Direitos Humanos são propriedade do Estado Marroquino

Por Isabel Lourenço / Jornal Tornado

No passado dia 5 de Abril o rei de Marrocos anunciou o novo governo. Uma das novidades é a reactivação do Ministério dos Direitos Humanos que tinha sido extinto em 2002.

O circulo de controle absoluto do Rei de Marrocos fica assim concluído, uma campanha de décadas de erradicação de qualquer tipo de denúncia das gravíssimas violações de direitos humanos por parte de entidades independentes ou organismos internacionais, foi alcançado.

Na última década foram criadas uma série de entidades de direitos humanos estaduais e governamentais que incluem a Delegação Interministerial para os Direitos Humanos, o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e um Mediador de direitos humanos.

Marrocos criou assim um Marketing em torno de um “Reino desenvolvido e com atenção aos direitos humanos” e conseguiu financiamento de somas obscenas da União Europeia e o silêncio do ACDH (Alto Comissariado para os Direitos Humanos) da ONU.

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A restauração das relações entre Marrocos e Cuba: novo testemunho do fracasso da política marroquina (Omar Mansur)

Chahid El Hafed, 2017/04/22 (SPS)

O ministro saharaui para a América Latina e o Caribe, Omar Mansur disse hoje que “a restauração das relações entre o Reino de Marrocos e Cuba é mais uma prova do fracasso da política de boicote realizada pela monarquia com todos os países que reconheceram a República Árabe Saharaui Democrática “.

Omar Mansur disse que a nova estratégia de Marrocos para conviver com a República Saharaui na União Africana, na Argélia, Etiópia, Nigéria, Quênia, África do Sul, Angola, México, Panamá e outros muitos países e agora Cuba é um sinal de força e consolidação reconhecimento Estado saharaui internacionalmente.

No mesmo contexto, Mansur salientou que “este restabelecimento de relações é uma confissão do fracasso da política de chantagem e extorsão realizada pelo país colonialista contra mais de 80 nações que reconheceram e estabeleceram relações com o nosso país.”

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Hilale, embaixador de Marrocos insulta representante da Venezuela na ONU

Durante uma discussão na sede das Nações Unidas sobre o financiamento dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentáveis ​​(ODS) , esta terça-feira, 18 de abril, o representante de Marrocos junto das Nações Unidas, e seu colega venezuelano, tiveram duros confrontos. , de acordo com vários mídia.

No seu discurso, o embaixador da Venezuela solicitou que a realização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentáveis considera os territórios ocupados, como Palestina e Sahara Ocidental. Esta afirmação do diplomata venezuelano irritou Omar Hilale, Embaixador do Reino de Marrocos nas Nações Unidas que insultou o seu homologo e perguntou se este não se teria equivocado e enganado na reunião ou agenda ao referir-se ao Sahara marroquino como Sahara Ocidental”, escreveu o MAP agência oficial marroquina.

O representante de Mohamed VI não parou por aí, dizendo que a Venezuela é a “última ditadura na América Latina.” Pior Omar Hilale “ridicularizado” a atual situação social deletério na Venezuela, devido à crise económica neste país, fazendo um paralelo entre os marroquinos que segundo ele não passam fome.

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Marrocos brinca ao Cavalo de Tróia com a AU?

Por Shannon Ebrahim* – www.iol.co.za (Traducción porunsaharalibre.org)

Marrocos poderia revelar-se um cavalo de Tróia dentro da barriga da UA, servindo para minar a unidade dentro do organismo continental, escreve Shannon Ebrahim.

Esta semana, Marrocos conseguiu o apoio de dois terços dos Estados membros da UA para a re-admissão ao organismo continental. Marrocos poderia, no entanto, provar ser um cavalo de Tróia dentro da barriga da UA, servindo para minar a luta pela autodeterminação do Sahara Ocidental, bem como minar a unidade dentro do próprio organise continental.

Somente os países da África Austral reconheceram os perigos e as contradições que a inclusão de Marrocos na União Africana representou para o continente, votando contra ela.

A maioria dos países que se opuseram à inclusão de Marrocos são liderados por antigos movimentos de libertação que confiaram na solidariedade da OUA na sua luta pela liberdade.

Compreendendo perfeitamente as consequências da inclusão de Marrocos, o ANC, o SACP e até mesmo o EFF rejeitaram firmemente a decisão da UA de re-admitir Marrocos, perguntando como Marrocos se poderia tornar membro quando o povo do Sahara Ocidental continua a sofrer sob a ocupação injusta de Marrocos.

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Marrocos, Arábia Saudita e Emirados Árabes abandonam a IV Cimeira Afro-Árabe

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As delegações de Marrocos, Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos retiraram-se hoje 4ª Cimeira Afro-Árabe, em Malabo, Guiné-Equatorial.

Segundo noticias publicadas em vários meios de comunicação social africanos, as três delegações afirmaram que se retiravam devido à “insistência da União Africana em aceitar uma delegação do Sahara Ocidental na cimeira”.

