Mentira de Marrocos denunciada pela Zâmbia

Ministro dos Negócios Estrangeiros da Zâmbia, Harry Kalaba

Zâmbia nega ter retirado o seu reconhecimento da RASD

HuffPost Algérie / Traduçao PUSL

A Zâmbia NÃO retirou o seu Reconhecimento da República Árabe Saharaui Democrática (RASD), disse o Ministério das Relações Exteriores da Zâmbia, num desmentido oficial após uma noticia publicada na agência de notícias Marroquina (MAP) e retransmitida nos meios de Comunicação.

“O Ministério do Exterior confirmou que contrariamente à informação transmitida pelos meios de comunicação o Rei de Marrocos na sua visita ao país NÃO conseguiu a retirada do reconhecimento da RASD pela Zâmbia ”, disse o Ministério da Zâmbia num comunicado, publicado esta segunda-feira na capa do jornal diário Zambia Daily mail.

Os media Marroquinos haviam atribuido ao Ministro dos Negócios Estrangeiros da Zâmbia, Harry Kalaba, falsas declarações sobre a chamado ” Retirada do seu país do reconhecimento da RASD ” depois de uma visita do Rei de Marrocos à Zâmbia.

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Brahim Ghali insta o SG da ONU a tomar medidas urgentes para completar as responsabilidades da ONU no Sahara Ocidental

Brahim Galiwilaya de Smara (acampamentos de refugiados saharauis), SPS 02.27.17

O Presidente da República e Secretário-Geral da Frente Polisário, o Sr. Brahim Ghali, fez um apelo ao Secretário-Geral das Nações Unidas, o Sr. Antonio Guterres, a fim de tomar medidas urgentes para completar as responsabilidades das Nações Unidas no Sahara Ocidental.

Num discurso no ato central pelo 41º aniversário da proclamação da RASD na wilaya de Smara o presidente saharaui disse: “Nós dirigimos o nosso apelo ao novo Secretário-Geral das Nações Unidas para que tome medidas urgentes para completar as responsabilidades e obrigações das Nações Unidas e da execução das suas decisões sobre a concessão da independência do povo saharaui, como foi o caso de todos os povos e países colonizados “.

Ele também exigiu um fim às violações dos direitos humanos por parte de Marrocos, a libertação dos presos políticos saharauis e o fim da pilhagem dos recursos naturais saharauis.

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Brahim Gali – o povo Saharaui está mais unido que nunca, o nosso Estado será um factor de paz e estabilidade na região

O Presidente da República Árabe Saharaui Democrática (RASD) e Secretário Geral da Frente Polisário, Brahim Gali, concedeu uma entrevista ao Jornal Tornado e ao Porunsaharalibre, durante a sua visita de Estado a Moçambique.

No final de um programa intenso de contactos em Maputo a todos os níveis institucionais, ficou claro que o Estado e povo moçambicano defendem os princípios de respeito pelo direito da autodeterminação dos povos e assim continuarão o seu apoio incondicional ao povo saharaui como foi reafirmado em todas as intervenções por parte do Presidente Filipe Nyusi, assim como por parte da Frelimo, de todos os representantes dos partidos com assento parlamentar e de organizações que representam a sociedade civil.

Brahim Gali é um homem calmo, com uma presença forte, um líder por natureza, recebe-me vestido com a Daraa branca, traje tradicional saharaui que envergou durante toda a visita de Estado, e que é a afirmação de identidade nacional e cultural.

O chá saharaui não falta, fonte de energia e ao mesmo tempo símbolo de partilha. A voz tranquila e forte do líder militar que agora é o líder do seu povo. transmite uma convicção absoluta na vitória da justiça, a autodeterminação do povo saharaui e a edificação de um Estado.

A recente adesão de Marrocos à União Africana (UA) foi tema transversal em todos os encontros e discursos onde ficou claro que muitos países se opuseram ao facto, que o país que ocupa o Sahara Ocidental de forma ilegal, fosse admitido antes de se solucionar o conflito e a descolonização fosse terminada. Não obstante foi também referido que agora que o Reino Alauita se encontra no seio da UA o quadro político foi alterado e Marrocos deve respeitar o texto fundador da organização continental respeitando as fronteiras herdadas do colonialismo europeu.

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Polisário partilha a preocupação do Secretário-Geral das Nações Unidas sobre a situação actual na região El Guergarat no Sahara Ocidental

Bir Lahlou, (territórios libertados), 26/02/17 (SPS)

A Frente POLISARIO disse no domingo que “partilha a preocupação do Secretário-Geral da ONU sobre a situação actual na região de El Guergarat no Sahara Ocidental e apoia o seu apelo para o respeito pelo espírito e letra do cessar-fogo em vigor desde 1991 como parte da implementação do plano de paz da ONU e da OUA, cujo objectivo continua a ser a realização de um referendo sobre a autodeterminação do povo do Sahara Ocidental “.

