Dois jovens Estudantes saharauis detidos do grupo de Marraquexe libertados após julgamento

Dois dos estudantes saharauis detidos na prisão de Marraquexe que tinham sido detidos em Junho de 2016 forma libertados com pena cumprida em Outubro passado.

Mustafa Hmaidat, estudante em Agadir saiu em liberdade a 6 de Outubro e Laghdaf Lakan, estudante em Marraquexe a 20 de Outubro.

Os detalhes do caso podem ser consultados no relatório publicado pela nossa colaboradora Isabel Lourenço, membro da Fundación Sahara Occidental (ver aqui).

Lembramos que os restantes estudantes saharauis deste grupo estiveram detidos quase 18 meses, antes de terem sido condenados a 6 de Julho deste anos com 5 penas de 10 anos (Abdelmaoula Elhafidi, Aziz Elwahidi, Elbbar Elkntawi, Mohamed Dada y Mohamed Saakouk) e os restantes 3 anos de prisão.

Os dois estudantes agora libertados não foram condenados nesse julgamento, uma vez que tinham sido detido em data posterior aos seus companheiros.

Este grupo é conhecido pelos “Companheiros de El Ouali”, jovem estudante assassinado pelas autoridades marroquinas.

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Estudantes saharauis condenados a 10 e 3 anos de prisão

Os estudantes saharauis detidos há quase 18 meses, foram ontem condenados tendo 5 penas de 10 anos (Abdelmaoula Elhafidi, Aziz elwahidi, Elbbar elkntawi, Mohamed dada y Mohamed zaakouk) e os restantes 3 anos de prisão.

O seu julgamento foi consecutivamente adiado 12 vezes, até que ontem, dia 6 de Julho, no tribunal de Marraquexe após apenas 8 horas do inicio da sessão lhes foram lidas as sentenças.

Este grupo é conhecido pelos “Companheiros de El Ouali”, jovem estudante assassinado pelas autoridades marroquinas.

Os 17 estudantes (um foi detido e junto ao grupo há poucos meses), eram acusados de provocar a morte premeditada de um civil, destruição de imóveis e incentivar destruição de bens e imóveis.

Os jovens foram detidos após a sua participação em manifestações estudantis saharauis. Até ao momento não foi possível confirmar quais as acusações concretas apresentadas ontem no julgamento, nomeadamente os artículos do código penal que são de extrema importância para apurar qual o enquadramento político da acusação.

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Estudantes saharauis presos vêem o seu julgamento adiado pela 12ª vez

Os estudantes saharauis detidos há quase 18 meses, viram o seu julgamento adiado pela 12ª vez hoje no tribunal de Marraquexe. Este grupo é conhecido pelos “Companheiros de El Ouali”, jovem estudante assassinado pelas autoridades marroquinas.

Os 17 estudantes (um foi detido e junto ao grupo há poucos meses), são acusados de provocar a morte premeditada de um civil, destruição de imóveis e incentivar destruição de bens e imóveis.

Os jovens foram detidos após a sua participação em manifestações estudantis saharauis.

O observador internacional Emílio Garcia, membro da SOGAPS – Galiza e acreditado pela Fundación Sahara Occidental tinha tentado entrar no tribunal de Marraquexe no passado dia 13 de Junho acompanhado de um tradutor, mas foi impedido pelas autoridades marroquinas. O Sr. García após apresentar o passaporte e acreditação necessária foi informado que não lhe era dado entrada no edifício.

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Julgamento de Estudantes saharauis adiado pela 9ª vez

O tribunal de Marraquexe que iniciou a sessão dos estudantes saharauis às 16h00 adiou o julgamento pela 9ª vez, sendo a nova data o dia 9 de Maio.

Na sala apenas foram autorizados os familiares directos com o mesmo apelido.
Os estudantes saharauis detidos de forma arbitrária há mais de um anos e quatro meses sem julgamento, continuam assim em “prisão preventiva”.

O estado de saúde dos estudantes é muito grave devido às torturas e maus tratos e às 6 greves de fome que já realizaram ao longo da sua detenção ilegal.

Os estudantes conhecidos, como grupo El Wali ,reafirmam a sua qualidade de presos políticos, detidos devido às suas actividades sindicais e politicas nas universidades de Agadir e Marraquexe, e classificam a sua detenção arbitrária como uma acção típica de regimes ditatoriais e colonialistas.

A nova data de julgamento coincide com o julgamento de Gdeim Izik.

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Estudantes saharauis em greve de fome totalmente incomunicáveis

Os estudantes saharauis detidos de forma arbitrária há mais de um anos e três meses sem julgamento, que iniciaram a 10 de Abril uma greve de fome de tempo indeterminado foram totalmente isolados pela administração da prisão de Oudaya.

