A realização do referendo no Sahara Ocidental uma exigência do parlamento de Bremen

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31 de março de 2016, porunsaharalibre.org

A urgência  da realização  do referendo de autodeterminação para o Sahara Ocidental esta na agenda internacional, não apenas a União  Africana como também  países da América Latina e alguns paises da Europa instam para que se realize com brevedidade o referendo continuamente obstaculizado por Marrocos desde 1991.

Assim foi o caso dos dois votos aprovados este mês no Parlamento Português e a votação em finais de fevereiro do Parlamento de Bremen, Alemanha. Também em Espanha vários governos regionais hastearam a Bandeira Saharaui em fevereiro em forma de reconhecimento. O parlamento de Bremen foi o primeiro da Alemanha a aprovar a decisão, que anexamos. O  movimento solidário alemão com o povo saharaui está a desenvolver esforços para que os outros parlamentos lhe sigam o exemplo.

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Os recentes desenvolvimentos no Sahara Ocidental representam uma ameaça para a estabilidade regional

logoFonte: Oxfam, 29 de março de 2016

As partes envolvidas devem voltar à mesa de negociação e trabalhar para resolver o conflito de 40 anos

A Oxfam, organização humanitária e de desenvolvimento expressou hoje a sua profunda preocupação que os recentes acontecimentos podem exacerbar as tensões no Sahara Ocidental e colocar a região à beira de um conflito armado. Estes desenvolvimentos incluem a expulsão do Sahara Ocidental de 73 forças de paz civis e o encerramento do posot de ligação de Dakhla para a missão de paz no Sahara Ocidental.

A Oxfam apela aos governos para que reafirmem o papel e a manutenção do mandato da missão depaz das Nações Unidas no Sahara Ocidental e para incentivar todas as partes para regressar urgentemente à mesa de negociações. A Oxfam ecoa o apelo da ONU para uma resolução política justa e duradoura aceitável para todas as partes, incluindo o direito à autodeterminação do povo do Sahara Ocidental.

Desde o início do conflito, em 1975, muitos refugiados saharauis vivem em campos de refugiados perto de Tindouf, na Argélia. Nos últimos 40 anos. a Oxfam prestou assistência humanitária nestes campos

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França apoia a continuação da missão da MINURSO no Sahara

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Fonte: ElDiario.es

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros e Desenvolvimento Internacional, Jean-Marc Ayrault, expressou hoje o apoio do seu país à renovação do mandato da Missão da ONU para o Sahara Ocidental (MINURSO), criticado nas últimas semanas por Marrocos.

“A posição da França é a mesma de sempre. Somos a favor da MINURSO para levar a cabo a sua missão “, disse Ayrault durante uma conferência de imprensa em Argel com o seu homólogo argelino, Ramtan Lamamra.

“Temos dialogado nas últimas semanas para que o relacionamento entre os parceiros regionais, especialmente Marrocos e a ONU, seja calma”,  acrescentou o chefe da diplomacia gala, chamando a questão saharaui de “delicada” e “difícil”.

Semanas atrás, Marrocos decidiu retirar parte dos seus efetivos da MINURSO em resposta à visita do secretário-geral Ban Ki-Moon, realizada no início de março aos campos onde os refugiados saharauis vivem há 40 anos, no oeste da Argélia.

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Reunião de Consultiva de alto nível entre os governos da Argélia e da RASD

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Argel, 27/03/16 (SPS)

A capital da Argélia foi a anfitriã este domingo de uma reunião de alto nível entre o primeiro-ministro da Argélia, Abdelmalek Sellal, e o seu homólogo da República Árabe Saharaui Democrática (RASD), Abdelkader Taleb Omar.Esta reunião inseriu-se no âmbito de consultas entre os dois estados, informaram fontes diplomáticas argelinas.

De acordo com a mesma fonte participaram nesta reunião, por parte dos saharauis os membros do Secretariado Nacional da Frente Polisario e o governo saharaui.

Por parte da Argélia participaram nesta reunião, o Ministro de Estado e Ministro das Relações Exteriores e Cooperação Internacional, Ramtane Lamamra; o Vice-Ministro da Defesa Nacional e Chefe do Estado Maior do Exército Nacional do Povo, o brigadeiro-general Ahmed Gaid Salah e o ministro dos Negócios do Magrebe, União Africano e da Liga Árabe, Abdelkader Messahel.

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Familias dos presos politicos saharauis em greve de fome exigem justiça

27 de março de 2016, porunsaharalibre.org

O Comité das Familias dos Fresos lançou um comunicado apelando a participação de todos os saharauis numa manifestação/vigilia em frente ao ministério da justiça na próxima terça-feira, dia 29 de Março a partir das 12h.

Passado um mês do inicio da greve de fome de 13 prisioneiros politicos do grupo gdaim izik, e perante a indiferença das autoridades marroquinas, o comité decidiui marcar este protesto para alertar a comunidade local e internanional, a cruz vermelha e outros organismos para grave situação dos grevistas

Porunsaharalibre recorda que na passada 6ª feira familiares dos presos se manifestaram em frente a DGAPRS (Direcção Geral da Administração das Penitenciárias e Reinserção Social)

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Aprovados dois votos de solidariedade com os presos políticos saharauís em greve de fome na Assembleia da República

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Lisboa, 23 de Março 2016, porunsaharalibre.org

Foram aprovados hoje,  dois votos de solidariedade com os presos políticos saharauis em greve de fome, a sua libertação e pelo direito do povo saharaui à autodeterminação,  na Assembleia da República Portuguesa, um voto apresentado por PS, PSD, BE, PEV e PAN e outro pelo Partido Comunista Português.

O Parlamento Português reflete nestas votações o artigo 7º da Constituição Portuguesa onde está plasmado que Portugal se rege nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, … e preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos … Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.

