Todos os grupos parlamentares espanhóis, excepto o PP, assinaram uma declaração de apoio ao povo saharaui

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Fonte: eldiario.es

O documento pede que o governo interino espanhol assuma um papel mais ativo na procura de uma solução de realização de um referendo de autodeterminação livre e democrático.

A declaração apela à libertação de todos os presos políticos saharauis presos por exercerem os seus direitos e liberdades fundamentais

Os grupos parlamentares do Congresso, exceto o PP, assinaram esta quinta-feira uma declaração de apoio ao povo saharaui, na qual se pede ao governo em funções que assuma um papel mais ativo como membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas na busca de uma solução urgente, justa e definitiva para o conflito.

A declaração, que tem três pontos, mostra o seu apoio ao povo saharaui, com a vontade de promover os esforços necessários para encontrar uma solução para o conflito no Sahara Ocidental, reiterando o reconhecimento do seu direito à autodeterminação, no âmbito dos princípios e disposições da Carta das Nações Unidas. Read more

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O município de Saragoça declara que a independência do povo saharaui é uma causa “justa e urgente”

20160413_2z5a2917Fonte: zaragoza.es

Um grupo de vereadores visitou durante quatro dias os campos de refugiados saharauis, onde realizou reuniões com representantes políticos e explicou o trabalho realizado pelo município nesta matéria.

Os vereadores da cidade de Saragoça visitaram os campos de refugiados saharauis em Tindouf (Argélia) durante quatro dias, tendo concluído a sua viagem ontem. Após conhecer pessoalmente a situação na qual vivem dezenas de milhares de pessoas desde que a Espanha abandonou a colónia do Sahara Ocidental, em 1975, todos os grupos políticos declararam que o pedido de independência deste povo é uma causa ” justa e urgente”.

Durante a visita, os representantes do Município de Saragoça realizaram reuniões com o primeiro-ministro saharaui, o ministro da Educação, da Cooperação, o responsável pelo Crescente Vermelho Saharaui e o Governador da Wilaya (distrito) de Boujador. Conheceram escolas, escolas de arte, jardins de infância … e conviveram com famílias às quais agradeceram publicamente a sua “hospitalidade e generosidade”.

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O Conselho de Segurança da ONU reúne-se à porta fechada para analisar a evolução da causa saharaui

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Nova York, 2016/04/13 (SPS)

O Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se quarta-feira, a porta fechada, a pedido da Venezuela para analisar os últimos desenvolvimentos relativos à questão do Sahara Ocidental.

Esta reunião junta-se a várias outras reuniões não oficiais que já foram realizados sobre o Sahara Ocidental, em vésperas do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apresentar o seu relatório sobre o conflito do Sahara Ocidental e aprovação de uma nova resolução sobre o assunto.

Por sua parte, o governo saharaui e a Frente POLISARIO já fizeram “um apelo urgente ao Conselho de Segurança para pressionar Marrocos a respeitar o direito internacional e cumprir com os seus compromissos assumidos no âmbito do plano de paz de 1991 .”

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Ativistas latino-americanos pedem apoio para os saharauis

latinam_0Fonte: EIC Poemario por un Sahara Libre

Um apelo aos países da América Latina, para que expressem o seu apoio para com a luta do povo saharaui e levantar a voz contra as violações sistemáticas dos direitos humanos contra este povo no Norte de África, foi lançado por organizações não governamentais da Venezuela, Argentina, Bolívia , Brasil, Chile, Nicarágua Colômbia, Equador, México, Peru e Uruguai. Numa carta aberta aos líderes da América Latina, os ativistas reafirmaram a sua “solidariedade incondicional” com os presos políticos saharauis em prisões marroquinas e submetido a todos os tipos de indignidades, em particular aqueles que integram o “Grupo de Gdeim Izik” precursores da chamada “primavera árabe “.

Da mesma forma, eles manifestaram o seu apoio ao Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que foi atacado pelo Reino de Marrocos, depois de seus esforços para “facilitar uma solução não-violenta e de acordo com a legalidade internacional do conflito saharaui “. Neste sentido, também repudiaram a expulsão do componente civil e administrativo do MINURSO dos territórios ocupados.

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