Abdallah Abbahah suspende greve de fome após 44 dias

PUSL.- Segundo informação da familia o preso politico Abdallah Abbahah suspendeu hoje a sua greve de fome que iniciou a 1 de Outubro passado.

Abbahah que tinha perdido a consciencência e a quem foi administrado soro, suspendeu a sua greve de fome após o director da prisão lhe ter dito que podia parar que tudo ia ser resolvido.

Os 44 dias de greve de fome tiveram um impacto enorme na saúde de Abbahah que se encontra em confinamento prolongado há mais de 8 meses. O estado de saúde de Abbahah é alarmante, fruto não são das torturas sofridas e continuos maus tratos, assim como negligencia médica desde a sua detenção em 2010.

El Bachir Khadda em situação idêntica encontra-se também em situação de saúde alarmante após ter efectuado uma greve de fome de 43 dias.

Neste momento Mohamed Bourial, detido também em TIflet2 está no 33º dia de greve de fome e o seu estado fisico está muito deteriorado.

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Forças da ocupação marroquina contra estudantes em El Aaiun

PUSL.- El Aaiun foi hoje palco da maior manifestação à decadas de alunos das escolas secundárias contra a alteração dos horários das escolas.

Centenas de membros das forças da ocupação marroquina cercaram escolas e perseguiram alunos tentando reprimir este protesto que teve lugar em todas as escolas públicas da cidade.

“Manifestamos contra a alteração dos horários, mas também nos manifestamos contra a ocupação” diz Mohamed, 15 anos jovem saharaui e aluno do ensino secundário.

“Somos descriminados, sofremos violência todos os dias desde que nascemos estamos fartos. Chega de ocupação” diz Suelma, 14 anos.

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Abbahah preso político saharaui em perigo de vida – Marrocos rejeita medidas provisórias do CAT

PUSL.- Abdallah Abbahah, preso político saharaui do Grupo Gdeim Izik, que está em greve de fome desde 1 de outubro, foi transportado hoje da prisão de Tiflet2 para o hospital depois de ter perdido a consciência durante várias horas.

No hospital, foram-lhe dados 2 litros de soro e em seguida foi transportado de volta para a cela da prisão, onde permanece em confinamento prolongado desde 7 de maio de 2018.

Devido à greve de fome, Abbahah tem sérios problemas cardíacos, vômitos, dor intensa em todos os seus órgãos, não consegue ficar de pé ou andar.

No início desta semana, uma médica visitou-o na prisão e disse-lhe para parar a greve de fome e parar de lhes dar “problemas” para que pudessem descansar.

O director da prisão disse-lhe repetidamente para parar a greve da fome e que as autoridades marroquinas não têm responsabilidade sobre a sua saúde.

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8 anos após o desmantelamento de Gdeim Izik : tortura e empobrecimento forçado

PUSL.- 8 anos após o desmantelamento do acampamento de Gdeim Izik, um protesto não violento que reuniu dezenas de milhares de saharauís durante um mês nos arredores de El Aaiún, territórios ocupadod do Sahara Ocidental, Marruecos continua a torturar os presos politicos e a explorar e roubar os recursos com a cumplicidade da comunidade internacional.

As Nações Unidas que assistiram silenciosamente ao desmantelamento, sequestro e tortura da populaçāo saharaui em 8 de Novembro de 2010, continuam a não agir para proteger a população.

Nas prisões marroquinas mais de 50 presos politicos apoderecem, são vitimas de tortura, maus tratos e isolamento.

O grupo de Gdeim Izik, agora composto por 19 presos politicos dispersos por 5 prisões marroquinas, sofre represalias diárias apesar dos apelos repetidos da Amnestia Internacional, Human Rights Watch e outras ONG’s e da própria ONU para que se respeitemos direitos mais elementares destes presos.

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Comunicado dos artistas e participantes internacionais saharauís na XII edição de ARTifariti

COMUNICADO DE ARTIFARITI 2018

Neste dia, 1 de novembro de 2018, artistas participantes internacionais e saharauís na XII edição dos Encontros Internacionais de Arte e direitos humanos no Sahara Ocidental (ARTifariti) chegaram à cidade de Tifariti, nos territórios libertados onde o evento terá lugar nos próximos dez dias, sob o lema “uma poesia feita por todos” e, a fim de dar visibilidade à pilhagem que as autoridades marroquinas realizam sobre a cultura saharaui nos territórios ocupados.

O Festival foi inaugurado em 31 de outubro, no 43 aniversário da invasão do território saharaui pela Marcha Verde, quando 300.000 marroquinos foram enviados por Hassan II para ocupar o Sahara.

Além disso, em 31 de outubro de 2018, o Conselho de Segurança das Nações Unidas emitiu uma resolução em apoio às negociações de paz que serão realizadas em Genebra nos dias 5 e 6 de dezembro, e em que uma serão debatidos uma série de considerações sobre os territórios libertados do Sahara Ocidental.

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Marrocos: lento asassinato de presos politicos saharauis

PUSL.- Marrocos além de ignorar as decisões e recomendações da ONU e dos seus mecanismos na area dos direitos humanos agrava a situação dos presos politicos saharauís que estão sujeitos a represalias constantes.

El Bachir Khadda do grupo de Gdeim Izik terminou uma greve de fome que durou 43 dias e encontra-se num estado de debilitação fisica extrema. A direcção da prisão Tiflet2 onde está detido não enviou até ao momento nenhum médico ou enfermeiro para avaliar a situação de Khadda.

