PSD e CDS contra esforços encetados pela ONU do reinicio das negociações entre o Reino de Marrocos e a Frente Polisário

PUSL – JORNAL TORNADO.- O voto de congratulação apresentado pelo Grupo Parlamentar do PCP (Partido Comunista Portugês) na Assembleia da República, pelos esforços encetados pelas Nações Unidas para o reinício das negociações entre o Reino de Marrocos e a Frente Polisário teve a provação do ponto 1, com a votação a favor do PCP (Partido Comunista Português), PEV (Partido Ecologista os Verdes), PS (Partido Socialista), BE (Bloco de Esquersa) e PAN (Partido dos Animais e Natureza) tendo tido a abestenção de 1 deputado do CDS (Partido do Centro Democrático Social) e os votos contra de PSD (Partido Social Democrata) e CDS.

Ponto 1- Congratula-se com os esforços para alcançar uma solução justa e duradoura para o Sahara Ocidental, que passará necessariamente pela efetivação do direito à autodeterminação do povo Saharaí, no respeito dos princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional

O Ponto 2 foi rejeitado com os votos contra do PSD, CDS e PS, contando apenas com os votos favoráveis do PCP, PEV, PAN, e 7 deputados do PS e a abstenção de 1 deputado do CDS.

Ponto 2- Insta o Governo a promover, no âmbito da política externa e, nomeadamente, nas instituições internacionais em que Portugal se faz representar, uma ação consequente em prol da concretização do direito à autodeterminação do povo Saharauí.

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43 anos da invasão militar do Sahara por Marrocos

PUSL.- 31 de outubro assinala 43 anos da invasão militar marroquina do Sahara Ocidental.

Em 31 de outubro, 1975 tanques e regimentos blindados do exército marroquino invadiram o Sahara Ocidental começando em Hauza e Djederia (leste de Smara).

O regime marroquino camufla a invasão militar que começa a destruir, matar e raptar saharauis, desviando a atenção para a Marcha Verde (a Marcha Negra), atingindo o posto de fronteira Tah, entre Daoura e Tarfaya (Sahara Ocidental), a 6 de Novembro de 1975.

Espanha tinha obrigações claras enquanto metropole que violou segundo o direito internacional. A atitude de Espanha e falta de dignidade representou uma traição do povo saharaui que continua a sofrer com a ocupação e o exílio.

CONDENAMOS A INVASÃO MILITAR MARROQUINA DO SAHARA OCIDENTAL em 31 de outubro de 1975!!
‘Condenamos a MARCHA VERDE (marcha negra) a 06 de novembro de 1975!!

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El Bachir Khadda suspende greve de fome no 43 dia

PUSL.- Após um apelo desesperado da familia El Bachir Khadda suspendeu a greve de fome que iniciou há 43 dias contra os sucessivos maus tratos e o isolamento prolongado a que está sujeito há mais de um ano.

O estado de saúde de El Bachir Khadda é alarmante e corre risco de vida.

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O Comité contra a Tortura da ONU pediu a libertação imediata do preso político saharaui Abbahah

PUSL.-Segundo as nossas fontes, uma queixa individual foi apresentada ao Comitê contra a Tortura (CAT) em maio deste ano pela advogada de Abbahah, Maître Olfa Ouled. O CAT respondeu imediatamente após o pedido de medidas urgentes e pediu ao Governo marroquino que pusesse fim aoisolamento prolongado a que Abbahah está sujeito há mais de oito meses.

Abbahah dever ser libertado devido ao seu estado de saúde, disse o Comitê.

As medidas provisórias (medidas urgentes) são exigidas pelo CAT como uma proteção até que a decisão final sobre o caso seja dada.

A advogada Olfa Ouled não quis comentar sobre os procedimentos em curso no Comitê contra a Tortura, já que esses procedimentos são longos e confidenciais.

Mas a advogada de defesa de 18 presos políticos do Grupo Gdeim Izik reafirma que continuará a lutar na frente legal para proteger a vida desses homens inocentes que estão a morrer. Segundo ela, todo o grupo tem que ser protegido, uma vez que são infligidos danos propositados ​​à sua saúde.

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Faleceu o activista saharaui Mohamed Fadel Baida

PUSL.- Mohamed Fadel Baida nasceu em 1933 e faleceu ontem. O activista de Dakhla era bem conhecido do povo saharaui. Pai de Mahjoub Awlad Cheikh, activista e ex-preso politico.

Baida foi o único que apesar das ameaças das autoridades marroquinas abriu as portas a uma delegação de activistas que visitou Dakhla no inicio dos anos 2000, mostrando assim não apenas coragem e determinação como a dignidade pela luta pela auto determinação.

A equipa do PUSL envia as condolências à familia e ao povo saharaui.

CEA da Universidade do Porto assina protocolo com Universidade de Tifariti

(fotos Henrique Borges)

PUSL.- O Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto (CEAUP) e a Universidade de Tifariti assinaram ontem um protocolo que tem como objectivo a colaboração academica e o desenvolvimento de projectos.

O Reitor da Universidade de Tifariti, o Prof. Jatari Anda-la Ahmed Salem participou anteontem na 1ª Conferência CEAUP “SISTEMAS EDUCATIVOS NA ÁFRICA OCIDENTAL” e expôs a situação vivida pelo povo saharaui nos territórios ocupados e nos Campos de refugiados.

A universidade de Tifariti é um projecto único no mundo visto estar localizada nos Campos de refugiados saharauis no deserto Argelino.

