LIBERDADE PARA O SAARA OCIDENTAL, FIM À REPRESSÃO

PUSL.- As organizações abaixo-assinadas reafirmando a sua solidariedade de sempre com o povo saarauí, condenam e exigem o fim imediato da violência e repressão que as forças ocupantes do Reino de Marrocos têm praticado, com particular intensidade, desde o passado dia 19 de Julho.

Este novo crescendo da repressão pelas forças de Marrocos ocorre desde o passado dia 19, quando a população saarauí, dos territórios ocupados, particularmente em El Aaiun, saiu às ruas a comemorar a vitória da seleção argelina de futebol na final do Campeonato Africano das Nações.

As comemorações, pacíficas, acompanhadas da exigência da independência do Saara Ocidental, foram de imediato violentamente reprimidas, havendo notícia da morte de uma jovem de 23 anos atropelada por um carro das forças marroquinas e de um número desconhecido de feridos. As forças marroquinas estarão a utilizar violência indiscriminada contra a população saarauí, incluindo o recurso a fogo real.

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CONDENAÇÃO DA BRUTAL REPRESSÃO MARROQUINA NOS TERRITÓRIOS OCUPADOS E CONVIDA A COMUNIDADE INTERNACIONAL A PROTEGER A POPULAÇÃO CIVIL SAHARAUI

As associações e os comités de amizade e solidariedade com o povo saharaui, as organizações de direitos humanos da América Latina e Caraíbas e várias personalidades da região condenam a repressão brutal das forças de segurança marroquinas à população civil que, no quadro das mobilizações espontâneas para celebrar nas ruas de várias cidades saharauis ocupadas o triunfo da Argélia na Taça das Nações Africanas 2019, exprimiram pacificamente o seu desejo de liberdade e independência.

No decurso da noite e da madrugada de sexta-feira 19 e sábado 20 de julho, as forças policiais marroquinas utilizaram balas de borracha, canhões de água e espancamentos brutais contra a população civil em El Aaiún e Dajla, entre outras cidades e localidades saharauis. , incluindo mais uma vez uma prática que viola os direitos humanos que tem sido observada por organizações saharauis e internacionais de direitos humanos: a atropelamento de civis em manifestações pacíficas.

Nesta ocasião, a vítima mortal foi Sabah Azman Hamida, uma jovem de 23 anos, que foi atacada por um veículo das forças de ocupação na Av. . Smara, na capital saharaui, evento que gerou uma ampla mobilização de protesto cidadão. À medida que as horas passaram, e que foi violentamente reprimido por centenas de policiais e agentes de segurança, deixando dezenas de feridos, entre jovens e mulheres, fatos que foram registrados, registrados e verificados por ativistas sociais e direitos humanos no campo.

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Socorro Gomes: Em solidariedade ao povo saaráui, condenamos a repressão marroquina que vitimou uma jovem e feriu vários manifestantes

Socorro Gomes – Presidenta do Conselho Mundial da Paz

PUSL.- Recebemos com grande consternação e revolta a notícia da morte da jovem saaráui Sabah Othman Ahmeida (Injourni), de 24 anos de idade, que foi atropelada por um carro da polícia marroquina durante a repressão brutal de um protesto na capital do Saara Ocidental ocupado, El Aaiun, em 20 de julho.

Relatos e imagens chocantes da repressão com que estes protestos foram respondidos pelas autoridades marroquinas incluem o uso de munição letal, espancamento e o atropelamento, como o que vitimou Sabah. Além disso, saaráuis contam que a jovem não recebeu atendimento médico urgente e apenas algum tempo após o ocorrido foi levada ao hospital onde morreu.

A violação dos direitos humanos dos saaráuis sob ocupação marroquina é reiteradamente denunciada, sem efeito, pelo povo saaráui e por organizações solidárias de todo o mundo. Essa violação começa pela não implementação do seu direito à autodeterminação, para que decida livremente sobre o seu destino político.

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Cebrapaz condena repressão marroquina no Saara Ocidental ocupado e lamenta a morte da jovem Sabah Ahmeida

PUSL.- O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ) soma-se às diversas entidades solidárias ao povo saaráui na mais veemente condenação dos brutais episódios de repressão das manifestações em El Aaiun, capital do Saara Ocidental ocupado pelo Marrocos, em 20 de julho. No episódio, a polícia marroquina atropelou e matou a jovem Sabah Othman Ahmeida (Injourni), de 24 anos de idade, tardando a prestar-lhe atendimento médico. Sabah morreu mais tarde, no hospital.

Diversos relatos e imagens chocantes têm sido difundidas pelos valentes saaráuis que gravaram o ocorrido, mostrando a brutalidade da repressão marroquina, com o uso de munição letal, o espancamento dos manifestantes e o atropelamento, como o que vitimou a jovem Sabah. São, porém, táticas recorrentes, o que demonstra a gravidade da situação do povo saaráui sob ocupação e colonização marroquina do seu território.