Na segunda-feira, numa reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros Árabes e Africanos realizada na capital da Guiné Equatorial, Malabo, para preparar a quarta cimeira árabe-africana, Anis Birrou, ministro marroquino dos Marroquinos que vivem no estrangeiro e dos Assuntos Migratórios, opôs-se à presença de uma delegação da “República Árabe Saharaui Democrática”.

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Ministra marroquina cancela reunião à última hora com responsável da ONU

mbarka-bouaidaFuente: noticias.terra.es

A Ministra Delegada das Relações Exteriores de Marrocos, Mbarka Buaida, que tinha agendado para hoje, reunir com o chefe das operações de manutenção da paz da ONU, Herve Ladsous, dependente da Secretaria-Geral, cancelou a sua reunião no último momento.

No entanto, “não há crise na Secretaria-Geral”, disseram à Agência Efe fontes diplomáticas marroquinas, referindo-se a recentes confrontos entre o seu país e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, por causa do Sahara Ocidental, que incluiu uma enorme manifestação contra Ban nas ruas de Rabat, em março passado.

De acordo com a fonte, o cancelamento da visita deeve-se ao facto que a ministra está no cargo após as eleições de 7 de Outubro, e como tal “não tem direito a receber personalidades estrangeiras”, uma medida que entrou em vigor hoje mesmo.

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Marrocos acusa Israel, esquecendo os mesmo crimes que comete no Sahara Ocidental

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22 de setembro de 2016, porunsaharalibre.org

No discurso de meia hora Salaheddine Mezouar, Ministro de Negócios Estrangeiros de Marrocos referiu a contribuição de Marrocos para as Missões de Paz das Nações Unidas, o processo do Sahara Ocidental citando o discurso do Rei e acusou Israel de vários crimes no processo da Palestina, crimes esses que são exactamente o que Marrocos pratica no Sahara Ocidental. Referiu ainda que Marrocos é o país que dá valor aos direito humanos realizando um sem número de iniciativas e workshops para sensibilizar e alcançar o desenvolvimento nesse domínio.

Foi clara a mensagem dirigida ao Conselho de Segurança quando Mezouar listou as contribuições de Marrocos para as várias missões de paz da ONU, sem nunca referir a expulsão por parte de Marrocos dos funcionários da MINURSO, mas realçando a quantidade de elementos marroquinos que contribuem para outras missões de paz, deixando uma ameaça velada das consequências possíveis caso Marrocos deixe de contribuir.

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A situação tensa em Guergarat

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Por Omar Slama, 29 de agosto de 2016 / porunsaharalibre.org

Os desenvolvimentos na área de Guergarat (extremo sul do Sahara Ocidental) deixa a nú a capacidade da MINURSO para cumprir os seus objectivos: o referendo de autodeterminação, e o principal; o cumprimento do cessar-fogo. A primeira denuncia da Frente Polisario da violação do cessar-fogo por Marrocos já criticava três aspectos mais controversos: Minava o acordo militar No. 1 acordada entre as partes que regula o processo do cessar-fogo, proibindo qualquer acção militar ou criação de instalações na zona tampão (que se estende ao longo de cinco quilómetros do muro marroquino da vergonha), também dá a Marrocos a possibilidade de anexação de uma área fora do cinto e cria uma situação grave de tensão numa área sensível e impede o pleno funcionamento na fronteira mauritana- sahara.

Após esta primeira queixa formal da Frente Polisario nas Nações Unidas, por escrito, o secretário de segurança do Estado, Brahim Ahmed Mahmoud, pediu consultas, ao chefe da MINURSO )Missão das Nações Unidas para um Referendo no Sahara Ocidental) em Tindouf, Dr. Yussef Djedyan, para transmitir o seu forte protesto contra a flagrante violação marroquina ao acordo de cessar-fogo assinado em 1991 entre as partes em conflito.

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Comunicado da Delegação da Frente Polisario em Portugal

frente polisarioDelegaçao da Frente Polisario em Portugal
29 de de agosto de el año 2016

Violação de cessar fogo por parte de Marrocos e escalada de tensão na zona do Sahara Ocidental

Dia 28 de Agosto parte do contingente militar da República Árabe Saharaui Democrática deslocou-se para a zona de Guergarat onde se encontram centenas de militares e civis marroquinos numa clara violação do acordo de cessar-fogo desde o passado dia 11 de Agosto, sem qualquer impedimento por parte da Missão da ONU para o Sahara Ocidental.

A 29 de Agosto o Conselho de Ministros Saharaui responsabilizou as Nações Unidas e o Conselho de Segurança da violação marroquina sem precedentes do cessar-fogo, convidando-os a tomar imediatamente as medidas necessárias para acabar com as práticas desta violação.

O Conselho de Ministros exigiu a retirada de todo o arsenal e militares e elementos civis marroquinos da zona de separação de Guergarat, a sul da República Saharaui, alertando que qualquer inação ou passividade, seria considerado um sinal de luz verde às autoridades de ocupação marroquina para prosseguirem a sua política de intransigência, escárnio e agressão que ameaçam seriamente a paz e a segurança na região “.

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