ocupação marroquinas, formadas por forças auxiliares e agentes de segurança à paisana dispersaram, ontem, violentamente uma manifestação pacífica organizada pela Coordenadora de Desempregados Saharauis na cidade de El Aaiun (capital do Sahara Ocidental ocupado).

A intervenção das forças de repressão provocou várias vítimas, incluindo Kalzum Tamek, que sofreu de desmaios e perdeu a consciência devido aos espancamentos e também Hamadi Al-Bakari, Mahaju Lahweimad, Mohamed Mouloud Mansur Mohamed Beibat e Zein Al-Abidin Yaya.

A Coordenadora de Desempregados Saharauis “vê com preocupação a crescente repressão contra todas as actividades pacíficas e civis organizados pelos desempregados saharauis e afirmou que continuam a reivindicar os seus legítimos direitos e ao mesmo tempo, a solidariedade com todos os presos políticos saharauis, em especial com os membros do grupo de Gdeim Izik que estão em greve de fome, exigindo das autoridades marroquinas a sua libertação imediata e incondicional “.

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