Segundo a última informação das famílias os jovens estão sem visitas, sem poderem ir ao patio e sem contacto com outros presos. O estado de saúde dos estudantes é muito grave devido às torturas e maus tratos e às 5 greve de fome que já realizaram ao longo da sua detenção ilegal.

Esta greve dos estudantes conhecidos como grupo El Wali , é a última forma de protesto que têm disponível. Os 13 grevistas e três que devido ao estado de saúde muito debilitado não participaram greve, viram o seu julgamento novamente adiado no passado dia 28 de Março para 24 de Abril, sendo este o 8º adiamento.

Recordamos que este grupo de presos políticos saharauis já realizou 5 greves de fome exigindo um julgamento justo e o respeito pelas condições básicas e contra as torturas e maus tratos de que têm sido alvo desde a sua detenção arbitrária, tendo uma das greves ultrapassado os 45 dias.

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Estudantes presos políticos saharauis em Greve de Fome

Os estudantes saharauis detidos de forma arbitrária há mais de um anos e três meses sem julgamento, anunciaram hoje dia 10 de Abril o inicio de uma greve de fome de tempo indeterminado. Esta greve é como se pode ler no comunicado dos estudantes conhecidos como grupo El Wali , a última forma de protesto que têm disponível. Os 13 grevistas e três que devido ao estado de saúde muito debilitado não participam na greve, viram o seu julgamento novamente adiado no passado dia 28 de Março, sendo este o 8º adiamento.

O julgamento está agora agendado para 24 de Abril.

Recordamos que este grupo de presos políticos saharauis já realizou 5 greves de fome exigindo um julgamento justo e o respeito pelas condições básicas e contra as torturas e maus tratos de que têm sido alvo desde a sua detenção arbitrária, tendo uma das greves ultrapassado os 45 dias

Os estudantes reafirmam a sua qualidade de presos políticos, detidos devido às suas actividades sindicais e politicas nas universidades de Agadir e Marraquexe, e classificam a sua detenção arbitrária como uma acção típica de regimes ditatoriais e colonialistas.

Este grupo esgotou todas as possibilidades e tentativas de dialogo com a administração da prisão de Oudaya, onde se encontram, tendo que recorrer à greve de fome para poderem reivindicar os seus direitos básicos enquanto prisioneiros políticos.

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Julgamento de estudantes saharauis adiado pela sétima vez

O julgamento dos estudantes saharauis detidos em Oudaya, Marraquexe, foi adiado pela setima vez esta terça-feira, dia 14 de Fevereiro de 2017.

A nova data anunciada é dia 28 de Março.

Segundo informação de activistas e familiares os estudantes foram torturados antes da sessão de tribunal de hoje, apresentando feridas graves.

Os estudantes encontram-se assim detidos há de um ano sem julgamento, uma clara violacão da lei marroquina.

Recordamos que este grupo de 14 presos politicos já realizou várias greves de fome exigindo um julgamento justo e o respeito pela condições básicas e contra as torturas e maus tratos de que têm sido alvo desde a sua detenção arbitrária.

O tribunal tinha um forte aparato policial e membros dos serviço secretos marroquinos (DST).

Vários activistas vindos dos territórios ocupados e dezenas de estudantes foram para Marraquexe apoiar os estudantes.

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Estudante preso político saharaui em isolamento após denunciar tortura

Abedmoula Elhafidi um dos estudantes saharauis preso político em Oudaya, Marraquexe foi posto em isolamento no passado dia 6 de Janeiro, após ter denunciado os funcionários e as torturas a que foi submetido.

Como represália contra a sua denúncia foi condenado a 20 dias de isolamento absoluto.

Abedmoula entrou em greve de fome na sexta-feira e os seus companheiros realizam um jejum solidário de 24h a partir de amanhã de manhã.

Recordamos que estes jovens estão detidos há um ano à espera de julgamento, tendo sido repetidas vezes torturados e tendo estados várias vezes em greve de fome prolongada em protesto contra os maus tratos e o adiamento continuo do seu julgamento.

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Julgamento de estudantes saharauis adiado pela sexta vez

O julgamento dos estudantes saharauis detidos em Oudaya, Marraquexe, foi adiado pela sexta vez esta quinta-feira, dia 5 de Janeiro de 2017.

A nova data anunciada é dia 14 de Fevereiro.

Os estudantes encontram-se assim detidos na sua maioria há um ano sem julgamento.

Recordamos que este grupo de 14 presos politicos já realizou várias greves de fome exigindo um.julgamento justo e o respeito pela condições básicas e contra as torturas e maus tratos de que têm sido alvo desde a sua detenção arbitrária.

O tribunal estava repleto de policias e membros dos serviço secretos marroquinos (DST), e com um forte dispositivo de vehiculos também no exterior.

Os estudantes prisioneiros políticos, entraram na sala gritando “não há alternativa, não há alternativa senão a auto-determinação”.

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