Maurícias retira-se da Copa das Nações Africanas de Futsal em El Aaiun

PUSL.- A equipe das Maurícias seguiu a África do Sul e retirou-se da Copa das Nações Africanas de Futsal, que está a ter lugar em El Aaiun, capital do Sahara Ocidental ocupado.

A equipe foi ordenada a ir para casa pelo primeiro ministro do país, Pravind Jugnauth.

Na declaração oficial da CAF, podemos ler: “Gostaríamos de informar que a Associação de Futebol das Maurícias anunciou a sua retirada da Copa das Nações Africanas de Futsal Total, Marrocos 2020 antes do início da competição.
Portanto, os jogos Ilhas Maurícias x Libia e Ilhas Mauricias x Marrocos são cancelados e não terão lugar. ”

As Maurícias entraram apenas nas finais continentais depois que a África do Sul boicotou o evento em protesto do torneio ser sediado no Sahara Ocidental, um território sobre o qual Marrocos não tem soberania e ocupa desde 1975.

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Forças de ocupação marroquinas cercam El Aaiun para a celebração do futsal CAN-2020

PUSL.- A capital do Sahara Ocidental ocupado, El Aaiun, está totalmente cercada pelas forças de ocupação marroquinas durante a celebração do Futsal CAN-2020 por Marrocos, isolando totalmente os locais onde se realizam os vários eventos.

Segundo informação ao PUSL, ativistas saharauis de direitos humanos relatam que as suas casas são totalmente controladas pela polícia à civil e uniformizada. Eles controlam todos os seus movimentos a ponto de, na tarde de ontem, um jovem saharaui ter sido preso por exibir uma bandeira saharaui em frente ao hotel Nagjir, onde estão concentradas algumas das equipes participantes do evento desportivo.

Segundo as mesmas fontes, a população saharaui, apesar da presença de milhares de membros das forças de ocupação, está disposta a protestar contra este novo ultraje por parte do ocupante marroquino e da inação da comunidade internacional.

A celebração de eventos desportivos internacionais nos territórios ocupados é outra maneira que Marrocos usa para “normalizar o status quo”.

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Corrida frenética de Marrocos aproveitando vazio da ONU

PUSL/Jornal Tornado.- Nos últimos meses Marrocos acelerou o passo na “legitimação farsa” da soberania sobre o Sahara Ocidental. Uma manobra para consumo interno num panorama de revolta e contestação de uma parte significativa da população marroquina onde a “marroquinidade do Sahara” é um dos pilares e linhas vermelhas do Mahjzen (estado dentro do estado) e do Rei Alauita, Mohamed VI, e onde a ocupação ilegal do Sahara Ocidental serve de “distração” e demonstração de poder e força

Após os acórdãos do Tribunal de Justiça da União Europeia que reafirmam que Marrocos não tem qualquer soberania sobre o Sahara Ocidental, e as várias medidas urgentes indicadas pelo Comité Contra a Tortura relativas a presos políticos saharauis do Grupo de Gdeim Izik pedindo a sua libertação e opiniões dos vários mecanismos das Nações Unidas sobre a violação de Direitos Humanos no Sahara Ocidental, Marrocos contra-ataca como um animal ferido.

Acelera os acordos comerciais e o “greenwashing” com empresas supostamente “verdes” nos territórios ocupados, a oferta turística em Dakhla, a realização de eventos desportivos internacionais desportivos e finalmente a abertura de consulados de países africanos após terem recebido “ajuda financeira” de Marrocos.

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Futsal / CAN no El Aaiun ocupado: FIACS deplora a instrumentalização política do desporto

APS – Serviço de Imprensa da Argélia – LYON (França) – A Federação Internacional contra a Corrupção Desportiva (FIACS), deplorou nesta quarta-feira “a instrumentalização política do desporto, a fim de normalizar essa ocupação arbitrária”, após a domiciliação do futsal CAN-2020 por Marrocos na cidade ocupada de El Aaiun, que faz parte do território da República Árabe Saharaui Democrática (RASD).

“O FIACS denuncia a persistência de Marrocos na organização da Copa das Nações Africanas de 2020 no futsal na cidade saharaui ocupada de El Aaiun, opondo-se vigorosamente a uma abordagem que ignora a legalidade internacional e as resoluções da ONU relativas à solução do conflito no Sahara Ocidental”, pode-se ler numa declaração do FIACS enviada à APS.

