Marrocos renova as suas ameaças contra a União Europeia devido à decisão do TJE

Marruecos retoma sus amenazas contra la Unión Europea por la sentencia del TJUE

Por Jalil Mohamed / Mundiario.com

Marrocos tenta forçar os países europeus a violarem o direito internacional e o acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia para continuar a tirar o máximo benefício económico das zonas ocupadas do Sahara Ocidental.

O reinado de Mohamed VI emitiu um comunicado através do Ministério da Agricultura e Pescas, alertando os países europeus que irão sofrer as consequências se cumprem o acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), que exclui as zonas ocupadas do Sahara Ocidental dos tratados agrícolas e de pesca. Em tom hostil, o ministério marroquino disse que a Comissão Europeia “é obrigada” a anular os inatentos de “interferir” com os acordos assinados entre a União Europeia e Marrocos.

A declaração não deixa para trás uma das ferramentas mais eficazes para pressões de Marrocos contra países europeus: a imigração. O Ministério marroquino da Agricultura e Pescas ameaça “Qualquer obstrução à implementação deste acordo afeta diretamente milhares de empregos em um setor muito sensível, levando a uma nova onda de imigração”. Read more

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Claude Mangin chegou esta tarde a Ginebra após expulsão por Marrocos

Segundo informação do Ministério de Negócios Estrangeiros Francês, Claude Mangin regressou à Europa ao aeroporto de Ginebra esta tarde após a sua expulsão de Rabat e Casablanca.

A esposa do preso politico Naama Asfari tinha sido expulsa ontem de Rabat e obrigada a voar para Casablanca. Nesse aeroporto a Sra. Mangin informou que não ia embarcar em nenhum voo e que ia ficar em protesto até lhe ser autorizada a visita ao seu marido.

Marrocos não acedeu e acabou por expulsar Claude também de Casablanca.

O reino alauita mais uma vez não respeita as próprias leis que ditan o direito de visita dos familires directos aos detidos.

A sra. Magin é professora, funcionária pública em França, com residência fixa e sem antecedentes penais.

A única acusação que Marrocos lode fazer é que Claude Mangin tem uma opinião diferente do Reino de Marrocos sobre a legalidade da detenção do seu marido. Opinião essa que foi confirmada pelo próprio tribunal de cassation marroquino ao anular o julgamento militar de 2013 do grupo de Gdeim Izik no qual se insere Naama Asfari. Read more

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Apelo de solidariedade com Claude Mangin

Às 4h30 de hoje Claude Mangin continua no aeroporto de Casablanca, ao frio.

A Sra. Mangin está ha mais de 9horas no aeroporto de Casablanca para onde foi obrigada a ir após a sua expulsão pelas autoridades marroquinas em Rabat.

“Tenho muito frio, estou gelada e sem possibilidade de de aceder a bebida ou alimento.”

Marrocos expulsa a professora Mangin pela única razão de querer impedir que ela possa visitar o seu marido na prisão.

Naama Asfari é um dos presos politicos saharauis do Grupo Gdeim Izik e cumpre uma pena de 30 anos.

O comité contra a tortura das Nações Unidas considerou Marrocos culpado de detenção arbitrária, tortura e julgamento ilegal sem quaisquer evidencias de Naama Asfari ter cometido algum crime, acrescido do facto de ter sido detido um dia antes dos alegados crimes.

Apelamos a todos que manifestem o seu protesto publicamente a mais uma grave violação dos direitos mais elementares destes presos e seus familiares. Read more

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Claude Mangin no aeroporto de casablanca após expulsão de Rabat

Urgente difundir

Claude Mangin, esposa de Naama Asfari está em protesto no aeroporto de casablanca após expulsão de Rabat. Mangin é francesa e esposa de Asfari, um dos presos politicos de Gdeim Izik, ativista saharaui injustamente condenado por um tribunal militar a trinta anos de prisão em 2010.

Claude foi impedida de sair do aeroporto de Rabat pelas autoridades marroquinas obrigando-a a ir para Casablanca. A Sra. Mangin vinha visitar o seu marido, esta professora de história e geografia já tinha sido arbitrariamente expulsa m outubro. Naâma Asfari, que foi preso no processo de desmantelamento do acampamento de protesto Gdeim Izik em 2010, apresentou uma denúncia das torturas sofridas junto dos tribunais franceses e ao Comité das Nações Unidas contra a Tortura, que condenou Marrocos neste caso.

Em 27 de julho, o Supremo Tribunal anulou a condenação do tribunal militar contra esses ativistas. Um julgamento de recurso fou aberto em 26 de dezembro. E deve ser continuado em 13 de março. O direito de visita da sua esposa francesa assim como dos seus advogados é um direito básico de Naâma Asfari, que mais uma vez é desrespeitado pelas autoridades marroquinas. Read more

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