A Frente POLISARIO reiterou num relatório divulgado hoje que a situação em El Guergarat não é um episódio isolado e “não havia estradas na época de estabelecimento do cessar-fogo, nem tráfego comercial entre o muro de ocupação marroquina e a fronteira com a Mauritânia. A existência de tal tráfego hoje, é uma violação do estatuto do território e do cessar-fogo “.

“A decisão de Marrocos hoje em recuar as suas tropas algumas centenas de metros, perto de El Guergarat é uma cortina de fumaça que não esconde o desprezo de Rabat pelo direito internacional, a sua obstinação e rejeição de quase três décadas de aplicação das resoluções do Conselho de segurança e da Assembléia Geral sobre o Sahara Ocidental “.

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Brahim Gali recebe apoio incondicional de Moçambique

Numa visita que incluiu encontros e conversações com o Presidente Nyusi, membros do governo de Moçambique, presidência e líderes dos grupos parlamentares da Assembleia da República, a Frelimo e a organização Marcha de Mulheres, o Presidente da RASD, Brahim Gali e a delegação que o acompanhou recebeu a reafirmação do apoio incondicional de todos os representantes moçambicanos à luta pela independência e soberania do Sahara Ocidental.

“.. a ocupação por si só é o primeiro direito humano a ser violado!”

Esta foi a reposta de Oldemiro Baloi, Ministro do Negócios Estrangeiros e de Cooperação à uma pergunta do “Jornal Tornado” e do “Por Un Sahara Libre” (PUSL) sobre a situação dos Direitos Humanos no Sahara Ocidental. Numa conferência de imprensa após a conversão entre os dois chefes de Estados, os ministros de Negócios Estrangeiros de Moçambique e da RASD apresentaram um resumo do teor do encontro. O membro do governo reafirmou a solidariedade com o povo saharaui e o compromisso de Moçambique na defesa do direito à soberania dos seus irmãos da RASD. A independência é a única solução, segundo Baloi. A assinatura de um protocolo de consultas políticas é o ponta pé de saída para uma nova etapa de cooperação e aprofundamento das relações bilaterais entre os dois Estados.

Em relação à entrada na UA, Baloi, explicou o processo de admissão de Marrocos ao qual Moçambique e um grupo de outros países se opôs visto ser um colonizador e na realidade o que pretende é o afastamento da RASD da organização africana, mas perante o facto consumado se tem que ter boa fé e ver o que irá acontecer.

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Encontro de organizações de mulheres saharauis e moçambicanas

Fatma El Mehdi, secretária geral da UNMS e Mariazinha Nguisse, secretária geral da UMM

No âmbito da visita de Estado do presidente Brahim Gali a Moçambique, realizou-se um encontro entre a UNMS (União de Mulheres Saharauis) e a UMM (União de Mulheres Moçambicanas).

Fatma El Mehdi,secretária geral da UNMS foi recebida por Mariazinha Nguisse, secretária geral da UMM. Neste encontro foram abordados os vários problemas das mulheres africanas destes dois países.

Os programas desenvolvidos pela UMM e a experiência de luta das mulheres nos movimentos de libertação nacional.

Fatma Mehdi, falou sobre o papel da mulher na sociedade saharaui e os desafios que representa ser mulher em campos de refugiados e nos territórios ocupados.

O fortalecimento das relações bilaterais, o aprofundamento do trabalho conjunto e intercâmbio de experiencias são os pontos a desenvolver num futuro próximo.

Mariazinha Nguisse reafirmou a solidariedade das mulheres moçambicanas com o povo saharaui.

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Presidente Saharaui em visita de Estado a Moçambique

Brahim Gali, presidente da República Árabe Saharaui Democrática (RASD) chegou esta tarde ao aeroporto de Maputo, Mozambique onde inicia uma visita de Estado nos próximos dois dias, com encontros com o presidente Filipe Jacinto Nyusi e as instituições moçambicanas. Fazem parte da comitiva presidencial Mohamed Salem Uld Salek, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Bulahi Sid , Ministro da Cooperação; Brahim Ahmed Mahmud, Ministro de Estado da Segurança e Documentação; Fatma El Mehdi, Secretária-Geral da União Nacional das Mulheres Saharauis e Kerbach Mohamed Molud, Conselheiro na Presidência.

O presidente da RASD está a realizar um conjunto de viagens de Estado no continente Africano, tendo já visitado África do Sul, Zâmbia e Argélia, esta visita insere-se neste conjunto de contactos do novo presidente .

Moçambique é um aliado da Frente Polisario e da República Saharaui Democrática desde a sua criação, e foi o sexto país a reconhecer o jovem Estado Saharaui a 13 de Março de 1976. De 1977 até 1982 a Frente Polisário tinha uma delegação em Maputo e já em 1982 foi inaugurada a Embaixada da RASD.

