PUSL.- Na madrugada passada, membros da ocupação marroquina organizaram um novo ataque contra as irmãs Khaya.

Ao amanhecer, as forças de ocupação marroquinas cortaram a energia da casa da família da ativista saharaui Sultana Khaya em Bojador, Sahara Ocidental ocupado, razão pela qual as irmãs foram para a rua numa manifestação em protesto contra o contínuo assédio e cerco que sofreram por mais de quatro meses, sendo submetidas ao cerco e detenção domiciliar sem terem apresentado nenhuma acusação contra qualquer membro da familia. O que torna este nada menos que um cerco do ocupante militar a civis ou seja um acto de guerra.

Às três da manhã, o chefe da polícia militar apareceu no local e espancou as irmãs Khaya com cassetetes, ferindo e deixando Ouarra Khaya, irmã de Sultana, caída no chão.

Na sequência deste ataque, a casa foi cercada pelas forças de ocupação marroquinas, que retiraram as lanternas da família, que utilizavam para se iluminarem quando o fornecimento de energia era cortado, e permaneceram no local para intimidá-los.
Este contínuo assédio e violência que Marrocos usa contra esta família está a causar graves consequências aos menores que vivem na casa, sujeitando-os continuamente a situações traumáticas que os impedem de desenvolver uma vida com as necessidades que qualquer criança necessita, não podendo repousar ou realizar as atividades necessárias e lógicas para a sua idade.

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