Navios franceses controlam as águas do Sahara Ocidental

Nota do PUSL: Este texto não reflecte a terminologia, nem a linha, editorial do PUSL mas devido a importância de factos apresentados entendemos publicar na íntegra a versão original.

Mediapart – 18 DE SETEMBRO DE 2019 POR RACHIDA EL AZZOUZI, YANN PHILIPPIN E ANTTON ROUGET

Para controlar as ricas águas do Sahara Ocidental, as Forças Armadas Reais de Marrocos usam aviões de combate e barcos-patrulha entregues pela França. Essa situação ilustra as relações incestuosas entre Paris e Rabat, o que ajuda a bloquear a resolução desse conflito interminável.

Aliada inabalável do reino, a França é um dos fornecedores históricos de armas das Forças Armadas Reais de Marrocos. Inclusive para ajudá-los na ocupação militar do Sahara Ocidental. Vários navios e aviões de combate entregues pela França operam neste “território não autônomo no qual Marrocos não tem soberania reconhecida”, segundo a ONU.

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Marrocos anuncia porto de mil milhões de dolares em Dakhla

PUSL / Jornal Tornado.- De acordo com um artigo publicado na CR Digital Magazine, um portal on-line da construção africana, o governo de Marrocos anunciou planos para construir um porto de de mil milhões de dolares em Dakhla, uma cidade com uma população de cerca de 100.000 habitantes nos territórios ocupados do Sahara Ocidental.

Este porto e os projetos de mais de 7 mil milhões de dolares que Marrocos planeou para os territórios ocupados mostram o compromisso e a intenção de Marrocos de continuar a explorar os recursos naturais do Sahara Ocidental e manter a ocupação. Não há intenção de honrar a resolução das Nações Unidas nem de iniciar qualquer diálogo ou negociação credível com o representante legítimo do povo saharaui, a Frente Polisario.

Um comité, organizado pelo Ministério de Equipamento e Transporte; cujo mandato será o de supervisionar a construção já foi implementado e deve lançar licitações para o mega projeto antes do final do ano. O porto deve estar construido no prazo de sete anos, de acordo com as autoridades marroquinas.

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