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MMM de Moçambique Solidário com povo Saharaui

A Marcha Mundial das Mulheres de Moçambique organizou um acto de solidariedade, denuncia e sensibilização em Maputo na sexta feira, para assinalar o dia da Mulher Saharaui.

As organizadoras trouxeram para a África Austral o sofrimento das suas irmãs saharauis.

O embaixador da RASD em Moçambique, o Sr. Ouadadi Chej Ahmed El Heiba fez um resumo da situação actual e elogiou o trabalho desenvolvido pela MMM e outras organizações de mulheres moçambicanas em prol de um mundo mais justo e fraterno.

Graça Samo do secretariado internacional da MMM reafirmou o caracter da solidariedade internacionalista do movimento e a necessidade de reforçar o apoio à luta da mulher saharaui pela independencia.

A presidente da organização, Sra. Maria Paula informou sobre ações já desenvolvidas no âmbito desta luta. Segundo Maria Paula é imprescindível e urgente a ação concreta.

Graça Samoa disse que se tinha que acrescentar a luta anticolonialista à base dos principios do movimento – a luta antipatriacal e anticapitalista – até que África esteja livre na sua totalidade.

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Sahara Ocidental: O Conselho de Segurança reunirá a 22 de Fevereiro

Em Ennahar online

O Conselho de Segurança realizará uma reunião a 22 de Fevereiro sobre a situação no Sahara Ocidental, incluindo o processo de paz que está parado desde 2012.

Esta reunião, foi agendada a pedido do Uruguai, membro não-permanente do Conselho de Segurança.

O órgão da ONU pediu ao Departamento de Operações de Paz para fazer um balanço da situação no Sahara Ocidental para a reunião que se realiza num contexto de bloqueio de por parte de Marrocos de qualquer iniciativa para uma solução pacífica da conflito.

O representante na ONU da Frente Polisario, Ahmed Bukhari, apelou ao Secretário-Geral das Nações Unidas, Antonio Guteress para “se envolver o mais cedo possível na resolução deste conflito para garantir o respeito pelas resoluções das Nações Unidas e a missão para “o referendo no Sahara Ocidental (MINURSO)”.

Bukhari advertiu contra “a estratégia ( estás a favor ou contra mim) empreendida por Marrocos para intimidar o secretário-geral da ONU.” Na Terça-feira, o representante da Frente Polisario disse a associação de correspondentes da ONU que “o processo de paz tem sido prejudicada, e a MINURSO foi uma das vítimas” deste bloqueio.
Ele acrescentou que o enviado especial do Secretário-Geral da ONU tem visto impedida a sua liberdade de movimento, por Marrocos para retomar a mediação entre os dois lados do conflito.

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Acção de protesto pela libertação de presos politicos saharauis em Lisboa

Um grupo de cidadãos Portugueses solidários com os presos saharauis realizou, esta quinta-feira em Lisboa, uma acção de sensibilização, protesto e denúncia sobre a situação dos presos saharauis nas prisões marroquinas e denunciando os julgamentos ilegais e as duras e injustas sentencas impostas.

Francisco Raposo, um dos organizadores diz que com esta iniciativa, o grupo de cidadãos solidários com os presos de Gdeim Izik quer alertar a população e os media sobre os crimes cometidos por Marrocos contra estes activistas de direitos humanos e o povo do Sahara Ocidental e exige a liberdade para o grupo de Gdeim Izik e a prestação de cuidados médicos a estes presos assim como a libertação de todos os presos políticos saharauis e o reconhecimento do direito à autodeterminação e independência do Sahara Ocidental.

A acção decorreu numa das Ruas mais emblematicas de Lisboa, o grupo vestia T-shirts com marcas de sangue e fotos dos presos com descrição das torturas a que foram sujeitos.

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Delegação de activistas saharauis recusa entregar identificação à autoridades de ocupação

Na madrugada de dia 16 de fevereiro uma delegação de activistas saharauis que tinham ido assistir ao julgamento dos estudantes saharauis, presos políticos em Marraquexe, foi obrigada a parar num posto de controle à entrada nos territórios ocupados.

Hmad Hamad vice-presidente da Codapso contou ao PUSL que estiveram retidos mais de uma hora antes de poderem entrar no seu país, na entrada de El Aaiun, no posto de controle. As autoridades de ocupação exigiam que lhes fossem entregues os documentos de identificação dos 4 activistas, Hmad Hamad, Abdelaziz Biay, Ahlil Asofi e Brahim Dahlil.

Os activistas recusaram entregar os documentos, não reconhecendo nenhuma autoridade aos policias marroquinos nos territórios ocupados. Quando um dos agentes disse a Hmad que eles tinham que entregar os documentos porque eram marroquinos, o activista respondeu: “Eu não sou Marroquino, sou Saharaui e esta identificação para mim não passa de um documento de viagem! A lei internacional é muito clara, o Sahara Ocidental não é Marrocos, somos um território ocupado!”

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