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Carta da Frente Polisario a Frederica Morgherini

Sua Excelência Federica Moguerini, Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança

Alta Representante,

Refiro-me a vossa Excelência com a urgência ditada pelos graves acontecimentos que ocorrem nos territórios do Sahara Ocidental, ocupados ilegalmente por Marrocos.

Como é sabido, as forças de ocupação desencadearam uma onda de repressão sem precedentes contra a população civil Saharaui, em El Aaiún, quando celebraram com alegria e pacificamente a vitória da equipe Argelina na Taça das Nações Africanas.

Esta repressão brutal teve como resultado macabro a morte violenta da jovem Sabah Azman, de 23 anos, deliberadamente atingida por um veículo das chamadas forças auxiliares. Abandonada no chão, sem receber a ajuda mínima, ela deu seu último suspiro. Muitos manifestantes sofreram ferimentos de gravidade variável, outros foram espancados e a perseguição durou até a madrugada de 20 de julho.

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Carta do PUSL para a presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Presidência do Conselho de Segurança da ONU

Sua Excelência Embaixador Gustavo Meza-Cuadra,
Representante Permanente do Peru junto às Nações Unidas

PUSL.- Desde 19 de julho de 2019, a cidade ocupada de El Aaiun, no Sahara Ocidental, está sitiada e a população saharaui está sob ataque brutal das forças marroquinas. Esta escalada da situação no terreno deve-se ao silêncio da comunidade internacional e, em particular, à ausência de um mandato que inclua um mecanismo de protecção da população civil na MINURSO.

Até mesmo crianças foram espancadas brutalmente e são vítimas de detenções arbitrárias. Ninguém é poupado. As forças de ocupação marroquinas estão a usar bastões, gás lacrimogêneo, canhões de água, balas de borracha e pedras. Centenas de membros das forças de segurança marroquinas, nomeadamente polícias, gendarmes e forças paramilitares participam nos ataques violentos que levaram a centenas de vítimas. Os ataques e rusgas de noite e de dia às casas dos saharauis com a destruição dos seus pertences e detenções arbitrárias continuam. Pessoas feridas não podem ir ao hospital com medo de serem imediatamente presas.

Centenas de veículos oficiais marroquinos e membros das várias forças estão a ser enviados para os territórios ocupados, ampliando ainda mais a enorme força militar e policial marroquina no Sahara Ocidental.

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Carta do PUSL aos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas

PUSL.- Desde 19 de julho de 2019, a cidade ocupada de El Aaiun, no Sahara Ocidental, está sitiada e a população saharaui está sob ataque brutal das forças marroquinas. Esta escalada da situação no terreno deve-se ao silêncio da comunidade internacional e, em particular, à ausência de um mandato que inclua um mecanismo de protecção da população civil na MINURSO.

Até crianças foram espancadas brutalmente e são vítimas de detenções arbitrárias. Ninguém é poupado. As forças de ocupação marroquinas estão a usar bastões, gás lacrimogêneo, canhões de água, balas de borracha e pedras. Centenas de membros das forças de segurança marroquinas, nomeadamente polícias, gendarmes e forças paramilitares participam nos ataques violentos que levaram a centenas de vítimas. Os ataques e rusgas de noite e de dia às casas dos saharauis com a destruição dos seus pertences e detenções arbitrárias continuam. Pessoas feridas não podem ir ao hospital com medo de serem imediatamente presas.

Centenas de veículos oficiais marroquinos e membros das várias forças estão a ser enviados para os territórios ocupados, ampliando ainda mais a enorme força militar e policial marroquina no Sahara Ocidental.

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Hmad Hamad: “Nações Unidas utilizam os territórios ocupados do Sahara Ocidental como base militar”

PUSL.- Hmad Hamad ( activista saharaui e vice-presidente da CODAPSO -Comité de Defesa do Direito à Autodeterminação do Povo do Sahara Ocidental)

As Nações Unidas, nomeadamente a MINURSO (Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental) está no Sahara Ocidental desde 1991, ano da assinatura do cessar-fogo entre a Frente Polisário e Marrocos. O cessar-fogo tinha como base a realização do referendo que permitira ao nosso povo escolher livremente o seu destino e alcançar a autodeterminação. Passados 28 anos continuamos sem referendo e agora sob quase 44 anos de ocupação por parte de Marrocos.

A MINURSO e o Conselho de Segurança não foram capazes de cumprir o que foi determinado em sede das Nações Unidas e passam décadas a protelar a implementação das resoluções que levariam ao fim de uma ocupação de 4 décadas.

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