Tribunal de recurso condena estudantes saharauis

O julgamento dos estudantes saharaui conhecidos como grupo Companheiros El Uali, que se realizou ontem em Marraquexe, não alterou as sentenças atribuidas pelo tribunal de primeira instância.

O julgamento que foi publico contou com a presença de 4 observadores internacionais, mas em clara violação das regras de um julgamento público as familias dos presos não foram autorizadas a assistir.

PUSL ha acompañado este proceso desde la detención de estos jóvenes en 2016. Para más información consultar el informe publicado y los artículos.

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Manifestação pelos presos políticos saharauis na cidade ocupada de El Aaiun

Ontem, 4 de abril, na avenida Smara , em El Aaiun ocupado várias famílias dos presos politicos saharauis apoiadas por muitos saharauís foram às ruas manifestando a sua solidariedade com os presos de Gdeim Izik.

As forças de ocupação marroquinas dispersaram os manifestantes, momento em que outro grupo de saharauis noutra área da avenida junto ao hotel Nagir, ocuparam uma das rotundas e exibiram bandeiras e gritaram palavras d ordem em apoio aos presos politicos e pela liberdade do Sahara Ocidental.

Durante a intervenção da polícia vários manifestantes ficaram feridos, incluindo Gahli Ajnaa, esposa de Mohamed Bani, um prisioneiro político do grupo de Gdeim Izik, que junto com outros companheiros começou uma greve de fome em 9 de março.

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Preso politico saharaui Naama Asfari transferido para a prisão de Kenitra

Segundo informação da esposa, Sra. Claude Mangin, Naama Asfari preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik foi transferido no dia 15 de Março 2018 para a prisão de Kenitra.

Naama Asfari esteve em isolamento durante 30 dias na prisão de El Arjat onde se encontrava como unico membro do grupo de Gdeim Izik.

Asfari tinha anunciado uma greve de fome a iniciar dia 27 de Fevereiro, mas foi posto em isolamento a 12 de Fevereiro passado.

A esposa não sabia se o marido estava vivo ou morto tendo apenas podido falar com Asfari breves minutos no dia 15 após a sua transferência e ficou a saber que ele tinha suspendido a greve.

Naama Asfari informou a esposa que no dia 26 de Fevereiro a administração penitenciária lhe entregou papeis de transferência para assinar. O activista de direitos humanos e preso politico tinha revindicado transferência para uma prisão do Sahara Ocidental, após a a assinatura da transferência decidiu suspender a greve de fome, mas no dia em que saiu do isolamento foi transferido para a prisão de Kentira a mais 1200km do Sahara Ocidental.

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Marrocos coloca prisioneiros de Gdeim Izik em perigo de vida

No dia 9 de março, 8 presos políticos saharauis do grupo Gdeim Izik nas prisões de Ait Melloul e Kenitra entraram em greve de fome exigindo o respeito pelos seus direitos básicos.

No dia 8 de março, os diretores da prisão de ambas as penitenciárias informaram os presos que tinham uma “nota de serviço”, dizendo que se eles começassem uma greve de fome, seriam isolados.

Na prisão de Ait Melloul, Sidahmed Lemjeyid e Mbarek Lefkir suspenderam a sua greve de fome no dia 12 de março após novas ameaças emitidas pelo diretor da prisão.

De acordo com informações das famílias, Mohamed Bani e Brahim Ismaili foram isolados no dia 12 de março sem água potável, em células de isolamento conhecidas como “caixões” minúsculas e sem janelas, os presos dormem no chão.

Segunda a declaração da filha do Sr. Ismaili, o Diretor Regional das Prisões de Agadir e o Director Prisioneiro de Ait Melloul 2 disseram ao Sr. Ismaili que, se ele caísse em coma, eles lhe dariam uma injeção para se livrar dele definitivamente e acabar com os problemas.

Às 8 da manhã de 9 de março, Sidi Abdallahi Abbahah, El Bachir Boutanguiza, Mohamed Bourial e Abdallahi Lakfawni foram trazidos para células de isolamento em Kenitra desde que começaram a greve de fome.

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Presos politicos saharauis alertam sobre situação de saúde

Os presos politicos saharauis, Ali Saadoni e Salah Lebsir detidos na prisão de Tata denunciam que estão detidos numa cela com presos de delito de comun e um preso com doença contagiosa crónica. Na mesma cela encontra-se também Abdalahi Elbuhi outro preso saharaui.

Saadoni activista de direitos humanos e Lebsir, jornalista, alertaram as autoridades marroquinas que estão em risco de contagio e pedem que o preso doente seja colocado numa cela à parte de acordo com o estipulado no artigo 30 alínea d) das Mandela Rules (Standard Minimo de tratamento dos presos das Nações Unidas) e do artigo 125 da lei 23-98 relativa à organização e funcionamento dos estabelecimentos Penitenciários do Reino de Marrocos.

“Qualquer consequência desta situação é da responsabilidade das autoridades marroquinas que são responsáveis pela nossa saúde enquanto estamos sob custódia” , dizem os presos e denunciam que são vitimas de negligência médica e que Marrocos os quer assassinar.

Lebsir entrou em greve de fome a 9 de Março em solidariedade com todos os presos politicos saharauis, reafirmando o seu estatuto de preso politico e exigindo o respeito pelos direitos elementares.

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Ahmed Sbaai preso politico saharaui transferido para local desconhecido

Ás 04h00 de hoje o preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik, Sr. Ahmed Sbaai foi levado pelos guardas da prisão de Kenitra para local desconhecido.

Nem os advogados do Sr. Sbaai, nem os seus familiares foram informados sobre o seu paradeiro.