A conferência e a assinatura do protocolo deram a oportunidade a docentes e estudantes da Universidade do Porto conhecerem a realidade vivida pela populaçāo saharaui e o empenho do governo saharaui no desenvolvimento de um ensino de qualidade.

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Preso politico saharaui em greve de fome continua em isolamento

PUSL.- Mohamed Bourial que entrou em greve de fome no passado dia 12 de Outubro após ter sido posto em isolamento assim que chegou à prisão Tiflet2 continua na cela de castigo.

Ninguém da administração da penitenciária, nem da equipa médica visitou o preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik.

Bourial não tem acesso à medicação que toma diariamente, mais uma vez Marrocos desrespeita o direitos internacional e as próprias leis.

Em Tiflet2 estão também em greve de fome El Bachir Khadda há 36 dias e Abdallah Abbahah há 23 dias.

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O relatório que não querem que leiam

PUSL.- Desde as 11h de sabádo 20 de Outubro até Segunda-feira 22 de Outubro, a página porunsahalibre.org (PUSL) esteve inoperacional e inacessível. Este “problema técnico” aconteceu minutos após a publicação do relatório da Fundacion Sahara Occidental sobre a Tortura da populaçāo saharaui sob ocupação

O relatório demonstra claramente a prática continua de tortura pelas autoridades marroquinas nos territórios ocupados do Sahara Ocidental

Tortura esta praticada há decadas e de forma impune sem que a comunidade international actue.

Leia o relatório:

Informe Fundación Sáhara Oc… by on Scribd

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Preso político saharaui El Bachir Khadda: 35 dias em greve de fome

PUSL.- Hoje El Bachir Khadda entrou no 35º dia de greve de fome. O preso político saharaui do Grupo Gdeim Izik está em protesto contra os maus-tratos contínuos, o confinamento prolongado e a transferência da prisão de Tiflet2, que se encontra a mais de 1300 quilómetros da sua cidade natal no Sahara Ocidental, para uma prisão mais próxima da sua família.

A Família do Sr. Khadda está extremamente preocupada com a situação de risco de vida em que SE encontrar o preso politico.

Nas primeiras semanas, Khadda foi colocado na enfermaria, embora isolado de outros presos, mas de acordo com as últimas informações disponíveis, ele agora está sozinho na sua cela “normal”, onde está em confinamento prolongado desde 16 de setembro de 2017.

A Família insta a comunidade internacional a agir e responsabiliza as autoridades marroquinas pela vida de El Bachir Khadda.

A possível morte do Sr. Khadda, que foi sequestrado pelas autoridades de ocupação marroquinas em 2010 em El Aaiun, após o desmantelamento do campo de protesto Gdeim Izik, torturado durante anos, vítima de um julgamento civil e militar nullos perante a lei, estará nas mãos não só das autoridades marroquinas, mas também da comunidade internacional que ficou em silêncio.

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Relatório FUSO: A tortura sofrida pela população saharaui sob ocupação

PUSL e FUSO .- A Fundación Sáhara Occidental (FUSO), na seuqência do trabalho realizado durante anos de observação e monitorização dos direitos humanos, violações e genocídio cometido contra o povo saharaui, entendeu que era necessário elaborar um relatório, onde se resumisse de forma que se possa compreender e avaliar nos seus termos justos os processos de tortura a que esta submetida a população saharaui. Viu-se pois, oportuno publicar este relatório que se apoia apoiado nos numerosos relatórios e artigos existentes da Fundação e de outros organismos internacionais, e em colaboração e acordo com o trabalho que se tem vindo a realizar com Por un Sahara Libre .org (PUSL).

O relatório “A tortura sofrida pela população saharaui sob ocupação” é difundido com o objetivo de que seja uma ferramenta de trabalho, consciencialização e sensibilização. Tendo um conteúdo acessível e assimilável para qualquer pessoa, com ou sem conhecimentos na área dos direitos humanos ou em direito, possibilitando uma abordagem científica e técnica sobre a situação da tortura nos territórios ocupados do Sahara Ocidental, amparada e justificada pelos casos estudados e as numerosas entrevistas realizadas.

Além disso, e como objetivo primeiro deste relatório é fazer chegar aos fóruns internacionais, onde se decidem e debatem importantes questões sobre a proteção da população saharaui e o direito à autodeterminação e onde ser devem adotar os mecanismos necessários para que este genocídio e tortura parem, de forma a ajudar a que estes organismos e nações alterem as suas políticas sobre esta temática e tomem uma posição mais ativa na defesa da população saharaui.

Por todas estas razões a Fundación Sahara Occidental (FUSO), em conjunto com Por un Sahara Occidental .org (PUSL), tem vindo a trabalhar na elaboração deste relatório, que agora se publica, e que foi realizado com o rigor, profissionalismo e honradez que um tema tão sensível, duro e difícil como é a tortura da população saharaui merece.

Informe Fundación Sáhara Oc… by on Scribd

Hassan Dah, preso politico saharaui colocado em isolamento iniciou greve de fome

PUSL.- Hassan Dah preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik, actualmente na prisão de Kenitra foi posto em isolamento ontem após a visita de um familiar e iniciou uma greve de fome aberta.

O preso politico que cumpre uma pena de 25 anos reivindica o direito de continuar a estudar e fazer o doutoramento e protesta contra o tratamento a que tem sido sujeito.

As direcções das várias prisões em que estão detidos os presos politicos do grupo de Gdeim Izik têm posto estes presos em isolamento e celas de castigo de forma aleatória e sem qualquer justificação.

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