Futsal / CAN no El Aaiun ocupado: FIACS deplora a instrumentalização política do desporto

APS – Serviço de Imprensa da Argélia – LYON (França) – A Federação Internacional contra a Corrupção Desportiva (FIACS), deplorou nesta quarta-feira “a instrumentalização política do desporto, a fim de normalizar essa ocupação arbitrária”, após a domiciliação do futsal CAN-2020 por Marrocos na cidade ocupada de El Aaiun, que faz parte do território da República Árabe Saharaui Democrática (RASD).

“O FIACS denuncia a persistência de Marrocos na organização da Copa das Nações Africanas de 2020 no futsal na cidade saharaui ocupada de El Aaiun, opondo-se vigorosamente a uma abordagem que ignora a legalidade internacional e as resoluções da ONU relativas à solução do conflito no Sahara Ocidental”, pode-se ler numa declaração do FIACS enviada à APS.

“O apoio dado pela Confederação Africana de Futebol à Federação Marroquina Real de Futebol (FRMF) para organizar o futsal CAN 2020 na cidade ocupada de El Aaiun no Sahara Ocidental continua a ser uma tentativa por parte do regime marroquino de enganar certos países que não percebem as consequências de tal abordagem “, acrescenta a mesma fonte.

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Marrocos e a sua paranóia expansionista

PUSL.- Mais uma vez, o Reino de Marrocos demonstrou total falta de respeito pelos acordos e leis internacionais ao aprovar na sua Câmara dos Deputados duas leis com as quais pretende anexar as águas do Sahara Ocidental e de Espanha.

Especialista em Marrocos na aplicação do velho ditado espanhol “Rio revolto ganhos para os pescadores”, já o fez em 1975, ocupando ilegalmente o Sahara Ocidental aproveitando a complicada situação do regime de Franco, com a morte eminente do ditador Francisco Franco, faz agora novamente no momento em que a Espanha abre um novo governo de coligação, o PSOE – PODEMOS, com uma forte oposição por parte dos partidos da direita espanhola.

Esta decisão é causada pela grande riqueza da área, pois contém montanhas subaquáticas que contêm diferentes recursos naturais, como cobalto, telúrio e outros minerais de grande valor para a indústria.

A nova distribuição do espaço marítimo que Marrocos pretende é suposto fortalecer o seu controle sobre o território do Sahara Ocidental, uma vez que, para o recálculo da fronteira marítima, assume os territórios ocupados como seus, não indicando Tarfaya como o limite sul mas sim a cidade de La Guera que nunca foi reconhecida pelas Nações Unidas ou por qualquer Estado soberano como sendo marroquina.

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