“O apoio dado pela Confederação Africana de Futebol à Federação Marroquina Real de Futebol (FRMF) para organizar o futsal CAN 2020 na cidade ocupada de El Aaiun no Sahara Ocidental continua a ser uma tentativa por parte do regime marroquino de enganar certos países que não percebem as consequências de tal abordagem “, acrescenta a mesma fonte.

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Marrocos e a sua paranóia expansionista

PUSL.- Mais uma vez, o Reino de Marrocos demonstrou total falta de respeito pelos acordos e leis internacionais ao aprovar na sua Câmara dos Deputados duas leis com as quais pretende anexar as águas do Sahara Ocidental e de Espanha.

Especialista em Marrocos na aplicação do velho ditado espanhol “Rio revolto ganhos para os pescadores”, já o fez em 1975, ocupando ilegalmente o Sahara Ocidental aproveitando a complicada situação do regime de Franco, com a morte eminente do ditador Francisco Franco, faz agora novamente no momento em que a Espanha abre um novo governo de coligação, o PSOE – PODEMOS, com uma forte oposição por parte dos partidos da direita espanhola.

Esta decisão é causada pela grande riqueza da área, pois contém montanhas subaquáticas que contêm diferentes recursos naturais, como cobalto, telúrio e outros minerais de grande valor para a indústria.

A nova distribuição do espaço marítimo que Marrocos pretende é suposto fortalecer o seu controle sobre o território do Sahara Ocidental, uma vez que, para o recálculo da fronteira marítima, assume os territórios ocupados como seus, não indicando Tarfaya como o limite sul mas sim a cidade de La Guera que nunca foi reconhecida pelas Nações Unidas ou por qualquer Estado soberano como sendo marroquina.

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CAF muda o local de reunião e celebrações de El Aaiun, Sahara Ocidental ocupado para Rabat  

PUSL.- De acordo com meios de comunicação marroquinos, o Buro Executivo da Confederação Africana de Futebol (CAF) decidiu mudar o local e o horário da sua reunião, que coincide com a celebração do 63º aniversário de sua fundação, de El Aaiun, territórios ocupados do Sahara Ocidental para Rabat, capital do Reino Marroquino.

O local desta reunião foi altamente criticado pela Federação da Argélia, que advertiu que não compareceria à reunião se ocorresse nos territórios ocupados do Sahara Ocidental.

A reunião da CAF estava programada para ter lugar em El Aaiun, capital do Sahara Ocidental, a 6 de fevereiro, coincidindo com o torneio de futsal, que já foi boicotado pela Argélia e pela África do Sul e recebeu protestos de organizações não-governamentais de todo o mundo.
Marrocos decidiu sediar o torneio e, inicialmente, a reunião da CAF nos territórios ocupados para “mostrar a sua soberania” sobre o Sahara Ocidental em mais uma manobra para transformar a ocupação ilegal num fato consumado.

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Estados exortam Espanha a respeitar os direitos do povo saharaui no Conselho dos Direitos Humanos

WSRW.- A Namíbia e Timor-Leste recomendaram hoje que a Espanha respeite o direito do povo saharaui ao consentimento livre, prévio e informado no que diz respeito à exploração dos recursos naturais do Sahara Ocidental.

A Espanha passou hoje pela sua terceira Revisão Periódica Universal; uma revisão por pares por outros Estados Membros da ONU dos direitos humanos do país.

A Namíbia e Timor-Leste aproveitaram a oportunidade para manifestar as suas preocupações sobre o envolvimento da Espanha no roubo dos recursos naturais do Sahara Ocidental e recomendaram que a Espanha respeitasse o quadro internacional de Empresas e Direitos Humanos e, como tal, respeitasse o direito ao consentimento dado de forma livre, prévia e informado do povo saharaui à retirada de recursos da sua pátria.

Durante as duas revisões anteriores da UPR da Espanha em 2010 e 2015, nenhum Estado tratou da responsabilidade continuada da Espanha em relação ao Sahara Ocidental.

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Abertura de consulados no Sahara Ocidental ocupado: RASD solicita que UA tome medidas urgentes

Bir Lahlou (Territórios Libertados), 20 de janeiro de 2020 (SPS) – A República Árabe Saharaui Democrática (RASD) instou a União Africana (UA) e os seus membros a tomarem medidas urgentes para levar os Estados africanos a reconsiderar em as suas graves decisões de abrir “consulados” “nos territórios saharauis ocupados.

