Transferência dos presos políticos do grupo Gdaim Izik para a prisão de El Arjat

14172037_1470896666260006_1316513359_n31 de gosto de 2016, Comité das familias dos presos políticos de Gdaim Izik / porunsaharalibre.org

Esta tarde os 21 presos políticos saharauis do grupo de Gdaim Izik foram transferidos da prisão Salé 1, Rabat para a prisão de El Arjat sem aviso prévio.

Esta transferência foi ordenada pelo Administração Geral das Penitenciárias e da Reinserção Social de Marrocos e executada na presença do Diretor Regional das Prisões de Sale e o Diretor da Prisão Salé 1.

A prisão de El Arjat está a poucas dezenas de km de distância da prisão de Sale 1 onde estiveram detidos durante os últimos anos.

Nem os presos nem as suas famílias foram avisadas desta transferência.

No passado dia 29 de Julho, os presos políticos do grupo de Gdeim Izik receberam um documento oficial confirmando que o Tribunal Supremo aceitou o recurso apresentado e que o processo vais ser transferido do Tribunal Militar para o Tribunal Civil, designadamente o Tribunal de Recurso de Rabat.

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Participação da Frente Polisario na Festa do Avante

14080877_10210003498461607_576401465_n31 de agosto de 2016, porunsaharalibre.org

Nos próximos dias 2, 3 e 4 de Setembro a Frente Polisario irá participar na Festa do Avante, na Atalaia, Seixal , Portugal. Para além de um stand na cidade internacional irá ter uma – delegação a participar no programa das delegações internacionais e uma delegação de jovens da UJsario -União da Juventude Saharaui, que desenvolve várias actividades a convite da JCP (Juventude Comunista Portuguesa).

No Stand estará um ex-preso político e activista dos territórios ocupados que durante os três dias irá contactar com os visitantes dando-lhes informação sobre a dura realidade de viver na maior prisão a céu aberto do mundo, rodeada por 2730km de muro, os territórios ocupados do Sahara Ocidental.

Haverá um Momento de Solidariedade com o título “Sahara Ocidental – A Terra de um povo”, no dia 3 de Setembro às 15h, no espaço da região de Braga na Festa do Avante.

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RASD é o primeiro estado norte-Africano a ratificar o novo Protocolo do Parlamento Pan-Africano

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Addis Abeba, 26/08/2016 (SPS)

A República Árabe Saharaui Democrática (RASD) ratificou na sexta-feira o novo protocolo do Acto Constitutivo da União Africano (UA), estabelecida pelo Parlamento Pan-Africano (PAP), após ter sido assinado pelo Conselho Nacional Saharaui (parlamento).

Neste sentido, o representante permanente da RASD na UA, Laman Baali, foi recebido em conjunto com o adido cultural da Embaixada saharaui em Adis Abeba, Wadadi Salek e pelo conselheiro jurídico da União Africana para completar os procedimentos para a ratificação do protocolo, que irá transformar o mandato do Parlamento Pan-Africano de consultivo a jurídico, de acordo com o novo protocolo aprovado pela cimeira de Chefes de Estado e de Governo da UA em Malabo, em 2014.

Com esta ratificação, a República Saharaui foi o primeiro país da região norte da África e o quarto do continente a ratificar o protocolo de Malabo relativo à reestruturação e transformação do mandato do Parlamento Pan-Africano como um órgão da União Africana, para assegurar uma maior participação dos povos africanos na tomada de decisões sobre os desafios e dificuldades que o continente enfrenta.

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Processo de eleição do Secretário Geral das Nações Unidas

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30 de agosto de 2016, porunsaharalibre.org

O Secretário Geral é eleito pelos 193-membros da Assembleia Geral das Nações Unidas, que se baseiam na recomendação dos 15 membros do Conselho de Segurança. Como o Conselho de Segurança tem 5 países membros permanentes – EUA, Russia, China, Reino Unido e França — com poder de veto e 10 membros não permanentes, quem escolhe efectivamente o próximo SG são os 5 membros permanentes.

Durante meses foram aceites “candidaturas” que agora passaram por um processo no Conselho de Segurança onde os membros declaram se “encorajam”, “desencorajam” ou “não têm opinião” sobre cada um dos candidatos.

Este processo consta de 4 rondas, tendo já sido completadas 3.

