O preso politico Mohamed Yazza em situação de saúde critica

O preso politico saharaui Mohamed El Hafed Yazza enviou uma carta aberta à Adiministração Geral das Penitenciárias de Marrocos exigindo uma cela individual devido ao seu estado de saúde.

O preso politico saharaui, que cumpre uma pena de 15 anos, encontra-se detido na prisão de Taroudant numa cela superlotada com presos de delito comun.

As celas superlotadas das prisões marroquinas não cumprem nenhum dos requisitos do estandarte mínimo das Nações Unidas, não têm arejamento, os presos fumam e as paredes escorrem água.

A violência é diária e o controle de cada cela está a cargo de um “chefe” que tem o apoio dos guardas. El Hamed Yazza sofre de asma, e outros problemas de saúde graves, resultantes de torturas e maus tratos que foi sujeito e às várias greves de fome que realizou desde a sua detenção em 2008.

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Estudantes saharauis em greve de fome totalmente incomunicáveis

Os estudantes saharauis detidos de forma arbitrária há mais de um anos e três meses sem julgamento, que iniciaram a 10 de Abril uma greve de fome de tempo indeterminado foram totalmente isolados pela administração da prisão de Oudaya.

Segundo a última informação das famílias os jovens estão sem visitas, sem poderem ir ao patio e sem contacto com outros presos. O estado de saúde dos estudantes é muito grave devido às torturas e maus tratos e às 5 greve de fome que já realizaram ao longo da sua detenção ilegal.

Esta greve dos estudantes conhecidos como grupo El Wali , é a última forma de protesto que têm disponível. Os 13 grevistas e três que devido ao estado de saúde muito debilitado não participaram greve, viram o seu julgamento novamente adiado no passado dia 28 de Março para 24 de Abril, sendo este o 8º adiamento.

Recordamos que este grupo de presos políticos saharauis já realizou 5 greves de fome exigindo um julgamento justo e o respeito pelas condições básicas e contra as torturas e maus tratos de que têm sido alvo desde a sua detenção arbitrária, tendo uma das greves ultrapassado os 45 dias.

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Manifestação em El Aaiun pela libertação de presos de Gdeim Izik brutalmente reprimida

Na tarde de sábado, 15 de Abril, dezenas de activistas saharauis revindicaram a libertação dos presos politicos saharauis do Grupo de Gdeim Izik.

Segundo informação de Aicha Babeit do órgão intifadamay as autoridades marroquinas investiram de forma brutal contra os manifestantes provocando inúmeros feridos graves que tiveram que ser transportados para o hospital.

Entre os feridos estão os activistas:
Mariam Bourheimi, Fatimetu Darhuar, Ghalia Jimmi, Barkadina Baali, Mahfouda Lefkir, Ali Douhihi, Aziza Ndour, Arrahaad Lamash, Mohamed Dadach, Ahmed Dafa, Hadtum Zaraginat, Lehbib Sahlhe, Fatma Ragkaoui, Ebeba Sidamou y El Houcein Moujahid

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Manifestação pela libertação dos presos politicos saharauis em Nancy, França

A diáspora saharaui de Nancy, França organizou uma manifestação em coordinação associações que apoiam o povo Saharaui pela libertação dos presos politicos saharauise em particular com o grupo Gdeim Izik na sexta-feira dia 13 de Abril.

A manifestação começou com uma concentração na praça central da cidade francesa e continou com uma marcha até à sede do governador onde os manifestantes entregaram uma carta pela libertação de todos os presos saharauis.

Durante a concentração e a marcha pela cidade que durou mais de uma hora, os activistas contactaram com a população local informando sobre a situação dos presos politicos e denunciando a detenção de activistas saharauis.

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Estudantes presos políticos saharauis em Greve de Fome

Os estudantes saharauis detidos de forma arbitrária há mais de um anos e três meses sem julgamento, anunciaram hoje dia 10 de Abril o inicio de uma greve de fome de tempo indeterminado. Esta greve é como se pode ler no comunicado dos estudantes conhecidos como grupo El Wali , a última forma de protesto que têm disponível. Os 13 grevistas e três que devido ao estado de saúde muito debilitado não participam na greve, viram o seu julgamento novamente adiado no passado dia 28 de Março, sendo este o 8º adiamento.

O julgamento está agora agendado para 24 de Abril.

