Alemanha prepara Plano Marshall para África

Por Isabel Lourenço / Jornal Tornado

Nos últimos 12 meses cristalizaram-se e tornaram-se públicos os interesses económicos do Ocidente em África, desta vez pela mão da Alemanha.

Na senda de busca de mais mercados e controle de recursos naturais, mais uma vez África está na Ribalta dos interesses do Ocidente.

Trump disse no início de 2016 que a África devia ser recolonizada para ajudar a civilizá-la, e no final de 2016 a Alemanha anuncia um “Plano Marshall” para “resgatar a África” e reduzir os fluxos de migrantes para a Europa.

Após séculos de colonialismo, este continente foi assolado por guerras civis e conflitos na sua maioria com o apoio dos ex-colonizadores desta ou daquela fracção.

O mergulhar do continente num pântano de corrupção é noticia de primeira de página, por outro lado pouco ou nada se fala das conquistas positivas e dos países que alcançaram estabilidade e desenvolvimento económico e social.

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O filho pródigo Marrocos não pode impor condições à África para voltar para casa

Owei Lakemfa
Owei Lakemfa

Marrocos: Um filho pródigo dita condições
Fonte: The News (jornal da Nigeria) / Por Owei Lakemfa*

Tradução porunsaharalibre.org

África, amada por Deus tem muitos filhos e filhas. Alguns deles do antigo Egito deram ao mundo a civilização moderna. Também deram à Grécia a sua filosofia que se tornou a base do pensamento ocidental e filosofia. No entanto, uma raça diferente da qual os nossos videntes nos haviam avisado, açambarcou e escravizou quase todas as crianças de África. Com dor e em lágrimas, com o nosso suor e sangue lutamos pela liberdade. Isso foi anos antes de toda a humanidade ter concordado que o direito de um povo à autodeterminação não é negociável.

Mesmo na aurora da liberdade, os filhos da África eram como ovelhas sem Pastor enquanto que os antigos senhores de escravos tentar continuar a nossa escravidão, desta vez, de forma indireta. Nessa altura, criamos dois grandes grupos. Alguns encontraram-se em Casablanca, Marrocos, e tornaram-se o Grupo de Casablanca; os outros tornaram-se o Grupo de Monróvia. os líderes visionários de África reuniram-se em Adis Abeba, na Etiópia e no dia 25 de maio de 1963, deu-se origem a um movimento unido dos povos africanos chamado Organização de Unidade Africana. Nós juramos que os africanos nunca mais seriam escravizados e que aqueles que ainda estavam em cativeiro, como a África do Sul, Angola, Moçambique, Namíbia, Zimbabwe, Guiné-Bissau e o Sahara Ocidental deveriam ser livres. Na verdade, apesar dos esforços dos escravizadores, tornaram-se livres. Todas as crianças africanas se tornaram livres, mas nós não tínhamos previsto que um dos nossos filhos proeminentes iria colaborar com os senhores de escravos estrangeiros para privar um de nós da sua liberdade.

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O vice-ministro Saharaui para a África informa o CPS da UA sobre a violação de Marrocos na área da Guergarat

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Addis Abeba, 2016/08/30 (SPS)

O ministro delegado saharaui para os Assuntos Africanos, Mayara Jalil Hamdi, foi recebido hoje, na sede da União Africano, em Addis Abeba, Etiópia, pelo Comissário para a Paz e Segurança da União Africana Embaixador Ismail Shargui para informar sobre a posição sobre a recente escalada na zona de El Guergarat.

Neste contexto, o responsável saharaui disse que “a decisão marroquina de entrar na área de El Guergarat é considerada uma perigosa escalada, cujo impacto pode ameaçar seriamente o cessar fogo vigente na região”, acrescentando que, “informar o Conselho de Paz e Segurança da UA sobre a situação e eventos, como foi feito anteriormente com a ONU e a sua missão no Sahara Ocidental (MINURSO), é uma prova de que a parte saharaui entende a gravidade do passo dado pelo lado marroquino “.

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Presidente do Conselho Nacional saharaui participa na reunião anual dos presidentes dos parlamentos africanos

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Joanesburgo (África do Sul), 2016/08/04 (SPS)

O Presidente do Conselho Nacional saharaui e membro do Secretariado Nacional da Frente Polisario, o Sr. Khatri Aduh participa na reunião anual dos presidentes dos parlamentos e senados a nível do continente africano.

Neste encontro anual Africano, participan presidentes de parlamentos e do Corpo Diplomático acreditado junto da União Africana.

O Encontro Africana iniciou quinta-feira com a presença de Pakalitha Mosisili, primeiro-ministro do Lesoto como convidado de honra, e encerra na sexta-feira.

Esta reunião anual dos presidentes dos parlamentos africanos, realiza-se com o objectivo de avançar nos acordos assinados e ratificar o novo protocolo do Parlamento Africano.

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