Adiado julgamento de preso politico saharaui Lahoucine Amaadour (Husein Brahim)

PUSL.- O julgamento de Lahoucine Amaadour (nome saharaui Husein Bachir Brahim) foi adiado de novo no passado dia 17 de Setembro pelo Tribunal de primeira Instância de Marraquexe em Marrocos.

O julgamento foi agora adiado para próximo dia 22 de Outubro. O jovem preso politico saharaui encontra-se detido desde 17 de Janeiro de 2019 sem ter sido julgado. No próximo dia 22 de Outubro perfaz 9 meses e 6 dias (279) de detenção arbitrária sem julgamento o que é ultrapassa largamente o prazo estabelecido pela lei marroquina de 30 dias renováveis por 2 vezes.

Estiveram presentes três observadores internacionais e dois elementos da família na sala do tribunal. Os restantes elementos da família e activistas saharauis não foram admitidos na sala de tribunal apesar de se tratar de uma audiência aberta ao público.

O jovem activista apresentou-se em tribunal vestido com o traje masculino saharaui, a “Daraa” e entoando cânticos e palavras de ordem pela independência do Sahara Ocidental pondo em evidência o caracter político da sua detenção.

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Presos politicos Saharauis do Grupo Gdeim Izik em protesto

PUSL.- Vários presos políticos do Grupo de Gdeim Izik nas prisões de Tiflet, Kenitra, El Arjat y Ait Melloul realizaram nos passados dias 16 17 de Setembro uma greve de fome de 48horas.

Os 4 presos detidos em Tiflet (Abdallah Abbahah, Mohamed Bourial, Mohamed Lamin Haddi e El Bachir Khaddda) assim como Abdel Jalil Laaroussi detido em El Arjat, encontram-se em isolamento prolongado há mais de um ano e alguns casos há mais de dois anos desde a sua transferência de prisão em 17 de Setembro de 2017.

A maioria dos presos padece de doenças crónicas ou resultantes das torturas extremas a que foram submetidos e não têm assistência médica.

O processo jurídico aguarda a decisão do Tribunal Supremo de Marrocos que tem que se pronunciar sobre o último julgamento deste grupo, uma vez que o segundo julgamento teve lugar em virtude da anulação do julgamento em tribunal militar que segundo o Tribunal Supremo não mostrou provas suficientes e se baseou simplesmente em documentos produzidos pelas autoridades marroquinas.

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