Recordamos que este grupo de presos políticos saharauis já realizou 5 greves de fome exigindo um julgamento justo e o respeito pelas condições básicas e contra as torturas e maus tratos de que têm sido alvo desde a sua detenção arbitrária, tendo uma das greves ultrapassado os 45 dias

Os estudantes reafirmam a sua qualidade de presos políticos, detidos devido às suas actividades sindicais e politicas nas universidades de Agadir e Marraquexe, e classificam a sua detenção arbitrária como uma acção típica de regimes ditatoriais e colonialistas.

Este grupo esgotou todas as possibilidades e tentativas de dialogo com a administração da prisão de Oudaya, onde se encontram, tendo que recorrer à greve de fome para poderem reivindicar os seus direitos básicos enquanto prisioneiros políticos.

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O Presidente da RASD pede a Antonio Guterres uma intervenção imediata para a libertação incondicional dos presos políticos saharauis

Bir Lahlou, 13/03/2017 (SPS)

O Presidente da República, e secretário-geral da Frente Polisario, Brahim Ghali solicitou ao Secretário-Geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, “intervir imediatamente para garantir a libertação imediata e incondicional dos prisioneiros do grupo de Gdeim Izik e todos os presos políticos saharauis nas prisões marroquinas ”

Numa carta enviada no domingo, um dia antes da apresentação dos presos políticos saharauis em Gdeim Izik perante um tribunal marroquino, o Presidente chamou a atenção do Secretário-Geral da ONU sobre o novo julgamento ilegal a que os prisioneiros serão submetidos, hoje 13 de março de 2017, após uma série de adiamentos e atrasos desde que um tribunal militar marroquino injustamente condenou 24 saharauis presos políticos com penas que variam de 20 anos a prisão perpétua, após protestos pacíficos organizados por dezenas de milhares de cidadãos saharauis no acampamento Gdeim Izik em outubro de 2010.

O Presidente observou que, desde 26 de dezembro do ano passado, o julgamento ilegal foi adiada duas vezes, por “razões pouco convincentes” como uma forma de tortura psicológica para além das piores formas de tortura física e ausência de direitos básicos como foi denunciado por várias organizações internacionais.

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Acção de protesto pela libertação de presos politicos saharauis em Lisboa

Um grupo de cidadãos Portugueses solidários com os presos saharauis realizou, esta quinta-feira em Lisboa, uma acção de sensibilização, protesto e denúncia sobre a situação dos presos saharauis nas prisões marroquinas e denunciando os julgamentos ilegais e as duras e injustas sentencas impostas.

Francisco Raposo, um dos organizadores diz que com esta iniciativa, o grupo de cidadãos solidários com os presos de Gdeim Izik quer alertar a população e os media sobre os crimes cometidos por Marrocos contra estes activistas de direitos humanos e o povo do Sahara Ocidental e exige a liberdade para o grupo de Gdeim Izik e a prestação de cuidados médicos a estes presos assim como a libertação de todos os presos políticos saharauis e o reconhecimento do direito à autodeterminação e independência do Sahara Ocidental.

A acção decorreu numa das Ruas mais emblematicas de Lisboa, o grupo vestia T-shirts com marcas de sangue e fotos dos presos com descrição das torturas a que foram sujeitos.

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Julgamento de estudantes saharauis adiado pela sétima vez

O julgamento dos estudantes saharauis detidos em Oudaya, Marraquexe, foi adiado pela setima vez esta terça-feira, dia 14 de Fevereiro de 2017.

A nova data anunciada é dia 28 de Março.

Segundo informação de activistas e familiares os estudantes foram torturados antes da sessão de tribunal de hoje, apresentando feridas graves.

Os estudantes encontram-se assim detidos há de um ano sem julgamento, uma clara violacão da lei marroquina.

Recordamos que este grupo de 14 presos politicos já realizou várias greves de fome exigindo um julgamento justo e o respeito pela condições básicas e contra as torturas e maus tratos de que têm sido alvo desde a sua detenção arbitrária.

O tribunal tinha um forte aparato policial e membros dos serviço secretos marroquinos (DST).

Vários activistas vindos dos territórios ocupados e dezenas de estudantes foram para Marraquexe apoiar os estudantes.

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Mbarek Daoudi hospitalizado de urgência

O preso politico saharaui Mbarek Daoudi foi transferido hoje da prisão de Bouzakarn para o hospital regional.

Daoudi foi transferido para o hospital após sofrer desmaios repetidos provocados pela tensão arterial elevada e também se queixou de uma fractura a nivel das costelas e caixa torácica.

Mbarek Daoudi foi condenado a seis anos de prisão e tem sido transferido amiúde de estabelecimento prisional, sendo vitima constante de maus tratos pelas autoridades marroquinas.

Também a familia é constantemente perseguida e intimidada.

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