A abertura pela Costa do Marfim, Comores, Gâmbia, Guiné e Gabão de consulados nos territórios ocupados do Sahara Ocidental é um “acto perigoso que viola todos os princípios que levaram à criação da Organização da Unidade Africana (OUA), em particular a intangibilidade das fronteiras existentes no momento da independência, de acordo com o Artigo 4 do Acto Constitutivo da União Africana “, afirmou o Ministério das Relações Exteriores Saharui num comunicado à imprensa.

Através das suas decisões unilaterais de abrir consulados no Sahara Ocidental ocupado, esses estados africanos transgrediram princípios e objetivos da União Africana, nomeadamente o seu Pacto de Não Agressão e Defesa Comum, acrescentou a fonte.

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Josie Butler: “Faremos tudo ao nosso alcance para impedir a Nova Zelândia de financiar crimes de guerra”

PUSL.- Josie Butler, do “Sahara Ocidental Solidariedade Aoteroa (Nova Zelândia)”, foi uma das organizadoras dos recentes protestos contra a importação de fosfatos de sangue na Nova Zelândia. Em entrevista ao PUSL, a senhora Butler explicou como os ativistas da Nova Zelândia agem em solidariedade com o Povo saharaui.

Josie Butler, activista indígena da justiça social da Nova Zelândia. Ganhou notoriedade depois de atirar um vibrador a um político para protestar contra o Acordo de Parceria Trans Pacific. Atualmente é organizadora do grupo “Solidariedade do Sahara Ocidental Aoteroa” (Nova Zelândia) e tem fortes laços com vários outros grupos ativistas na Nova Zelândia e no exterior.

– Como se envolveu na questão do Sahara Ocidental?

Um amigo contou-me sobre o problema a meados de 2019 e perguntou se eu poderia ajudar com algumas campanhas locais. Eu nunca tinha ouvido falar do Sahara Ocidental antes, então comecei a ler. Quando descobri o que estava a aconter, fiquei horrorizada. Fiquei ainda mais horrorizada ao descobrir que uma empresa da Nova Zelândia estava a financiar esta atrocidade. Deparei-me com a imagem de um cartaz que os ativistas saharauis haviam feito, que dizia: ‘Nova Zelândia – ajuda nos a impedir a pilhagem “. Decidi fazer tudo o que podia para ajudar.

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Carta de protesto à CAF contra realização de campeonato de Futsal em El Aaiun

V.Exa. Ahmed Ahmed
Presidente da Confederação do Futebol Africano
info@cafonline.com

A Copa das Nações Africanas de Futsal Marrocos 2020, que será realizada de 28 de janeiro a 7 de fevereiro em El Aaiun, capital do Sahara Ocidental ocupado, viola directamente o Direito Internacional.

O Sahara Ocidental não faz parte de Marrocos e, portanto, o campeonato de Futsal não pode ser realizado neste território disputado, que está na lista da 4º Comissão das Nações Unidas para a descolonização.

Duvidamos que a CAF não esteja ciente dessa situação, mas, caso a sua direcção ignore o estatuto jurídico do território, solicitamos que consulte a decisão da Corte Internacional de 1975, as mais de 50 resoluções das Nações Unidas nas últimas 6 decadas, as declarações da União Africana e as três decisões recentes do Tribunal de Justiça da União Europeia, que reafirma que “Marrocos não tem soberania sobre o território”.

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AFCON – Boicotes e protestos contra a Copa das Nações Africanas de Futsal Marrocos 2020 a ter lugar no Sahara Ocidental ocupado

PUSL.- A Copa das Nações Africanas de Futsal Marrocos 2020, que será realizada de 28 de janeiro a 7 de fevereiro em El Aaiun, capital do Sahara Ocidental ocupado, foi alvo de boicote e protestos da África do Sul e da Argélia.

A AFCON decidiu ignorar o artigo 6 dos Princípios Fundamentais do Olimpismo, Direito Internacional, Direito Internacional Humanitário e o ato constitutivo da União Africana, a fim de permitir a Moroccos sediar a Copa das Nações Africanas de Futsal no território não autônomo do Sahara Ocidental que ocupa ilegalmente desde 1975 e está na lista de descolonização da 4a Comissão das Nações Unidas.

A seleção sul-africana anunciou que não participará na Copa das Nações Africanas de 2020 (CAN) em El Aaiun, no Sahara Ocidental, de 28 de janeiro a 7 de fevereiro.

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