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Delegação da Frente Polisario recebida pelo Presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas

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Lisboa, 23 de março de 2016 Fonte: Delegação da Frente Polisario em Portugal

O delegado da Frente Polisário em Portugal, Sr. Ahmed Fal, foi recebido ontem pelo Dr. Sérgio Sousa Pinto, presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, na sede da Assembleia da República (Parlamento).

O delegado da Frente Polisário em Portugal apresentou um relato detalhado sobre a evolução do conflito no Sahara Ocidental após a recente visita do Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas para a região, no seguimento da qual o Reino de Marrocos iniciou uma campanha de desacreditação contra as Nações Unidas e a pessoa do secretário-geral, seguido por medidas irresponsáveis de expulsão da componente civil e administrativa da MINURSO colocando em perigo todo o plano de paz implementado pelas Nações Unidas desde 1991 e a estabilidade de toda a região.

O Dr. Sérgio Sousa Pinto manifestou a sua preocupação com a situação e reafirmou a posição do Parlamento Português em apoiar os esforços das Nações Unidas para encontrar uma solução pacífica para o conflito e respeito pelo direito internacional.

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Greve de fome dos presos políticos saharauis – a solidariedade cresce e Marrocos tenta manipular a opinião pública

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23 de março de 2016, porunsaharalibre.org

Dia 22 de Março mais dois presos do grupo de Gdeim Izik em greve de Fome, foram transportados ao hospital devido ao seu estado de saúde critico.

Cheikh Banga e Brahim Ismailli, foram transportados ao hospital e regressaram no mesmo dia.

As autoridades marroquinas informaram a comunicação social que os 13 presos em greve de fome em Sale, Rabat que pertencem ao grupo Gdeim Izik, não estariam a fazer greve de fome, segundo as análises e observação de que foram alvo no hospital alguns dos presos.

Esta manobra de Marrocos provocou uma reação imediata dos presos de Gdeim Izik, que desmentem as declarações das autoridades marroquinas.

Como gesto de solidariedade juntaram-se aos 13 presos já em greve, os restantes presos do grupo, a saber Abdallahi Lakfawni, Hussein Zawi, Mohamed Lamin Haddi, Deich Daff, Khouna Babeit, El Laraabi Bakai e Thalil Mohamed numa greve de sentinela de 48h.

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ONU fecha um posto militar no Sahara por exigência de Marrocos

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Fonte: eldiario.es

A ONU anunciou hoje que, a pedido de Marrocos, foi fechada a instalação da missão no Sahara Ocidental (MINURSO) que fazia ligação militar, em Dakhla no sul da antiga colónia espanhola.

De acordo com a Organização das Nações Unidas durante o fim de semana ,Rabat pediu à MINURSO o encerramento desse escritório dentro de 72 horas poucos depois dias após a partida de grande parte do pessoal civil da missão, no meio de um confronto com o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon.

Um porta-voz de Ban anunciou hoje que o encerramento do escritório em Dakhla foi concluído na segunda-feira e disse que os três observadores militares estacionados nesse local foram transferidos para outra instalação da missão.

“O pedido de Marrocos para fechar o gabinete de ligação em Dakhla é a primeira que aborda diretamente o componente militar” da MINURSO, lembrou o porta-voz Farhan Haq durante uma conferência de imprensa.

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Marrocos encurralado pela comunidade internacional

Ban Ki-moon, durante sua visita ao campo de Smara

Ban Ki-moon, durante sua visita ao campo de Smara

Fonte: bez.es – Marta Trejo, 21 de março de 2016

Rabat expulsou ontem 80 trabalhadores da MINURSO em retaliação às declarações do secretário da ONU, Ban Ki Moon, que descreveu como “ocupação” o status do reino Alauíta na região.

Rabat anunciou na sexta-feira (18de de Março) um ultimato de três dias para as Nações Unidas retirarem 84 membros da MINURSO (Missão das Nações Unidas para um referendo no Sahara Ocidental) de Marrocos. Esta reação é devido à recente visita do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, ao campo de refugiados saharauis de Smara na Argélia, que tem atormentado as tensões do executivo marroquino na sequência de uma declaração do Secretário caracterizando como “ocupação “a atual situação no Sahara Ocidental.

Há duas semanas, Ban Ki-moon visitou a região dos campos para abordar a questão do Sahara Ocidental e retomar as negociações. Antes da sua visita aos campos tinha planeado passar por Rabat, mas Mohamed VI não estava disponível ou disposto a satisfazer o secretário.

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Comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros da RASD sobre os últimos desenvolvimentos

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A presença marroquina no Sahara Ocidental é uma ocupação militar ilegal.

Ban Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas terminou a sua visita aos territórios libertados e  aos acampamentos de refugiados saharauis no início de março de 2016. O Secretário-Geral das Nações Unidas, em primeiro lugar, deparou-se com uma realidade dolorosa causado pela ocupação marroquina do Sahara Ocidental que se reflete numa diáspora e numa situação de refugiados sofrida pelo povo saharaui por mais de quarenta anos, e observou a necessidade vital de acelerar a solução para permitir que os refugiados saharauis possam exercer o seu direito à autodeterminação, independência e retorno a sua pátria em liberdade e dignidade, e, por outro lado, a necessidade de intensificar e diversificar a ajuda humanitária que lhes é destinada.

Assim que  terminou a visita do Secretário-Geral das Nações Unidas, o governo marroquino embarcou numa campanha frenética. Para isso, mobilizou todos os seus meios de propaganda, meios de comunicação social e um arsenal de falsificações, quimeras, falsidades e acusações derramando a sua ira sobre as Nações Unidas e as suas agências, legitimidade e resoluções internacionais.

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