Extremadura acolhe evento do Sahara Ocidental organizado por FUSO

Teve lugar ontem na Assembleia da Extremadura, um acto por ocasião da Declaração Universal dos Direitos Humanos, organizado pela Fundação Sahara Ocidental, em colaboração com o Parlamento Extremadura,

Para este evento, a Fundação montou na Pátio Nobre da Assembleia da Extremadura, o jaima Zemla (tenda tradicional saharaui) onde foi oferecido o chá tradicional a os participantes e visitantes.

Em seguida, no Salão de Autonomia, a diretora da Fundação Sahara Ocidental, Rosario Garcia, apresentou o evento e os membros do Intergrupo da Assembleia da Extremadura “Paz e Liberdade para o Sahara”: Maria Victoria Dominguez Paredes (cidadãos), Eugenio Romero Borralo (Podemos), Rosa Romero Francisca (PP) e Lara Garlito Battle (PSOE). Os quatro deputados intervieram para assegurar o seu compromisso com o povo saharaui e os direitos humanos deste povo, também enfatizaram a necessidade de saber o que acontece no Sahara Ocidental diariamente. Em seguida, foi projetado o documentário “O Problema, o testemunho do povo saharaui” (financiados pelo AEXCID).

Depois da projeção, tomaram a palavra os activistas e defensores dos direitos humanos Brahim Sabbar, Dagja Lachgare, Matou Njourni e Sidi Mohamed Balla. Todos falaram sobre as violações dos direitos humanos que o regime marroquino tem cometido contra eles e os crimes que continuam a ser cometidos até aos dias de hoje contra os civis saharauis no território ilegalmente ocupado por Marrocos. Eles apelaram para o empenho das instituições e do governo da Espanha para denunciar a ocupação e genocídio a que está sujeito o povo saharaui há mais de 40 anos. Read more

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Decisão do Comité Contra a Tortura no caso de Naama Asfari

Em 2014 foi apresentada uma queixa de Naama Asfari, preso politico de Gdeim Izik, ao Comité contra a Tortura (CAT) pela ACAT ( associação cristã contra a tortura) com sede em França atravês de um dos seus advogados.

Após dois anos e pouco tempo antes do novo julgamento do grupo de Gdeim Izik no próximo dia 26 de Dezembro é publicada a decisão do Comité.

Nesta decisão o CAT reconhece que houve de facto tortura de Naama Asfari por parte das autoridades marroquinas e que o Estado Marroquino através dos seu sistema judicial não fez valer os direitos de Naama Asfari, nem procedeu à investigação necessária após a denuncia apresentada à justica marroquina.

Acrescentam ainda que Marrocos tem que indeminizar Naama Asfari por todos os maus tratos recebidos, que a visita dos seus familiares não pode ser impedida e que o julgamento no tribunal militar deve ser considerado nulo. Read more

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