Caso Polisario revela altos riscos por trás do entusiasmo ESG (critério ambiental, social e de governança) dos investidores

A acção judicial sobre o território africano em disputa afecta as ligações da UE com Marrocos

Financial Times / JOHN DIZARD. .- O que os militares chamam de guerra assimétrica – guerrilheiros lutando contra exércitos regulares – chegou ao mundo da conformidade.

Movimentos políticos com poucos ativos financeiros, sem falar na superioridade militar, podem ganhar na justiça contra os atores corporativos ou do governo.

Graças à sua capacidade de usar os seus ganhos, influenciando trilhões de dinheiro dos investidores, ou sensíveis fundos soberanos, eles podem gerar um enorme efeito.

Por exemplo o caso no Tribunal Europeu de Justiça em 29 de abril pela Frente Polisário, um grupo político que exige total soberania para o Sahara Ocidental ocupado pelos marroquinos. Seus advogados afirmam que Bruxelas está a violar a lei de direitos humanos da UE ao permitir, até encorajar, a importação de recursos naturais do território. Read more

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O Comité Saharaui CODAPSO reúne-se com o jornal dos EUA, o Wall Street Journal

Hmad Hammad, M. Dadash, D. Nissembaum y A. Biay

Redação e edição: Diario La Realidad Saharaui/ DLRS 17/05/2019
O Comité Saharaui CODAPSO reuniu-se com o jornal americano The Wall Street Journal.

O Comitê para a Defesa da Autodeterminação do Povo do Sahara Ocidental, CODAPSO, reuniu-se em 13 de maio na cidade ocupada de El Aaiun, Sahara Ocidental, com o jornal americano The Wall Street Journal e informou sobre a situação das violações dos direitos humanos. que os saharauis sofrem nos territórios ocupados.

Segunda a informação recolhida pelo DLRS , o Comitê para a Defesa do Direito à Autodeterminação do Povo do Sahara Ocidental reuniu-se em El Aaiun em 13 de maio com o distinto jornalista americano Dion Nissenbaum. Participaram do encontro o Sr. Sidi Mohamed Dadash, portador do Prémio Norueguês de Direitos Humanos Rafto, o Vice-Presidente do Comité, o Sr. Hmad Hammad e Abdelaziz Biay, membro da CODAPSO”. Read more

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Marrocos: lei usada para silenciar jornalistas

Mulher que filmou a polícia enfrenta 2 anos na prisão

(Nova Iorque) HWR – As autoridades marroquinas estão a utilizar uma lei destinada a impedir que as pessoas reivindiquem falsamente credenciais profissionais para acusações criminais contra pessoas que tentam expor abusos, disse hoje a Human Rights Watch.

No último caso, Nazha Khalidi, que é afiliada ao grupo ativista Equipe Media em El-Aaiun, no Sahara Ocidental, será julgada a 20 de maio de 2019, acusada de não cumprir os requisitos para se intitular jornalista. A polícia prendeu-a a 4 de dezembro de 2018, enquanto ela estava a transmitir em directo no Facebook uma cena de rua no Sahara Ocidental e denunciando a “repressão” marroquina. Ela pode ser condenada a dois anos de prisão.

“As pessoas que falam pacificamente nunca devem ter medo de ser presas por ‘fingir’ serem jornalistas”, disse Eric Goldstein, diretor adjunto do Oriente Médio e Norte da África da Human Rights Watch. “As autoridades não deveriam estar a usar uma lei destinada a impedir que uma pessoa não qualificada alegue ser um médico, por exemplo, para punir pessoas cujos comentários lhes desagrade.” Read more

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Seminário sobre Política e Direitos Humanos no Sahara Ocidental, em Pretória, África do Sul

PUSL.- Na última segunda-feira, dia 13 de maio, realizou-se no Conselho de Pesquisas em Ciências Humanas, em Pretória, na África do Sul, um Seminário sobre Política e Direitos Humanos no Sahara Ocidental.

O seminário foi organizado pelo Instituto Africano da África do Sul e co-organizado pela Africa Solidarity for Sahrawi e PorUnSaharaLibre.org (PUSL). Este seminário pretendia abordar os aspectos políticos e de direitos humanos que precisam ser considerados ao desenvolver uma solução para o conflito . Atualmente, as negociações para resolver a disputa foram reativadas. Tem havido grandes preocupações com os direitos humanos neste conflito, estando um grande número de saharauis em campos de refugiados, sob ocupação marroquina ou na prisão. Há mais de 40 anos que o povo saharaui espera exercer o seu direito à autodeterminação.

O Dr. Check Achu, Especialista Sênior em Pesquisa da AISA / HSRC fez a abertura do seminário, seguido pelo Dr. Onuorah Obodozie, Investigador Associado do Instituto de Estudos da Renascença Africana, que fez um breve resumo dos eventos que levaram ao conflito. Read more

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Conflito do Sahara Ocidental apresentado na Igreja Elim em Pretória, África do Sul

PUSL.- A Igreja Elim, em Pretória, na África do Sul, celebrou no dia 12 de maio o Dia das Mães para homenagear as mães na África e no mundo. Neste contexto, a congregação dedicou grande parte do serviço dominical à apresentação sobre a situação do conflito do Sahara Ocidental e, em particular, sobre a situação nos territórios ocupados e o sofrimento das mães saharauis que têm de criar educar os seus filhos sob ocupação marroquina.

O Pastor Immanuel Landman e a congregação rezaram pelo resultado pacífico deste conflito, pela protecção da população saharaui e por dar sabedoria aos líderes mundiais para que os saharauis possam alcançar rapidamente a sua liberdade.

