Governo Alemão diz não apoiar actividades economicas no Sahara Ocidental

O partido Die Linke endereçou uma pergunta ao Governo Federal Alemão no Bundestag (parlamento alemão) sobre a actidade economica de empresas alemães nos territórios ocupados.

O Secretário de Estado Matthias Machnig respondeu que o Governo Federal informa de forma regular s actores economicos alemães sobre o facto que o estatuto do território do Sahara Ocidental não está determinado e por isso o governo não apoia as atividades econômicas das empresas alemãs no Sahara Ocidental e não garante negócios através de crédito à exportação ou garantias de investimento

Pergunta e resposta abaixo:

Deputada Eva-Maria Elisabeth Schreiber (DIE LINKE.)
Em que medida o Governo Federal (por exemplo sob a forma de créditos à exportação) suporta a Siemens AG na construção de turbinas eólicas no Sahara Ocidental (como é atualmente o caso em Boujador e Aftissat, veja: www.wsrw.org org / a105x4018) e que conclusões tira o Governo Federal sobre o fato de que as empresas alemãs são economicamente ativas no território do Sahara Ocidental, em estreita cooperação com a família real marroquina, mas contra a resistência do saharaui ?

Resposta do Secretário de Estado Matthias Machnig de 18 de dezembro de 2017
Nos seus contactos com os agentes económicos alemães, o Governo Federal assinala regularmente que o estatuto do Sahara Ocidental ao abrigo do direito internacional não foi esclarecido. Por este motivo, o Governo Federal não apoia as atividades econômicas das empresas alemãs no Sahara Ocidental e não garante negócios através de crédito à exportação ou garantias de investimento.

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Alemanha prepara Plano Marshall para África

Por Isabel Lourenço / Jornal Tornado

Nos últimos 12 meses cristalizaram-se e tornaram-se públicos os interesses económicos do Ocidente em África, desta vez pela mão da Alemanha.

Na senda de busca de mais mercados e controle de recursos naturais, mais uma vez África está na Ribalta dos interesses do Ocidente.

Trump disse no início de 2016 que a África devia ser recolonizada para ajudar a civilizá-la, e no final de 2016 a Alemanha anuncia um “Plano Marshall” para “resgatar a África” e reduzir os fluxos de migrantes para a Europa.

Após séculos de colonialismo, este continente foi assolado por guerras civis e conflitos na sua maioria com o apoio dos ex-colonizadores desta ou daquela fracção.

O mergulhar do continente num pântano de corrupção é noticia de primeira de página, por outro lado pouco ou nada se fala das conquistas positivas e dos países que alcançaram estabilidade e desenvolvimento económico e social.

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A Universidade alemã de Leipzig acolhe uma conferência sobre a situação no Sahara Ocidental, com presença de Khadija Hamdi e Nueina Edjil

 Conferencia Universidad de Leipzig

Fonte: Red de información Maizirat/ElAaiun/Territorios ocupados / Foto: Red Maizirat

Edição Tradução EIC Poemario Sahara Libre

A Universidade de Leipzig na Saxônia realizou esta segunda-feira 12 dezembro uma palestra na faculdade de direito sobre os 25 anos de presença da Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental, a MINURSO. A conferência foi patrocinada pela Associação Alemã da Assembleia Geral das Nações Unidas e as regiões de Saxônia-Anhalt e a região de Turing. Esta conferência teve a participação de ativistas sociais proeminentes e professores universitários e um grupo de estudantes que recentemente visitou os acampamentos de refugiados saharauis.

A conferência foi presidida pela Sra Khadija Hamdi, Ministra da Cultura da RASD, e membro do Secretariado Nacional da Frente Polisário que esteve acompanhada pela militante e responsável saharaui, Nueina Edjil. As duas porta vozes informaram os participantes sobre os mais recentes desenvolvimentos da causa saharaui. A ministra da Cultura, disse no seu discurso que a MINURSO no Sahara Ocidental não desempenha o seu papel devidamente desde o acordo de cessar-fogo que foi assinado em 1991 e que previa a realização de um referendo de autodeterminação do povo saharaui.

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Exodus – De onde eu vim não existe mais – 1º Vídeo brasileiro para a RASD TV

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Fonte: Solidariedade Brasil-Rasd

Resistência Saharaui é destaque na 40ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. O filme “Exodus – De onde eu vim não existe mais”, do diretor Hanke Levine, é uma co-produção Brasil-Alemanha e teve seu lançamento mundial na sala CineSesc como parte da Mostra Internacional e conta a história de seis refugiados. O drama de Napuli, Tarcha, Bruno, Dana, Nizar e Lahtow forçados a deixar seus lares e reconstruir a vida fora de seus países. Eles deixam a Síria, Palestina, Togo, Mianmar, Sudão do Sul e Sahara Ocidental e são acompanhados por dois anos pela produção do filme que registra a luta dos seis refugiados. A rotina dos saharauis nos acampamentos em Tindouf, na Argélia, compõe a obra.

A sessão de lançamento contou com grande público que, após a exibição, participou de uma rodada de perguntas com Fernando Sapelli, diretor de produção do filme.

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A realização do referendo no Sahara Ocidental uma exigência do parlamento de Bremen

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31 de março de 2016, porunsaharalibre.org

A urgência  da realização  do referendo de autodeterminação para o Sahara Ocidental esta na agenda internacional, não apenas a União  Africana como também  países da América Latina e alguns paises da Europa instam para que se realize com brevedidade o referendo continuamente obstaculizado por Marrocos desde 1991.

Assim foi o caso dos dois votos aprovados este mês no Parlamento Português e a votação em finais de fevereiro do Parlamento de Bremen, Alemanha. Também em Espanha vários governos regionais hastearam a Bandeira Saharaui em fevereiro em forma de reconhecimento. O parlamento de Bremen foi o primeiro da Alemanha a aprovar a decisão, que anexamos. O  movimento solidário alemão com o povo saharaui está a desenvolver esforços para que os outros parlamentos lhe sigam o exemplo.

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