A falta de democracia do processo é óbvia uma vez que nos membros permanentes do Conselho de Segurança estão 3 membros da NATO, sendo um o EUA e os outros dois da Europa, há ainda um representante euro-asiático (Russia) e um asiático (China) mas nenhum de África nem da América Latina.

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Movimento Democrático de Mulheres solidário com Sahara Ocidental

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30 de agosto de 2016, porunsaharalibre.org

O Movimento Democrático de Mulheres está solidário com a União Nacional das Mulheres Saharauis e o povo saharaui e denuncia a violação de cessar fogo por parte de Marrocos e a escalada de tensão na zona do Sahara Ocidental.

O MDM apela à ONU, à responsabilidade da MINURSO (Missão da ONU para o Sahara Ocidental) e ao governo português no sentido de travar a ânsia beligerante de Marrocos sobre o Sahara Ocidental.

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O vice-ministro Saharaui para a África informa o CPS da UA sobre a violação de Marrocos na área da Guergarat

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Addis Abeba, 2016/08/30 (SPS)

O ministro delegado saharaui para os Assuntos Africanos, Mayara Jalil Hamdi, foi recebido hoje, na sede da União Africano, em Addis Abeba, Etiópia, pelo Comissário para a Paz e Segurança da União Africana Embaixador Ismail Shargui para informar sobre a posição sobre a recente escalada na zona de El Guergarat.

Neste contexto, o responsável saharaui disse que “a decisão marroquina de entrar na área de El Guergarat é considerada uma perigosa escalada, cujo impacto pode ameaçar seriamente o cessar fogo vigente na região”, acrescentando que, “informar o Conselho de Paz e Segurança da UA sobre a situação e eventos, como foi feito anteriormente com a ONU e a sua missão no Sahara Ocidental (MINURSO), é uma prova de que a parte saharaui entende a gravidade do passo dado pelo lado marroquino “.

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Homenagem a Maite Lorenzo ativista do internacionalismo e presidente da “Cantabria para o Sahara”

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Por Aby Athman

Domingo, 28 de agosto, em Santander, Cantabria para o Sahara organizou uma merecida homenagem à recém falecida presidente da associação. A homenagem foi feita, , coincidindo com a reunião de despedida das crianças do programa férias em paz, quer era um dos eventos que Maite mais gostava, disse Vanesa Revuelta Campos, membro de Cantábria para o Sahara. O evento, contou com contar de histórias, atividades e jogos dinamizados pela Associação Cultural outubro e performances musicais de Jarcia Suciu e Jhetró Legrand, foi, acima de tudo, uma memória emocionada de Maite de toda a organização, amigos a da família da ativista, onde se apresentou a sua trajetória, um caminho no qual surgiu Cantabria para o Sahara através de Interpueblos e o Comité de Solidariedade com os povos, organizações cantabrias irmãs que defendem os povos irmãos Sahara e Palestina.

O momento da memória foi moderado por Carmen Garcia, membro da Cantábria para o Sahara, perante os participantes que firmes, de pé em silêncio ouviram as palavras de familiares, amigos e colegas, com lágrimas de todos aqueles que conheceram Maite, compartilhamos a sua luta, seus ideais e seu entusiasmo com a solidariedade internacional carregada com uma mensagem de paz e de compromisso com a liberdade de todas as pessoas e povos oprimidos.

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A situação tensa em Guergarat

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Por Omar Slama, 29 de agosto de 2016 / porunsaharalibre.org

Os desenvolvimentos na área de Guergarat (extremo sul do Sahara Ocidental) deixa a nú a capacidade da MINURSO para cumprir os seus objectivos: o referendo de autodeterminação, e o principal; o cumprimento do cessar-fogo. A primeira denuncia da Frente Polisario da violação do cessar-fogo por Marrocos já criticava três aspectos mais controversos: Minava o acordo militar No. 1 acordada entre as partes que regula o processo do cessar-fogo, proibindo qualquer acção militar ou criação de instalações na zona tampão (que se estende ao longo de cinco quilómetros do muro marroquino da vergonha), também dá a Marrocos a possibilidade de anexação de uma área fora do cinto e cria uma situação grave de tensão numa área sensível e impede o pleno funcionamento na fronteira mauritana- sahara.

