TERCEIRO DIA DA ESTAFETA PARIS – BRUXELAS PELA LIBERDADE DOS PRESOS POLÍTICOS SAHARAUIS

PUSL.- Os participantes da “Maratona Paco Sánchez Falcón pela liberdade dos presos políticos saharauis” completaram hoje os 120 km da terceira etapa das quatro previstas.

Hoje deixaram a França para entrar no território belga.

Durante o jantar, foi realizada uma reunião com membros da comunidade saharaui na Bélgica, Mohamed Hassan, presidente da Associação “O Sahara não está à venda” e Mohamed Sidati, ministro da Europa da República Árabe Saharaui Democrática.

O dia de amanhã, o mais curto desta estafeta, está programado para começar às 9 horas e chegar à Praça do Luxemburgo (Bruxelas) às 11 horas, onde será realizada uma manifestação em que os atletas de maratona participarão juntamente com a comunidade saharaui na Bélgica, Olfa Ouled – advogada dos presos de Gdeim Izik, Isabel Lourenço do porunsaharalibre.org (PUSL), além de Sidmhamed Ahmed, responsável da diáspora na França e na Bélgica, e Mohamed Sidati ministro da Europa. Após a demonstração irão reunir-se no Parlamento Europeu com vários eurodeputados.

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SEGUNDA ETAPA DA ESTAFETA PARIS – BRUXELAS PELA LIBERDADE DOS PRESOS POLÍTICOS SAHARAUIS

PUSL.- Durante o dia 1 de novembro, sábado, terminou a segunda etapa, das quatro planeadas, da Maratona em estafeta de Paco Sánchez Falcón para a Liberdade dos Presos Políticos Saharauis.

Os atletas percorreram 115 km, 10 a mais do que haviam planeado, ainda em território francês.

Todos os participantes do evento etsão com muito animo e dispostos a chegar a Bruxelas com a mensagem de justiça para os presos políticos e liberdade para todo o povo saharaui.

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O estado de saúde dos estudantes saharauis em protesto em Rabat piora

PUSL .- Em 30 de outubro, o grupo de estudantes saharauis que protestam desde 1 de outubro em Rabat, em frente ao edificio da Universidade que reivindicam o direito de se matricular na referida universidade, entrou em greve de fome.

O precário estado de saúde dos estudantes, devido ao longo período de protesto que eles já concluíram, a greve de fome logo teve um custo, tendo que ser hospitalizados quatro deles a 1 de novembro. Neste momento, eles já deixaram o hospital e continuam o seu protesto junto com os seus parceiros.

O protesto estudantil é devido à recusa das autoridades marroquinas em permitir que eles se matriculem nos cursos de ciências sociais e de direito da Universidade de Rabat. Os funcionários alegam que o Conselho da Universidade afirma que eles não têm o direito de se marticularem porque não residem em Rabat nem têm documentos de identidade emitidos em Rabat.

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