Naama Asfari em isolamento anuncia greve de fome ilimitada

Comunicado de imprensa

“Melhor morrer por dignidade do que viver sem ela”

– Após uma semana de prisão solitária e uma greve de advertência em 12 e 13 de fevereiro de 2018, greve para a qual a administração da prisão se recusou a me dar um recibo de declaração de greve,

– Após a reação irresponsável do diretor da instituição penitenciária transferindo-me para uma cela de isolamento e me privando de todos os direitos fundamentais, com argumentos falsos e absurdos que mostram a pressão e a chantagem exercidas contra mim desde o primeiro dia pelo diretor desta prisão,

– E devido à persistência dessa chantagem e da falta de resposta da Administração Central sobre o meu primeiro pedido a ser transferido para uma das cidades do Sahara Ocidental e abrir um diálogo sério sobre minhas reivindicações legítimas:

Anuncio que irei iniciar uma greve de fome ilimitada a partir de 27 de fevereiro de 2018.

A greve terá lugar depois de ter tentado, por todos os meios, aliviar o sofrimento dos meus irmãos do grupo de Gdeim Izik que foram separados e dispersos há mais de 6 meses, agora em várias prisões, após as sentenças injustas que nos foram impostas devido simplesmente por sermos ativistas da liberdade e da autodeterminação do povo saharaui.

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Gdeim Izik – Mohamed Ayoubi faleceu

Mohamed Ayoubi preso politico de Gdeim Izik em liberdade condicional faleceu hoje em El Aaiún, a primeira vitima mortal deste grupo de heróis nacionais saharauis, injustamente condenados pelo regime ocupante a penas de 20 anos a perpetua. Marrocos é responsável por mais esta morte num longo historial de assassinatos, torturas, desaparecimentos forçados, bombardeamentos, o lento genocídio do povo saharaui só terá fim no dia em que Marrocos saia dos territórios ocupados e a comunidade internacional assuma a sua responsablilidade.

Ayoubi que foi detido pelas autoridades de ocupação marroquinas durante o desmantelamento de Gdeim Izik a 8 de Novembro de 2010, vitima de violação e torturas físicas e psicológicas durante vários dias tanto na sede da Gendarmaria como na esquadra da Policia em El Aaiún, Sahara Ocidental, foi transferido com vários presos do grupo de Gdeim Izik no dia 11 de Novembro para Salé Rabat no Reino de Marrocos.

Devido à tortura sofrida, teve que se manter numa cadeira de rodas durante o seu tempo de detenção em Salé 2 até ao dia 12 de Janeiro de 2011 quando o transferiram ao hospital Souissi Rabat onde ficou internado até ao dia 28 de Fevereiro 2011.

No regresso à prisão já podia andar mas devido à tortura e à sua condição de diabético e problemas de rins continuou com problemas de saúde graves e sem a assistência médica necessária.

A 31 de Outubro de 2011 todos os presos de Gdeim Izik iniciaram uma greve de fome que durou mais de um mês. No dia 2 de Dezembro de 2011 o Conselho do Direitos Humanos Marroquino negociou com os grevistas a libertação de Mohamed Ayoubi que era uma das principais reivindicações devido ao seu estado de saúde gravíssimo.

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Preso politico Naama Asfari em isolamento

Segundo informação da familia a direção da prisão El Arjat colocou o preso politico do Grupo de Gdeim Izik, Naama Asfari em isolmento numa celula de dimensões exíguas, conhecida como caixão.

O irmão de Naama Asfari foi impedido hoje de visitar o irmão sob o pretexto da ausência do diretor da prisão.

Khadad Asfari confirmou que Naama está há mais de 36 horas em prisão solitária e apela ao apoio de todos os ativistas de direitos humanos e organizações de solidariedade.

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Gdeim Izik – Mohamed Ayoubi em estado de saúde critico

AyoubiMohamed Ayoubi preso politico de Gdeim Izik em liberdade condicional encontra-se num estado muito critico de saúde em El Aaiún.

Ayoubi que foi detido pelas autoridades de ocupação marroquinas durante o desmantelamento de Gdeim Izik a 8 de Novembro de 2010, vitima de violação e torturas físicas e psicológicas durante vários dias tanto na sede da Gendarmaria como na esquadra da Policia em El Aaiún, Sahara Ocidental, foi transferido com vários presos do grupo de Gdeim Izik no dia 11 de Novembro para Salé Rabat no Reino de Marrocos.

Devido à tortura sofrida, teve que se manter numa cadeira de rodas durante o seu tempo de detenção em Salé 2 até ao dia 12 de Janeiro de 2011 quando o transferiram ao hospital Souissi Rabat onde ficou internado até ao dia 28 de Fevereiro 2011.

No regresso à prisão já podia andar mas devido à tortura e à sua condição de diabético e problemas de rins continuou com problemas de saúde graves e sem a assistência médica necessária.

