Quatro destacados activistas saharauis de direitos humanos foram detidos pela policia marroquina

13059492_1368314636518210_271610071_n22 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Quatro destacados activistas de direitos humanos foram detidos pela policia marroquina à entrada de Guelmin, este fim de tarde.

Sidi Mohmed Dadach, presidente da CODAPSO, Hmad Hamad, vice presidente da CODAPSO, Bomba Lefkir e Feku Ibaihi iam visitar a familia de Brahim Saika, jovem sindicalista e activista saharaui que faleceu a 15 de abril em custodia policial.

À entrada de Guelmin no sul de Marrocos a policia deteve os activistas que foram postos numa furgoneta, estiveram detidos durante hora e meia e informados que estão proibidos de entrar e circular em Guelmin. Às 20h30 estavam já a regressar a El Aaiun, seguidos por um carro da policia.

 

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Adiado julgamento do jornalista saharaui Salah Lebsir

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22 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

O tribunal marroquino de primeira instância de Smara , territórios ocupados do Sahara Ocidental, adiou o julgamento do jornalista saharaui e preso político Salah Lebsir para 25 de maio, de acordo com informações do Ministério da RASD dos Territórios Ocupados e da Diáspora.

Sala foi condenado no inicio do processo a 4 anos de prisão devido à sua participação em manifestações pacíficas que exigem o direito do povo saharaui à autodeterminação.

O jornalista aguarda o julgamento na prisão de Ait Melloul.

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Conselho Português para a Paz e Cooperação: Solidariedade com o Sara Ocidental, Não à repressão pelo Reino de Marrocos

saara

22 de abril 20106, porunsaharalibre.org

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia o assassinato, no passado dia 15 de Abril, do activista político e sindicalista sarauí, Brahim Saika, pelas autoridades do Reino de Marrocos.

Detido pelas forças policiais marroquinas em 1 de Abril – pouco antes da realização de uma manifestação de protesto contra as politicas de discriminação e segregação nos territórios ocupados do Sara Ocidental responsáveis pelo elevadíssimo nível de desemprego entre a população sarauí -, Brahim Saika foi torturado durante várias horas. Como protesto contra as arbitrariedades da polícia e os maus tratos e tortura a que estava a ser submetido, Brahim Saika iniciou uma greve de fome.

A 6 de Abril, com a saúde profundamente abalada, foi conduzido ao Hospital de Agadir (Marrocos) onde entrou em estado de coma e acabou por falecer.

As autoridades marroquinas não autorizaram uma autopsia, que puderia vir a responsabiliza-las por este crime.

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