Ahmed Sbaai sofre de problemas cardíacos e asma. De 4 a 13 de Dezembro o Sr. Sbaai foi posto num espaço que serve de WC com 1x2m durante dez dias com as luzes acessas 24h, maltratado e sem assistência médica apesar de ter tido repetidos ataques de asma.

O Sr. Abdallahi Abbahah, outro preso deste grupo, esteve nas mesmas condições em espaço idêntico.

A transferência dos presos politicos do grupo de Gdeim Izik tem sido uma constante no intuito de dividir o grupo e quebrar o espirito destes activistas de direitos humanos.

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Prisioneiro político saharaui El Hafed Iazza vítima de negligência médica

O prisioneiro político saharaui El Hafed Iazza, de 54 anos, preso há dez anos com uma sentença de 15 anos sofre de problemas de saúde graves devido à tortura, aos maus tratos, às condições degradantes de encarceramento e à negligência médica contínua pelas autoridades marroquinas desde o primeiro momento de sua prisão.

O Sr. Hafed Iazza está atualmente preso na prisão de Bouzakarn, mas, de acordo com a associação de direitos humanos Codesa, no último dia 24 de fevereiro, as autoridades marroquinas transferiram-no para a prisão local de Oudaya em Marraquexe / Marrocos para supostamente receber tratamentos e realizar exames médicos ao seu trato urinário.

Em 26 de fevereiro de 2018, foi transferido pelas autoridades marroquinas da Prisão de Oudaya para o hospital regional de Marraquexe sob uma intensa presença policial e de inteligência, o que aumentou seus problemas de saúde e crise psicológica.

O prisioneiro político saharaui foi mantido por várias horas dentro deste hospital sem ser submetido a nenhum tratamento ou exame por um médico especialista .

Após horas de espera, durante as quais o prisioneiro político foi algemado e esteve sob rigorosa vigilância policial, as autoridades marroquinas foram obrigadas a devolvê-lo à prisão local de Oudaya, em Marraquexe, onde continuou a sofrer de negligência médica e suas sérias consequências.

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Relatório sobre a situação das familias de presos politicos saharauis

Num relatório baseado em dados recolhidos nos últimos 5 anos, a observadora Isabel Lourenço, Ativista de DDHH, Membro da Fundação Sahara Occidental, Colaborador de porunsaharalibre.org) denuncia a gravidade da situação vivida pelas familias dos presos politicos saharauis.

A informação recolhida junto das familias nos territórios ocupados e no reino de Marrocos durantes os julgamentos em Rabat, Salé, Agadir e Marraquexe mostra não só as dificuldades economicas, como sociais e psicológicas que afectam os familiares dos presos.

As longas distâncias que têm que ser percorridas pelas familias que chegam a viajar mais de 1200km para em seguida verem impedida a visita de forma arbitrária são um dos muitos castigos impostos aos presos e seus familiares.

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Novo adiamento do julgamento aos estudantes saharauis em Marraquexe

O julgamento de recurso dos jovens estudantes saharauis presos em Marraquexe, condenados em 22 de junho do ano passado, com sentenças de 3 anos para 11 alunos e 10 anos para 4 deles, foi adiado até o próximo 13 de março.

Este novo adiamento foi feito a pedido da nova equipe de advogados, formada pelos Sahrawis Lili, Buzaid e Ejellali, a fim de preparar a defesa dos acusados.

O grupo de estudantes julgados entrou na sala de tribunal novamente gritando slogans em favor da independência do Sahara Ocidental e demonstrando em diversas ocasiões a sua solidariedade com os prisioneiros do Grupo Gdeim Izik.

Durante a sessão de hoje, Isabel Lourenço, Sébastien Boulay, Pablo Jiménez, Aritz Rodríguez, Sandra Gómez de Garmendia e Amaia Arenal estavam presentes como observadores internacionais.

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Gdeim Izik – Mohamed Ayoubi em estado de saúde critico

AyoubiMohamed Ayoubi preso politico de Gdeim Izik em liberdade condicional encontra-se num estado muito critico de saúde em El Aaiún.

Ayoubi que foi detido pelas autoridades de ocupação marroquinas durante o desmantelamento de Gdeim Izik a 8 de Novembro de 2010, vitima de violação e torturas físicas e psicológicas durante vários dias tanto na sede da Gendarmaria como na esquadra da Policia em El Aaiún, Sahara Ocidental, foi transferido com vários presos do grupo de Gdeim Izik no dia 11 de Novembro para Salé Rabat no Reino de Marrocos.

Devido à tortura sofrida, teve que se manter numa cadeira de rodas durante o seu tempo de detenção em Salé 2 até ao dia 12 de Janeiro de 2011 quando o transferiram ao hospital Souissi Rabat onde ficou internado até ao dia 28 de Fevereiro 2011.

No regresso à prisão já podia andar mas devido à tortura e à sua condição de diabético e problemas de rins continuou com problemas de saúde graves e sem a assistência médica necessária.

A 31 de Outubro de 2011 todos os presos de Gdeim Izik iniciaram uma greve de fome que durou mais de um mês. No dia 2 de Dezembro de 2011 o Conselho do Direitos Humanos Marroquino negociou com os grevistas a libertação de Mohamed Ayoubi que era uma das principais reivindicações devido ao seu estado de saúde gravíssimo.

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Estudantes saharauis, detidos em Marraquexe, em greve de fome

Segundo informação das familias, os 15 estudantes saharauis detidos em Marraquexe entraram em greve de fome de protesto durante 48h devido aos obstáculos sistemáticos que a administração da prisão coloca à visita dos familiares.

A administração da prisão impede as visitas dos familiares fazendo os visitantes aguardar durante horas para entrar, informando em seguida que o tempo de visita está esgotado.

A maioria das familias vivem a centenas de km’s de distância, tendo que gastar somas fora do seu alcance para se poderem deslocar.

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