Aprovados dois votos de solidariedade com os presos políticos saharauís em greve de fome na Assembleia da República

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Lisboa, 23 de Março 2016, porunsaharalibre.org

Foram aprovados hoje,  dois votos de solidariedade com os presos políticos saharauis em greve de fome, a sua libertação e pelo direito do povo saharaui à autodeterminação,  na Assembleia da República Portuguesa, um voto apresentado por PS, PSD, BE, PEV e PAN e outro pelo Partido Comunista Português.

O Parlamento Português reflete nestas votações o artigo 7º da Constituição Portuguesa onde está plasmado que Portugal se rege nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, … e preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos … Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.

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Delegação da Frente Polisario recebida pelo Presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas

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Lisboa, 23 de março de 2016 Fonte: Delegação da Frente Polisario em Portugal

O delegado da Frente Polisário em Portugal, Sr. Ahmed Fal, foi recebido ontem pelo Dr. Sérgio Sousa Pinto, presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, na sede da Assembleia da República (Parlamento).

O delegado da Frente Polisário em Portugal apresentou um relato detalhado sobre a evolução do conflito no Sahara Ocidental após a recente visita do Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas para a região, no seguimento da qual o Reino de Marrocos iniciou uma campanha de desacreditação contra as Nações Unidas e a pessoa do secretário-geral, seguido por medidas irresponsáveis de expulsão da componente civil e administrativa da MINURSO colocando em perigo todo o plano de paz implementado pelas Nações Unidas desde 1991 e a estabilidade de toda a região.

O Dr. Sérgio Sousa Pinto manifestou a sua preocupação com a situação e reafirmou a posição do Parlamento Português em apoiar os esforços das Nações Unidas para encontrar uma solução pacífica para o conflito e respeito pelo direito internacional.

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Greve de fome dos presos políticos saharauis – a solidariedade cresce e Marrocos tenta manipular a opinião pública

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23 de março de 2016, porunsaharalibre.org

Dia 22 de Março mais dois presos do grupo de Gdeim Izik em greve de Fome, foram transportados ao hospital devido ao seu estado de saúde critico.

Cheikh Banga e Brahim Ismailli, foram transportados ao hospital e regressaram no mesmo dia.

As autoridades marroquinas informaram a comunicação social que os 13 presos em greve de fome em Sale, Rabat que pertencem ao grupo Gdeim Izik, não estariam a fazer greve de fome, segundo as análises e observação de que foram alvo no hospital alguns dos presos.

Esta manobra de Marrocos provocou uma reação imediata dos presos de Gdeim Izik, que desmentem as declarações das autoridades marroquinas.

Como gesto de solidariedade juntaram-se aos 13 presos já em greve, os restantes presos do grupo, a saber Abdallahi Lakfawni, Hussein Zawi, Mohamed Lamin Haddi, Deich Daff, Khouna Babeit, El Laraabi Bakai e Thalil Mohamed numa greve de sentinela de 48h.

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ONU fecha um posto militar no Sahara por exigência de Marrocos

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Fonte: eldiario.es

A ONU anunciou hoje que, a pedido de Marrocos, foi fechada a instalação da missão no Sahara Ocidental (MINURSO) que fazia ligação militar, em Dakhla no sul da antiga colónia espanhola.

De acordo com a Organização das Nações Unidas durante o fim de semana ,Rabat pediu à MINURSO o encerramento desse escritório dentro de 72 horas poucos depois dias após a partida de grande parte do pessoal civil da missão, no meio de um confronto com o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon.

Um porta-voz de Ban anunciou hoje que o encerramento do escritório em Dakhla foi concluído na segunda-feira e disse que os três observadores militares estacionados nesse local foram transferidos para outra instalação da missão.

“O pedido de Marrocos para fechar o gabinete de ligação em Dakhla é a primeira que aborda diretamente o componente militar” da MINURSO, lembrou o porta-voz Farhan Haq durante uma conferência de imprensa.

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