A 31 de Outubro de 2011 todos os presos de Gdeim Izik iniciaram uma greve de fome que durou mais de um mês. No dia 2 de Dezembro de 2011 o Conselho do Direitos Humanos Marroquino negociou com os grevistas a libertação de Mohamed Ayoubi que era uma das principais reivindicações devido ao seu estado de saúde gravíssimo.

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O prisioneiro político saharaui Mohamed Ayoubi sofre a amputação de dois dedos

Mohamed Elayoubi encontra-se num centro de hemodiálise em El Aaiún após a cirurgia e o corte de dois dedos do pé direito.

Ayoubi é diabético e tem hepatite B, vive sozinho sem qualquer companheiro que possa lhe dar ajuda nas suas deslocações ao hospital.

Mohamed Ayoubi, membro do grupo de Gdeim Izik, condenado a 20 anos está em liberdade condicional desde 2013

Durante a sua detenção arbitrária foi vitima de violação e tortura.

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Marrocos impede visita familiar a preso politico saharaui

Mohamed Ali Haddi foi impedido de visitar o seu irmão Mohamed Lamin Haddi, preso politico do grupo de Gdeim Izik com a justificação que o director da prisão de Tiflet 2 está de férias.

Os visitantes dos presos marroquinos não foram impedidos de visitar os familiares apesar das “férias” do director.

A prisão de Tiflet 2 está a 1227km de distancia de El Aaiún no territórios ocupados, cidade onde reside a familia.

Mohamed Lamin Haddi esteve em greve de fome prolongada após a dispersão do grupo de Gdeim Izik em setembro passado por 7 prisões no reino de Marrocos.

Em Dezembro a administração das Penitenciárias prometeu que Haddi iria ser transferido para junto de outros membros do grupo de Gdeim Izik para uma prisão onde pudesse prosseguir os seus estudos, passados mais de um mês a promessa não foi comprida.

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Khadda e Haddi prisioneiros políticos saharauis em protesto 48h

Os prisioneiros políticos saharauis do grupo Gdeim Izik, Mohamed Lamin Haddi e El Bashir Khadda, detidos na prisão de Tiflet, começaram hoje uma greve de fome de 48 horas em protesto contra o atraso da administração prisional local cumprir a promessa de transferi-los para outra prisão e assegurar o seu direito a estudar.

Passou mais de um mês depois que Haddi e Khadda suspenderam a sua greve de fome aberta entre novembro e dezembro do ano passado, após o compromisso da Administração Geral das Prisões de atender todas as suas justas reivindicações , baseadas principalmente no direito de estudar e melhorar as suas condições de detenção. A administração local da prisão adotou uma política de procrastinação, indiferença e incumprimento das suas obrigações em relação às reivindicações dos prisioneiros políticos saharauis, de acordo com informações obtidas pelo Comitê das Famílias dos Detenidos.

Os dois presos políticos saharauis decidiram fazer uma greve de fome de 48h em protesto contra a falta de cumprimento dos compromissos assumidos pela administração da prisão de Tiflet.

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O preso politico saharaui Abdel Jalil Laaroussi termina greve de fome

Abdel Jalil Laaroussi, preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik termina hoje uma greve de fome de dez dias na prisão de Okasha, Casablanca.

A reivindicação de Laaroussi é a transferência para outra prisão.

Abdel Jalil Laaroussi é o único membro do grupo de Gdeim Izik na prisão de Casablanca e está em isolamento absoluto desde 16 de Setembro.

Apesar de ter problemas de saúde graves resultado das torturas extremas a que foi submetido, continua a ser vitima de negligencia médica, sofrendo de perdidas de sangue diarias há anos e tensão arterial extremamente elevada.

No próximo dia 15 de Janeiro terá exames da Universidade mas todos os seus livros foram confiscados de forma a impedir que possa estudar.

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O preso politico saharaui Mohamed Mbarek Lefkir vitima de tortura

O preso politico saharaui Mohamed Mbarek Lefkir do grupo de Gdeim Izik foi sujeito a tortura fisica e psicologica na passada segunda feira, dia 25 de Dezembro, pelos guardas da prisão de Ait Melloul onde se encontra detido desde o passado dia 16 de Setembro.

Lefkir deveria realizar um exame universitário no dia 25 de Dezembro, os guardas que o escoltaram até a uma sala da prisão onde deveria fazer a prova disseram-lhe que se deveria despir e ficar nú para ser autorizado a fazer o teste.

Ao negar-se, o preso politico saharaui foi brutalmente espancado, com fortes golpes na cabeça até perder os sentidos. Os guardas arrancaram-lhe toda a ropa e disseram-lhe que ele era POLISARIO e portanto nunca o iam deixar aprovar um exame ou estudar.

Lefkir que faz parte do grupo conhecido como Gdeim Izik foi sequestrado e vitima de detenção arbitrária em 2010, foi condenado a 25 anos num tribunal militar em 2013 e após a anulação dessa sentença novamente condenado com a mesma sentença este ano.

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