AJUDA! Participa na acção Urgente de apoio aos presos politicos saharauis em greve de fome

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1 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Os treze presos saharauis do Grupo Gdaim Izik estão em greve de fome desde 1 de Março, a vida de alguns deles corre perigo. Estes activistas pacificos já sofriam de vários problemas de saúde graves devido às brutais torturas a que foram submetidos durante meses.

É urgente pressionar o governo de Marrocos.

Enviem a carta abaixo ou outra para os seguintes destinatários:

Embaixada de Marrocos Portugal: sifmar@emb-marrocos.pt

Embaixada de Marrocos no Brasil: sifamabr@onix.com.br

Comissão de direitos humanos do Parlamentos Europeu: droi-secretariat@ep.europa.eu

Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança: federica.mogherini@ec.europa.eu

Presidente da sub comissão de direitos humanos do Parlamento Europeu: elena.valenciano@europarl.europa.eu

Representante Especial da UE para os Direitos Humanos: stavros.lambrinidis@ext.eeas.europa.eu

Ministro de Negócios Estrangeiros de Portugal: gabinete.ministro@mne.gov.pt

Ministro das Relações Exteriores do Brasil: ministro.estado@itamaraty.gov.br

Secretário Geral da ONU: sg@un.org bkm@un.org

Ministro da Justiça e das Liberdades do Reino de Marrocos: contact@justice.gov.ma

Sua Excelênca Sr. Ministro da Justiça e Liberdades do Reino de Marrocos Dr. Mustafa Ramid

Venho por este meio apelar à justiça Marroquina da qual V. Excelência é máximo representante, que actue de acordo com as convenções internacionais subscritas pelo Reino de Marrocos, assim como a sua própria constituição e decições do parlamento nacional em relação ao grupo de presos politicos saharauis conhecidos como grupo de Gdeim Izik em Marrocos, cuja detenção é uma clara violação das leis acima referidas.

Treze desses 21 presos iniciaram uma greve de fome de tempo indeterminado num acto extremo para reivindicar o seu direito à liberdade e à justiça. Passaram mais de cinco anos desde a sua detenção e durante este tempo, os prisioneiros foram submetidos a todos os tipos de tortura e abuso em várias ocasiões. Foram julgados por um tribunal militar marroquino que os sentenciou de 20 anos a prisão perpetua, sendo que 21 de eles se encontram na prisão Salé 1, Rabat e Hassana Aalia que foi julgado em ausência, encontra-se em Espanha com pedido de asilo político.

O julgamento é considerado nulo devido às violações de procedimentos, falta de provas, é extraterritorial e trata-se de condenação de civis num tribunal militar, os 40 observadores internacionais presentes no julgamento são unânimes que todo o processo foi ilegal assim como a HRW, a Amnistia Internacional, o Grupo de Trabalho sobre Detenções Arbitrarias da ONU entre outros.

Espero que V.Exa. cumpra o seu dever como representante da justiça e accione os mecanismos necessários para libertação destes presos.

Com os melhores cumprimentos

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