Cebrapaz condena repressão marroquina no Saara Ocidental ocupado e lamenta a morte da jovem Sabah Ahmeida

PUSL.- O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ) soma-se às diversas entidades solidárias ao povo saaráui na mais veemente condenação dos brutais episódios de repressão das manifestações em El Aaiun, capital do Saara Ocidental ocupado pelo Marrocos, em 20 de julho. No episódio, a polícia marroquina atropelou e matou a jovem Sabah Othman Ahmeida (Injourni), de 24 anos de idade, tardando a prestar-lhe atendimento médico. Sabah morreu mais tarde, no hospital.

Diversos relatos e imagens chocantes têm sido difundidas pelos valentes saaráuis que gravaram o ocorrido, mostrando a brutalidade da repressão marroquina, com o uso de munição letal, o espancamento dos manifestantes e o atropelamento, como o que vitimou a jovem Sabah. São, porém, táticas recorrentes, o que demonstra a gravidade da situação do povo saaráui sob ocupação e colonização marroquina do seu território.

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Carta da Frente Polisario a Frederica Morgherini

Sua Excelência Federica Moguerini, Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança

Alta Representante,

Refiro-me a vossa Excelência com a urgência ditada pelos graves acontecimentos que ocorrem nos territórios do Sahara Ocidental, ocupados ilegalmente por Marrocos.

Como é sabido, as forças de ocupação desencadearam uma onda de repressão sem precedentes contra a população civil Saharaui, em El Aaiún, quando celebraram com alegria e pacificamente a vitória da equipe Argelina na Taça das Nações Africanas.

Esta repressão brutal teve como resultado macabro a morte violenta da jovem Sabah Azman, de 23 anos, deliberadamente atingida por um veículo das chamadas forças auxiliares. Abandonada no chão, sem receber a ajuda mínima, ela deu seu último suspiro. Muitos manifestantes sofreram ferimentos de gravidade variável, outros foram espancados e a perseguição durou até a madrugada de 20 de julho.

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Carta do PUSL para a presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Presidência do Conselho de Segurança da ONU

Sua Excelência Embaixador Gustavo Meza-Cuadra,
Representante Permanente do Peru junto às Nações Unidas

PUSL.- Desde 19 de julho de 2019, a cidade ocupada de El Aaiun, no Sahara Ocidental, está sitiada e a população saharaui está sob ataque brutal das forças marroquinas. Esta escalada da situação no terreno deve-se ao silêncio da comunidade internacional e, em particular, à ausência de um mandato que inclua um mecanismo de protecção da população civil na MINURSO.

Até mesmo crianças foram espancadas brutalmente e são vítimas de detenções arbitrárias. Ninguém é poupado. As forças de ocupação marroquinas estão a usar bastões, gás lacrimogêneo, canhões de água, balas de borracha e pedras. Centenas de membros das forças de segurança marroquinas, nomeadamente polícias, gendarmes e forças paramilitares participam nos ataques violentos que levaram a centenas de vítimas. Os ataques e rusgas de noite e de dia às casas dos saharauis com a destruição dos seus pertences e detenções arbitrárias continuam. Pessoas feridas não podem ir ao hospital com medo de serem imediatamente presas.

Centenas de veículos oficiais marroquinos e membros das várias forças estão a ser enviados para os territórios ocupados, ampliando ainda mais a enorme força militar e policial marroquina no Sahara Ocidental.

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Carta do PUSL aos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas

PUSL.- Desde 19 de julho de 2019, a cidade ocupada de El Aaiun, no Sahara Ocidental, está sitiada e a população saharaui está sob ataque brutal das forças marroquinas. Esta escalada da situação no terreno deve-se ao silêncio da comunidade internacional e, em particular, à ausência de um mandato que inclua um mecanismo de protecção da população civil na MINURSO.

Até crianças foram espancadas brutalmente e são vítimas de detenções arbitrárias. Ninguém é poupado. As forças de ocupação marroquinas estão a usar bastões, gás lacrimogêneo, canhões de água, balas de borracha e pedras. Centenas de membros das forças de segurança marroquinas, nomeadamente polícias, gendarmes e forças paramilitares participam nos ataques violentos que levaram a centenas de vítimas. Os ataques e rusgas de noite e de dia às casas dos saharauis com a destruição dos seus pertences e detenções arbitrárias continuam. Pessoas feridas não podem ir ao hospital com medo de serem imediatamente presas.

Centenas de veículos oficiais marroquinos e membros das várias forças estão a ser enviados para os territórios ocupados, ampliando ainda mais a enorme força militar e policial marroquina no Sahara Ocidental.

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Hmad Hamad: “Nações Unidas utilizam os territórios ocupados do Sahara Ocidental como base militar”

PUSL.- Hmad Hamad ( activista saharaui e vice-presidente da CODAPSO -Comité de Defesa do Direito à Autodeterminação do Povo do Sahara Ocidental)

As Nações Unidas, nomeadamente a MINURSO (Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental) está no Sahara Ocidental desde 1991, ano da assinatura do cessar-fogo entre a Frente Polisário e Marrocos. O cessar-fogo tinha como base a realização do referendo que permitira ao nosso povo escolher livremente o seu destino e alcançar a autodeterminação. Passados 28 anos continuamos sem referendo e agora sob quase 44 anos de ocupação por parte de Marrocos.

A MINURSO e o Conselho de Segurança não foram capazes de cumprir o que foi determinado em sede das Nações Unidas e passam décadas a protelar a implementação das resoluções que levariam ao fim de uma ocupação de 4 décadas.