Este Jornalista e activista de Direitos Humanos esta incapacitado de se manter em pé, está numa cadeira de rodas sem que os guardas lhe ajudem a movimentar-se. Em confinement prolongado numa cela sem o minimo de condições e sem acesso a comida adequada.

Abdallah Abbahah outro preso politico do grupo de Gdeim Izik, detido na mesma Prisão está em greve de fome há 33 dias, num cela fria, sem qualquer tipo de mobiliário, apenas com tres cobertores finos e agua para beber.

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A ONU amplia a sua missão no Sahara Ocidental por mais seis meses

eldiario.es.- A ONU estendeu sua missão de paz no Sahara Ocidental (Minurso) por seis meses, em vez dos doze tradicionais, a fim de continuar a pressionar as partes a negociar uma solução para o conflito.

Com doze votos a favor e três abstenções, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma proposta dos Estados Unidos, que foi discutida até o último momento, já que países como a França preferiram um mandato de um ano.

A pedido dos EUA, a Minurso já havia sido renovada em abril passado por apenas seis meses, a fim de pressionar Marrocos e a Frente Polisário a se sentarem à mesa de negociação após anos de bloqueio.

Para Washington, essa abordagem foi bem-sucedida e facilitou que as duas partes concordassem em se reunir em dezembro próximo, em Genebra, numa reunião organizada pelo mediador da ONU, Horst Köhler.

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Deputado francês alerta governo para a situação da população saharaui

PUSL.- O deputado Loïc Prud’homme, da “France Insoumis” (Gironde), da Assembleia nacional francesa, alerta o Ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros sobre a situação no Sahara Ocidental e sobre o destino dos refugiados saharauis.

Em sua reunião de 27 de abril de 2018, o Conselho de Segurança da ONU votou uma resolução que prorroga por seis meses o mandato da missão da ONU para a organização de um referendo no Sahara Ocidental.

Em 31 de outubro de 2018, este mandato será questionado e, com ele, um processo que já dura há 27 anos e ainda não foi finalizado até o momento. Este processo foi criado para responder à exigência do povo saharaui de afirmar o seu direito à autodeterminação no território do Sahara Ocidental, materializado pela declaração de independência da República Árabe Saaraui Democrática (RASD) em 1976 pela Frente Polisário, movimento saharaui apoiado pela Argélia.

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PSD e CDS contra esforços encetados pela ONU do reinicio das negociações entre o Reino de Marrocos e a Frente Polisário

PUSL – JORNAL TORNADO.- O voto de congratulação apresentado pelo Grupo Parlamentar do PCP (Partido Comunista Portugês) na Assembleia da República, pelos esforços encetados pelas Nações Unidas para o reinício das negociações entre o Reino de Marrocos e a Frente Polisário teve a provação do ponto 1, com a votação a favor do PCP (Partido Comunista Português), PEV (Partido Ecologista os Verdes), PS (Partido Socialista), BE (Bloco de Esquersa) e PAN (Partido dos Animais e Natureza) tendo tido a abestenção de 1 deputado do CDS (Partido do Centro Democrático Social) e os votos contra de PSD (Partido Social Democrata) e CDS.

Ponto 1- Congratula-se com os esforços para alcançar uma solução justa e duradoura para o Sahara Ocidental, que passará necessariamente pela efetivação do direito à autodeterminação do povo Saharaí, no respeito dos princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional

O Ponto 2 foi rejeitado com os votos contra do PSD, CDS e PS, contando apenas com os votos favoráveis do PCP, PEV, PAN, e 7 deputados do PS e a abstenção de 1 deputado do CDS.

Ponto 2- Insta o Governo a promover, no âmbito da política externa e, nomeadamente, nas instituições internacionais em que Portugal se faz representar, uma ação consequente em prol da concretização do direito à autodeterminação do povo Saharauí.

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43 anos da invasão militar do Sahara por Marrocos

PUSL.- 31 de outubro assinala 43 anos da invasão militar marroquina do Sahara Ocidental.

Em 31 de outubro, 1975 tanques e regimentos blindados do exército marroquino invadiram o Sahara Ocidental começando em Hauza e Djederia (leste de Smara).

O regime marroquino camufla a invasão militar que começa a destruir, matar e raptar saharauis, desviando a atenção para a Marcha Verde (a Marcha Negra), atingindo o posto de fronteira Tah, entre Daoura e Tarfaya (Sahara Ocidental), a 6 de Novembro de 1975.

Espanha tinha obrigações claras enquanto metropole que violou segundo o direito internacional. A atitude de Espanha e falta de dignidade representou uma traição do povo saharaui que continua a sofrer com a ocupação e o exílio.

CONDENAMOS A INVASÃO MILITAR MARROQUINA DO SAHARA OCIDENTAL em 31 de outubro de 1975!!
‘Condenamos a MARCHA VERDE (marcha negra) a 06 de novembro de 1975!!

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El Bachir Khadda suspende greve de fome no 43 dia

PUSL.- Após um apelo desesperado da familia El Bachir Khadda suspendeu a greve de fome que iniciou há 43 dias contra os sucessivos maus tratos e o isolamento prolongado a que está sujeito há mais de um ano.

O estado de saúde de El Bachir Khadda é alarmante e corre risco de vida.

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