A apresentação sobre o Sahara Ocidental foi feita pelo Sr. Atabongwoung Gallous, da Africa Solidarity for Saharawi, e pela activista portuguesa dos direitos humanos, Isabel Lourenço, membro da PUSL e da FUSO. Read more

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Africa Solidarity for Saharaui reúne com a Comissão dos Direitos Humanos da África do Sul

PUSL.- Africa Solidarity for Saharaui (AFRISOSA) reuniu com a Comissão dos Direitos Humanos da África do Sul (SAHRC) para uma apresentação dos últimos desenvolvimentos sobre o conflito do Sahara Ocidental no passado dia 10 de Maio em Pretória, África do Sul.

O Sr. Atabongwoung Gallous, presidente da AFRISOSA, transmitiu ao Presidente da SAHRC, Tseliso Thipanyane e aos diversos membros da direcção a atual situação no Sahara Ocidental, bem como o recente desenvolvimento da reunião do Conselho de Segurança da ONU, que prolongou o mandato da MINURSO (missão da ONU para o Sahara Ocidental) por seis meses.

Isabel Lourenço, activista portuguesa dos direitos humanos, apresentou o seu recente relatório sobre as crianças e estudantes saharauis nos territórios ocupados do Sahara Ocidental, bem como uma informação detalhada sobre os presos políticos saharauis detidos em prisões marroquinas. Read more

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Conferência sobre Sahara Ocidental na Universidade de Pretória – África do Sul

PUSL.- O Instituto de ciências politicas da Universidade de Pretória (DSPUP) acolheu, no dia 9 de Maio uma conferência sobre o Sahara Ocidental e os recentes desenvolvimentos a nível político e a realidade no terreno, co-organizada pela Africa Solidarity with Saharawi (ASS), Sand Blast e PorUnSaharaLibre.org (PUSL).

O Prof. Siphmandla Zondi do (DSPUP) e o Dr. Atabongwong Gallous da ASS fizeram uma breve introdução. O Sr. Gallous falou dos recentes desenvolvimentos e o contexto histórico e político do conflito do Sahara Ocidental.

Isabel Lourenço, colaboradora do PUSL e membro da FUSO, investigadora do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, que recentemente publicou um relatório sobre a situação vivida pelas crianças e jovens saharauis sob ocupação no Sahara Ocidental, apresentou não só esse relatório, mas também um relato sobre o dia a dia, as dificuldades e a repressão que afecta toda a população sob ocupação marroquina. O papel da MINURSO e a ausência de um componente de direitos humanos no seu mandato, assim como o papel da União Africana e os presos políticos saharauis foram outras das questões abordadas. Read more

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10 de maio, nascimento de Frente POLISARIO

Frente Polisario – Antecedentes históricos e fundação da Frente POLISARIO

Umdraiga.com.- As mudanças socioeconômicas que ocorreram no Sahara espanhol durante os anos 60 do século passado, levaram ao surgimento do nacionalismo moderno saharaui, com base na consciência nacional e não no tribalismo; com base em argumentos políticos e não sentimentos religiosos.

Nos primeiros anos da década, os nacionalistas formaram diversos agrupamentos políticos, mas nenhum deles teve influência decisiva sobre a população. Somente em 1967, um intelectual, Mohamed Sidi Ibrahim “Bassiri”, conseguiu reunir em torno dele um punhado de partidários da independência e, no ano seguinte, fundou o Movimento para a Libertação do Sahara (MLS).

Em suma, esta organização clandestina já contava com centenas de militantes e começou a influenciar a população saharaui. Read more

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Poderá John Bolton descongelar o impasse do conflito do Sahara Ocidental?

FAROUK BATICHE/AFP/Getty Images

A Frente Polisario criou uma presença diplomática internacional com um orçamento exíguo e vê a administração Trump como a sua melhor esperança em décadas para obter a independência do Marrocos.

De R. JOSEPH HUDDLESTON | 09 de maio de 2019 | foreignpolicy.com

Em março, o enviado pessoal do secretário-geral das Nações Unidas para o Sahara Ocidental, Horst Köhler, recebeu acolheu a segunda de uma série de conversas em mesas redondas para levar um conflito congelado a uma solução pacífica. Este conflito foi suspenso e está num impasse desde do acordo de cessar-fogo de 1991 que suspendeu uma guerra de 16 anos entre a monarquia marroquina e o movimento de libertação do Sahara Ocidental, chamado Frente Polisário.

Além de combater os militares marroquinos apoiados pelos EUA e pela França durante 16 anos, a Polisario construiu vários campos de refugiados no sul da Argélia para acomodar milhares de famílias que fugiram da violência. Estima-se que 165.000 refugiados saharauis, continuam a viver nestes campos, desde o início do conflito. Read more

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Dia Mundial da Liberdade de Imprensa: “Ser jornalista no Sahara Ocidental ocupado”

PUSL.- As Nações Unidas, numa de suas primeiras assembleias gerais, afirmaram que: “A liberdade de informação é um direito fundamental e … a pedra angular de todas as liberdades às quais as Nações Unidas são consagradas”.

Nos territórios ocupados do Sahara Ocidental, este direito, como muitos outros, não é respeitado por Marrocos, atacando, torturando e encarcerando os saharauis que, pondo em risco as próprias vidas, trabalham para que a luta pela liberdade do povo não caia no esquecimento, denunciando os abusos a que são submetidos pelo ocupante ilegal.

Marrocos aplica este bloqueio informativo não apenas jornalistas saharauis, mas também aos meios de comunicação internacionais aos quais é proibido exercer o seu trabalho na área e a entrada no território ocupado é apenas permitida aqueles que recebem autorização do Ministério do Interior com o compromisso prévio de cumprir com as exigências exigidas e desejadas pelo regime. Read more

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