Canárias defende “firmeza máxima” contra Marrocos

PUSL.- Perante as declarações de Marrocos de considerar de forma unilateral a Zona Economica Exclusiva marroquina ampliada de forma a incluir não só as águas do Sahara Ocidental mas também as águas das Ilhas Canarias, os representantes políticos desta ilha têm se manifestado de forma firme contra a posição marroquina.

Numa audiência parlamentar solicitada pelo Grupo Nacionalista, Julio Pérez, conselheiro do governo, destacou a rejeição “imediata e radical” de qualquer acto unilateral de Marrocos que afete as águas espanholas ou das Canárias.

Segundo Pérez Marrocos reconhece que não haverá eventos consumados e que tudo será acordado entre Espanha e Marrocos. No entanto, o governo regional não reduzirá “a exigência ou atenção”, lembrando que em 2017, quando o processamento das leis por parte de Marrocos começou, ambos, tanto o Estado espanhol, como o governo das Ilhas Canárias, liderado por Fernando Clavijo (CC – Coligação Canarias), optou por uma “linha moderada” e minimizou as pretensões do reino vizinho.

“O que Marrocos fez não tem consequências nem nos fatos nem na lei”, disse o conselheiro, explicando que não há justificação geográfica nos textos legais e que as Ilhas Canárias sempre viveram com o desejo “expansionista” do reino Alauita.

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