Salah Lebsir Prisioneiro político e jornalista saharaui transferido para a prisão de Bouzakarn

PUSL.- O activista político e jornalista, Salah Eddine Lebsir, foi transferido da prisão de Tata para a prisão de Bouzakarn na noite passada.

Salah Eddine Lebsir foi detido em 6 de junho de 2015, por participar em manifestações pacíficas na cidade de Smara, reivindicando o direito à autodeterminação do povo saharaui. Ele é um ativista político e jornalista conhecido pelas autoridades marroquinas. Lebsir foi condenado a quatro anos terminando a sua sentença em junho de 2019.

Durante o período de encarceramento, realizou várias greves de fome, exigindo tratamento humano e respeito pelos seus direitos elementares.

O jornalista foi transferido da prisão de Tata, que fica a 719 km de El Aaiun (capital do Sahara Ocidental), para Bouzakarn, a 479 km de distância. Read more

Ayúdanos a difundir >>>

Partido Trabalhista Australiano aprova resolução apoiando a autodeterminação do povo saharaui

PUSL.- O Partido Trabalhista da Austrália aprovou esta semana uma resolução durante sua Conferência Nacional em apoio à auto determinação do povo saharaui. Prevê-se que o Partido Trabalhista australiano vença as próximas eleições parlamentares em 2019.

A resolução aprovada sobre a autodeterminação do povo saharaui expressa o total apoio aos esforços do Enviado Pessoal do Secretário-Geral do Sahara Ocidental, Horst Kohler, antigo Presidente da República Federal da Alemanha, para reavivar o processo de paz entre as partes no conflito.

O Partido Trabalhista Australiano também expressa profunda preocupação com a situação dos direitos humanos no Sahara Ocidental e insta a ONU a mandatar a sua missão no Sahara Ocidental para monitorar e defender os direitos humanos. Read more

Ayúdanos a difundir >>>

O calvário Dos Presos de Gdeim Izik presos não tem fim

PUSL.- Passaram 518 dias após a última condenação dos presos políticos saharauis do grupo Gdeim Izik.

2963 dias após o desmantelamento do campo de protesto não violento de Gdeim Izik e as detenções e raptos de civis saharauis que SE seguiram.

Os 19 detidos do grupo Gdeim Izik ainda estão sujeitos a maus tratos, assédio e até mesmo tortura após dois julgamentos (julgamento militar em 2010 e de Recurso em 2016/2017).

A atenção médica é negada a esses prisioneiros, que sofrem não só das conseqüências das torturas brutais a que foram submetidos, mas também de doenças crônicas pré-existentes ou adquiridas após a detenção devido às condições de detenção, como asma, reumatismo, diabetes, entre outros. Read more

Ayúdanos a difundir >>>