Manifestações pacíficas de protesto pela morte de Brahim Saika

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16 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Após a morte de Brahim Saika, dirigente destacado da Coordenadora de Desempregados Saharauis, tem-se multiplicado as manifestações de protesto e repulsa contra as autoridades marroquinas que foram responsáveis pela tortura, detenção arbitrária, maus tratos e entrada em coma de Brahim que acabou por falecer num hospital algemado à cama.

As manifestações pacíficas promovidas pela Coordenadora de Desempregados Saharauis e jovens estudantes saharauis no sul de Marrocos e nos territórios ocupados contam com a participação de dezenas de saharauis.

Em Guelmin, onde residia Brahim Saika, e foi detido de forma arbitrária e torturado, mais de uma centena de saharauis encontram-se sentados em protesto e solidariedade.

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Morre Brahim Saika, sindicalista e preso político saharaui após ser torturado e passar varios dias em greve de fome

ce4ac879-0621-4b9e-a5da-2517e2d8896eFonte: Activistas saharauis de Gulemin, 15/04/2016

O preso político saharaui Brahim Saika morreu hoje num hospital em Agadir (Marrocos), depois de estar um coma ha vários dias após ter sido detido arbitrariamente e torturado na esquadra de Gulemin.

Brahim Saika, de 31 anos, graduado da universidade com um mestrado em sociologia, foi um dos líderes da Coordenadora dos saharauis desempregados, preso no dia 1 de abril depois de sair da sua casa na cidade de Gulemin. A sua detenção ocorreu quando tentava realizar um protesto pacífico para chamar a atenção para a situação dos desempregados saharauis. Ele foi imediatamente levado para a esquadra, onde foi torturado durante horas. Brahim, decidiu iniciar uma greve de fome para protestar contra os maus-tratos a que estava a ser submetido, tratamento habitual a que são sujeitos os presos políticos saharauis.

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Todos os grupos parlamentares espanhóis, excepto o PP, assinaram uma declaração de apoio ao povo saharaui

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Fonte: eldiario.es

O documento pede que o governo interino espanhol assuma um papel mais ativo na procura de uma solução de realização de um referendo de autodeterminação livre e democrático.

A declaração apela à libertação de todos os presos políticos saharauis presos por exercerem os seus direitos e liberdades fundamentais

Os grupos parlamentares do Congresso, exceto o PP, assinaram esta quinta-feira uma declaração de apoio ao povo saharaui, na qual se pede ao governo em funções que assuma um papel mais ativo como membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas na busca de uma solução urgente, justa e definitiva para o conflito.

A declaração, que tem três pontos, mostra o seu apoio ao povo saharaui, com a vontade de promover os esforços necessários para encontrar uma solução para o conflito no Sahara Ocidental, reiterando o reconhecimento do seu direito à autodeterminação, no âmbito dos princípios e disposições da Carta das Nações Unidas.

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O município de Saragoça declara que a independência do povo saharaui é uma causa “justa e urgente”

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Um grupo de vereadores visitou durante quatro dias os campos de refugiados saharauis, onde realizou reuniões com representantes políticos e explicou o trabalho realizado pelo município nesta matéria.

Os vereadores da cidade de Saragoça visitaram os campos de refugiados saharauis em Tindouf (Argélia) durante quatro dias, tendo concluído a sua viagem ontem. Após conhecer pessoalmente a situação na qual vivem dezenas de milhares de pessoas desde que a Espanha abandonou a colónia do Sahara Ocidental, em 1975, todos os grupos políticos declararam que o pedido de independência deste povo é uma causa ” justa e urgente”.

Durante a visita, os representantes do Município de Saragoça realizaram reuniões com o primeiro-ministro saharaui, o ministro da Educação, da Cooperação, o responsável pelo Crescente Vermelho Saharaui e o Governador da Wilaya (distrito) de Boujador. Conheceram escolas, escolas de arte, jardins de infância … e conviveram com famílias às quais agradeceram publicamente a sua “hospitalidade e generosidade”.

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O Conselho de Segurança da ONU reúne-se à porta fechada para analisar a evolução da causa saharaui

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Nova York, 2016/04/13 (SPS)

O Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se quarta-feira, a porta fechada, a pedido da Venezuela para analisar os últimos desenvolvimentos relativos à questão do Sahara Ocidental.

Esta reunião junta-se a várias outras reuniões não oficiais que já foram realizados sobre o Sahara Ocidental, em vésperas do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apresentar o seu relatório sobre o conflito do Sahara Ocidental e aprovação de uma nova resolução sobre o assunto.

Por sua parte, o governo saharaui e a Frente POLISARIO já fizeram “um apelo urgente ao Conselho de Segurança para pressionar Marrocos a respeitar o direito internacional e cumprir com os seus compromissos assumidos no âmbito do plano de paz de 1991 .”

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Ativistas latino-americanos pedem apoio para os saharauis

latinam_0Fonte: EIC Poemario por un Sahara Libre

Um apelo aos países da América Latina, para que expressem o seu apoio para com a luta do povo saharaui e levantar a voz contra as violações sistemáticas dos direitos humanos contra este povo no Norte de África, foi lançado por organizações não governamentais da Venezuela, Argentina, Bolívia , Brasil, Chile, Nicarágua Colômbia, Equador, México, Peru e Uruguai. Numa carta aberta aos líderes da América Latina, os ativistas reafirmaram a sua “solidariedade incondicional” com os presos políticos saharauis em prisões marroquinas e submetido a todos os tipos de indignidades, em particular aqueles que integram o “Grupo de Gdeim Izik” precursores da chamada “primavera árabe “.

