Vigília no 24º dia da greve de fome de Claude Mangin, esposa de preso político saharaui

PUSL.- Apoiantes de Claude Mangin-Asfari, esposa de Naama Asfari preso político saharaui, que mantém uma greve de fome, desde 18 de Abril, realizaram ontem uma vigília com velas em frente da Câmara Municipal de Ivry sur Seine, que acolhe a grevista em protesto contra a proibição do governo marroquino de a deixar entrar no país e visitar o seu marido, em detenção desde 2010.

O 24º dia da greve de fome coincidiu com o aniversário da Sra. Mangin que recebeu já centenas de cartas de apoio de todos os continentes e cujo caso tem sido seguido na imprensa francesa.

Dezenas de associações e organizações, deputados europeus, deputados franceses e representantes de governos como o caso da África do Sul, têm enviado apelos ao presidente Macron para que contacte o governo de Marrocos para interceder a favor de Claude Mangin cujos direitos mais elementares têm sido negados,

“Até 2016 eu pude ver o meu marido com alguma regularidade, mas desde então foi-me recusada a entrada em Marrocos quatro vezes”, contou Claude Mangin.

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Marrocos detém e expulsa de El Aiún dois cooperantes de uma ONG sueca

dn.pt.- As autoridades marroquinas detiveram nas últimas horas em El Aiún dois membros da Organização Não-governamental sueca Emmaus Stockholm e encaminharam-nos ao aeroporto de Casablanca para serem expulsos, disseram hoje jornalistas saarauís (Equipe Media) citados pela agência espanhola Efe.

Segundo as mesmas fontes, Juan Obregón, coordenador de programas daquela ONG, e a sua colega Caroline Nord foram abordados pela polícia marroquina quando se preparavam para uma reunião com uma associação de defesa dos direitos humanos saarauí nesta zona anexada por Marrocos desde 1975.

“Os cooperantes iam numa visita de trabalho com a Associação Saarauí de Vítimas de Violações dos Direitos Humanos. Foram interrogados e depois foram expulsos do Saara Ocidental ocupado”, afirmou um dos jornalistas.

A mesma fonte referiu que o cooperante disse que estavam a ser vigiados por agentes da polícia no aeroporto e que os seus passaportes haviam sido confiscados, estando agora à espera para serem deportados para Estocolmo. Read more

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