Após esta primeira queixa formal da Frente Polisario nas Nações Unidas, por escrito, o secretário de segurança do Estado, Brahim Ahmed Mahmoud, pediu consultas, ao chefe da MINURSO )Missão das Nações Unidas para um Referendo no Sahara Ocidental) em Tindouf, Dr. Yussef Djedyan, para transmitir o seu forte protesto contra a flagrante violação marroquina ao acordo de cessar-fogo assinado em 1991 entre as partes em conflito.

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Comunicado da Delegação da Frente Polisario em Portugal

frente polisarioDelegaçao da Frente Polisario em Portugal
29 de de agosto de el año 2016

Violação de cessar fogo por parte de Marrocos e escalada de tensão na zona do Sahara Ocidental

Dia 28 de Agosto parte do contingente militar da República Árabe Saharaui Democrática deslocou-se para a zona de Guergarat onde se encontram centenas de militares e civis marroquinos numa clara violação do acordo de cessar-fogo desde o passado dia 11 de Agosto, sem qualquer impedimento por parte da Missão da ONU para o Sahara Ocidental.

A 29 de Agosto o Conselho de Ministros Saharaui responsabilizou as Nações Unidas e o Conselho de Segurança da violação marroquina sem precedentes do cessar-fogo, convidando-os a tomar imediatamente as medidas necessárias para acabar com as práticas desta violação.

O Conselho de Ministros exigiu a retirada de todo o arsenal e militares e elementos civis marroquinos da zona de separação de Guergarat, a sul da República Saharaui, alertando que qualquer inação ou passividade, seria considerado um sinal de luz verde às autoridades de ocupação marroquina para prosseguirem a sua política de intransigência, escárnio e agressão que ameaçam seriamente a paz e a segurança na região “.

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Sahara Ocidental possibilidade de retomar da guerra devido à incúria, irresponsabilidade, ganância e falta de moral e ética da comunidade internacional

mapa bandera rasdPor Isabel Lourenço*, 29 de agosto de 2016 / porunsaharalibre.org

Pode ser que dentro de em breve os Saharauis sejam acusados de terrorismo, de desestabilização da região e da guerra. Pois é falso. E é necessário afirma-lo e relembrar a cronologia para que o povo distraído, e média dependente não seja levado pela manipulação da comunicação social e para que a memória colectiva não seja alvo de Alzheimer.

Em 1991 a Frente Polisario e Marrocos sob os auspícios da ONU celebraram um cessar-fogo da guerra que Marrocos iniciou com a invasão e ocupação ilegal do Sahara Ocidental em 1975, bombardeando a população saharaui com fósforo branco e napalm (crime contra a humanidade que nunca foi punido), a deslocação de centenas de milhares de colonos de marroquinos para os territórios ocupados e a construção do maior muro de separação do mundo com 2720km de extensão. Transformaram a zona na área mais minada per capita do mundo e roubam descaradamente os recursos naturais, esgotam o maior lençol de água fóssil do Norte de África e pescam sem respeitar as normas de sustentabilidade. Assassinam, torturam e fazem desaparecer dezenas de milhares de saharauis, todo isto mesmo depois do cessar-fogo e sob o olhar da Missão da ONU no terreno, único organismo estrangeiro presente visto que o território é isolado do mundo e todos os que o visitam são expulsos.

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O Conselho de Ministros responsabiliza a ONU, pela violação marroquina do cessar-fogo

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Chahid al-Hafed (Campamentos de Refugiados Saharauis), 28/08/2016 (SPS)

O Conselho de Ministros culpou hoje as “Nações Unidas e o Conselho de Segurança da violação marroquina sem precedentes do cessar-fogo, convidando-os a tomar imediatamente as medidas necessárias para acabar com as práticas desta violação “.

Num comunicado divulgado após a sua reunião, o Conselho de Ministros “exigiu a retirada de todo o arsenal e militares e elementos civis marroquinos da zona de separação de Guergarat, a sul da República Saharaui, alertando que qualquer inação ou passividade, seria considerado um sinal de luz verde às autoridades de ocupação marroquina para prosseguirem a sua política de intransigência, escárnio e agressão que ameaçam seriamente a paz e a segurança na região “.

A este respeito, o Presidente da República e Secretário-Geral da Frente POLISARIO disse: “Este comportamento das autoridades de ocupação marroquinas só pode ser entendido como um sinal de sua intransigência, imprudência e desafiando a lei internacional e violação dos seus compromissos internacionais, como reação ao isolamento regional, continental e internacional “.

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