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População saharaui em El Aaiun sob cerco das forças de ocupação

PUSL.- Desde 20 de Julho que as autoridades de ocupação marroquinas varrem as ruas e casas de El Aaiun (capital do Sahara Ocidental ocupado) em busca de jovens Saharauis efectuando detenções arbitrárias e utilizando armas de fogo.

Após a vitória da equipa Argelina na CAN, milhares de saharauis tomaram as ruas celebrando e a revindicar a independência do Sahara Ocidental. A vitória da equipa Argelina foi o mote para saírem às ruas e quebrarem o silêncio imposto.

Como se pode ver no vídeo as ruas de El Aaiun estão cheias de policias, gendarmaria e forças auxiliares que disparam contra cidadãos saharauis de forma indiscriminada. Camiões com canhões de água, “limparam” as ruas de manifestantes. A morte na noite de 20 de Julho de uma jovem saharaui atropelada por um todo o terreno das autoridades marroquinas, despoletou ainda mais protestos.

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Autoridades de ocupação marroquinas matam uma jovem e ferem dezenas

PUSL.- Durante a noite e madrugada de 19/20 Julho as autoridades de ocupação marroquinas investiram brutalmente contra a população saharaui que saiu às ruas após a vitória da equipa da Argélia na CAN (Copa Africana de Nações).

A jovem Sabah ment Ozman de 23 anos foi atropelada por um veículo das forças de ocupação na Avenida Smara em El Aaiun, tendo tido morte imediata. Passava pouco da uma da manhã quando a noticia da morte da jovem foi divulgada nas redes sociais e confirmada pouco tempo depois ao PUSL por fontes no terreno membros da Nushatta Foundation e Codapso.

Os relatos de ataques da policia continuaram durante toda a noite. O número de feridos não está contabilizado. Crianças e jovens que enchiam as ruas para celebrar a vitória Argelina e exigir também a independência do Sahara não foram poupadas.

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Milhares de Saharauis nas ruas a celebrar vitória da Argelia

PUSL.- Milhares de Saharauis encheram as ruas das cidades ocupadas por Marrocos no Sahara Ocidental.

A população saharaui saíu à rua para manifestar a sua alegria com a vitória da equipa argelina e passagem à final da CAF (Copa de Futebol de África) e simultaneamente exigindo a autodeterminação e independência do Sahara Ocidental.

Bandeiras Argelinas e Saharauis eram exibidas pela população que gritava “1,2,3 vive l’Algerie” (1,2,3 viva a Argélia) e “Labadil Labadil Antakrir al Massir” ( não há outra solução a não ser a autodeterminação).

Pouco tempo após o inicio das manifestações as forças de ocupação marroquinas iniciaram a desmantelar e atacar os manifestantes.

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Acordo de Livre Comércio Continental Africano — Marrocos e República Árabe Saharaui Democrática 

PUSL.- No dia 7 de julho, realizou-se a 12ª Cúpula dos Chefes de Estado da União Africana (UA) em Niamey, na Nigéria. Nesta cimeira foi lançada a fase operacional do Acordo de Livre Comércio Continental Africano (AfCFTA). 54 dos 55 estados membros da União Africana ratificaram o AfCFTA. A Eritreia é o único estado membro que não faz parte do bloco comercial.

A UA afirma que o AfCFTA – criará a maior área de comércio livre do mundo e levará a um aumento de 60% no comércio intra-africano até 2022.

Segundo pesquisa do Banco Africano de Desenvolvimento em 2014, apenas 16% do comércio internacional dos países africanos ocorre entre os países africanos.

Marrocos ratificou o acordo, mas Nasser Bourita, Ministro de Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional do Reino fez declarações imediatas dizendo que, embora tenham ratificado o AfCFTA, “a assinatura e ratificação do acordo por Marrocos deve ser vista como separada da sua posição sobre a autoproclamado “República Saharauí Democrática (RASD)”.

A ratificação do AFCFTA não significa que Marrocos irá respeitar o que assinou porque irá continuar a querer explorar e comercializar os produtos e recursos ilegalmente obtidos dos territórios ocupados do Sahara Ocidental.

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Presos políticos saharauis do Grupo Gdeim Izik continuam vitimas de negligência médica e isolamento

PUSL / Jornal Tornado.- Os 19 presos políticos saharauis do grupo Gdeim Izik continuam a ser vítimas de abusos, maus-tratos, tortura e negligência médica intencional por parte das autoridades marroquinas.

As represálias estão a piorar diariamente. A sra. Mangin, esposa do Sr. Asfari foi expulsa novamente depois de ter visitado apenas uma vez o marido após de 2 anos de proibição de entrar em Marrocos e uma greve de fome de 30 dias. Desta vez a Sra. Mangin não teve a oportunidade de ser acompanhada pelo CNDH (Conselho Nacional dos Direitos Humanos de Marrocos) a quem ela obviamente pediu ajuda antes de ir.

Marrocos ignora até ao momento as decisões das Nações Unidas , e os acordos e tratados assinados. No caso de Naama Asfari, apesar de uma carta do Comitê contra a Tortura das Nações Unidas (CAT) pedindo para parar quaisquer represálias contra Naama, a CNDH demonstrou a sua falta de poder, apesar da própria lei marroquina que, em teoria, deve aplicar o OPCAT (Protocolo Facultativo da Convenção contra a Tortura).

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