Da mesma forma, eles manifestaram o seu apoio ao Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que foi atacado pelo Reino de Marrocos, depois de seus esforços para “facilitar uma solução não-violenta e de acordo com a legalidade internacional do conflito saharaui “. Neste sentido, também repudiaram a expulsão do componente civil e administrativo do MINURSO dos territórios ocupados.

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Declaração institucional do Parlamento da Galiza

logo-vector-parlamento-de-galiciaSantiago de Compostela, 12 de abril de 2016.

O Parlamento da Galiza quer reafirmar o compromisso com o futuro em liberdade do pobo saharauí, assumindo e renovando os importantes acordos da última conferencia do Intergrupo Parlamentarios Paz e Liberdade no Sáhara Occidental, celebrada nesta mesma institución os días 5 e 6 de Março do presente ano pela segunda vez na história da nossa autonomía.

A visita do secretario geral da ONU aos territorios ocupados abriu um conflito diplomático entre Marrocos e a ONU, primeiro com a negativa para receber Ban Ki-moon em Rabat e despois com a expulsão de 73 funcionários civís da MINURSO.

Este conflito coloca em perigo o mandato da MINURSO e representa um grave elemento de preocupacão para o cumprimento do Plano de Paz para o Sahara Ocidental acordado entre as partes.

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Comunicado dos presos políticos saharauis do Grupo Gdeim Izik

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Prisão local de Salé 1 2016/08/04

(Repúdio a Marrocos)

Num um ato perigoso e sem precedentes refletindo as contínuas violações e nos recorda o regime nazis no passado, as autoridades de ocupação marroquinas procederam nesta quarta-feira (2016/07/04) à detenção de uma delegação internacional de advogados e juristas, que estavam hospedados num hotel em Rabat, capital de Marrocos. Eles foram interrogados e intimados a deixar o reino sendo expulsos para os seus países, numa flagrante violação das normas e convenções internacionais.

A intenção dos juristas era dar uma conferência de imprensa para denunciar as persistentes violações dos direitos humanos e condenação arbitrária por um tribunal militar, e a nossa grave condição de saúde que se tem deteriorado na prisão.

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Comunicado do Conselho de Paz e Segurança da União Africana sobre o Sahara Ocidental

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8 de abril de 2016, porunsharalibre.org

COMUNICADO

O Conselho de Paz e Segurança (CPS) da União Africana (UA), na sua reunião 588 realizada a 6 de Abril de 2016, adoptou a seguinte decisão sobre a situação no Sahara Ocidental:

Conselho,

1. Toma nota das informações fornecidas pelo Comissário para a Paz e Segurança sobre a situação no Sahara Ocidental, da atualização fornecida pelo Enviado Especial do Presidente da Comissão para o Sahara Ocidental, ex-Presidente Joaquim Chissano de Moçambique. O Conselho toma igualmente nota da declaração feita pelo Ministro para os Assuntos Africanos da República Árabe Saharaui Democrática (RASD), bem como pelos representantes do Senegal, Nigéria, África do Sul, Egito, Nova Zelândia, Espanha, França, Reino Unido e Estados Unidos da América, Organização das Nações Unidas (ONU) e da União Europeia (UE);

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Comunicado de imprensa da delegação da Frente Polisário em Espanha sobre a expulsão de Marrocos de uma comissão internacional de juristas

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08 de abril de 2016 por porunsaharalibre

Delegação saharaui em Espanha, 07 de abril de 2016

Uma comissão internacional de juristas, observadores dos direitos humanos foi detida na tarde de ontem, 06 de abril de 2016 na capital marroquina. Integravam a comissão um juiz-magistrado e quatro advogados espanhóis, além de um advogado belga e dois franceses, a comissão viajou para Rabat como observadora de Direitos Humanos, na tentativa de verificar a deterioração da saúde de 13 presos políticos saharauis, depois de 37 dias em greve de fome.

Embora os advogados tivessem declarado à entrada, no controle do aeroporto de Rabat, os motivos de sua viagem, a polícia marroquina invadiu o hotel onde estavam hospedados e depois de lhes retirar toda a documentação foram levados para uma esquadra, onde foram submetidos a quatro horas de intenso interrogatório e mantidos incomunicáveis em salas isoladas. Durante a sua detenção, os advogados não foram postos em contacto com o pessoal diplomático dos seus respectivos países, apesar de repetidos pedidos. A policia teve que dar assistência médica a um dos advogados espanhóis que haviam sofrido lesão num pé produto da entrada forçada no carro da polícia.

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O enviado especial para o Sahara da UA faz um apelo para se adopte uma “posição unida e firme” contra a intransigência marroquina

120_-_120Addis Abeba, 07/04/16 (SPS)

O enviado especial da União Africano (UA) para o Sahara Ocidental, Dr. Joaquim Chissano “, pediu aos países africanos a adotar uma posição unida e firme contra a intransigência marroquina para libertar o Sahara Ocidental do colonialismo”.

Numa declaração feita ontem perante o Conselho para a Paz e Segurança da UA em Adis Abeba, Etiópia, o Dr. Chissano disse que ” África pagou um preço elevado para executar as restrições impostas ao regime do apartheid extinto na África do Sul e deve agora também fazer sacrifícios pela independência do Sahara Ocidental “.

A este respeito, o enviado especial da UA apela “à aplicação efectiva das resoluções da União Africana sobre o Sahara Ocidental, convidando os países africanos a desempenhar um papel mais activo na defesa da causa saharaui, de acordo com as resoluções que apelam para garantir o direito à autodeterminação do povo saharaui “.

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