O enviado especial para o Sahara da UA faz um apelo para se adopte uma “posição unida e firme” contra a intransigência marroquina

120_-_120Addis Abeba, 07/04/16 (SPS)

O enviado especial da União Africano (UA) para o Sahara Ocidental, Dr. Joaquim Chissano “, pediu aos países africanos a adotar uma posição unida e firme contra a intransigência marroquina para libertar o Sahara Ocidental do colonialismo”.

Numa declaração feita ontem perante o Conselho para a Paz e Segurança da UA em Adis Abeba, Etiópia, o Dr. Chissano disse que ” África pagou um preço elevado para executar as restrições impostas ao regime do apartheid extinto na África do Sul e deve agora também fazer sacrifícios pela independência do Sahara Ocidental “.

A este respeito, o enviado especial da UA apela “à aplicação efectiva das resoluções da União Africana sobre o Sahara Ocidental, convidando os países africanos a desempenhar um papel mais activo na defesa da causa saharaui, de acordo com as resoluções que apelam para garantir o direito à autodeterminação do povo saharaui “.

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Brahim e Hassan Daoudi acusados de insultar um funcionário da prisão

daoudi7 de julio de 2016, porunsaharalibre

Brahim e Hassan Daoudi foram hoje presentes a tribunal com a acusação de insulto a um funcionário da prisão de Ait Melloul, onde se encontra detido o seu pai, Mbarek Daoudi.

Como noticiado ontem (https://porunsaharalibre.org/pt/2016/04/omar-e-hassan-daoudi-detidos-durante-13-horas-por-tentar-levar-comida-ao-pai/) os filhos de Mbarek Daoudi pretendiam entregar alimentos ao seu pai, mas forma impedidos pelos funcionários da prisão, ao protestar contra situação foram levados para a esquadra da policia onde foram submetidos a interrogatório durante 13 horas.

Hoje dia 7 de Abril, pelas 9h00 os jovens foram presentes ao Juiz que os informou que são acusados de insulto a um funcionário e que o julgamento terá lugar no próximo dia 21 de Abril, em Inzegan/Agadir.

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Ataque selvagem de colonos marroquinos a jovem saharaui

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7 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Na noite de 6 de Abril de 2016, Hamadi Slaima Aidan, foi atacado de forma selvagem por colonos marroquinos na cidade de Smara nos territórios ocupados do Sahara Ocidental

Os colonos marroquinos nos territórios ocupados têm aumentado significativamente os ataques a cidadãos saharauis sob a protecção das forças de ocupação que incitam os mesmo a cometer actos criminosos.

Lembramos o caso do jovem Mohamed Haidala (https://porunsaharalibre.org/?s=haidala) cujos atacantes e responsáveis pela sua morte continuam impunes.

Também os meios do comunicação social marroquinos incitam à violência com artigos em que divulgam mentiras sobre activistas saharauis, como foi o caso recente de Nazha El Khatiri, jovem membro de CODAPSO

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Pergunta Escrita à Comissão Europeia de Miguel Viegas no Parlamento Europeu

12939520_1357373880945619_613727586_n7 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Miguel Viegas, Deputado do Partido Comunista Português no Parlamento Europeu

Expulsão da missão MINIURSO

6 Abril 2016

O pessoal das Nações Unidas presente no Sahara Ocidental através da missão MINURSO recebeu ordem de expulsão no passado dia 20 de Março por parte das autoridades de Marrocos que ocupa o território ilegalmente desde 1975.

Esta tomada de decisão foi tomada na sequência da visita que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, realizou na região onde usou a palavra “ocupação” para caracterizar a situação.

Com esta tomada de decisão, pode estar em risco o cessar-fogo que vigora desde 1991, data em que Marrocos se comprometeu com a realização de um referendo que nunca foi realizado.

Pergunto à Alta Representante como avalia este caso e que consequência terá mais esta ilegalidade ao nível dos vários acordos existentes entre Marrocos e a UE.

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Marrocos – Detenção de uma delegação internacional de advogados de apoio aos prisioneiros de Gdeim Izik

acatAcção Cristã para a Abolição da Tortura, 6 de abril de 2016

Press release

Uma delegação enviada pelo Coletivo Internacional de advogados de apoio presos politicos saharauis de Gdeim Izik foi preso quarta-feira 6 abril em Rabat.

Às 18 horas (hora local), Ms. Ingrid Metton, advogada francesa Eric David,la asistente francesa Joelle Toutain, professor de direito internacional belga, Jesus Maria Martin Morillo, magistrado espanhol e Maria Nieves Cubas Armas, Sr. Juan Carlos Gomez Justo, Altamira Guelbenzu Gonzalo e Francisco Eses, todos os catro advogados espanhóis foram presos pela polícia marroquina no seu hotel. Eles estavam em numa missão em Marrocos, a fim de prestar apoio aos prisioneiros de Gdeim Izik que estiveram em greve de fome por 36 dias em protesto contra a sua tortura e detenção arbitrária.

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Brahim e Hassan Daoudi detidos durante 13 horas por tentar levar comida ao pai

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6 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Na terça-feira dia 5 de Abril, os filhos do preso politico Mbarek Daoudi, dirigiram-se à prisão de Ait Melloul onde pretendiam visitar o pai e entregar bens alimenticios.

Os guardas da prisão impediram Brahim e Hassan Daoudi de entregar a carne, fruta e legumes que levavam como é costume nas prisões marroquinas onde a alimentação não cobre as necessidades mais elementares.

Perante o protesto dos dois jovens, a policia marroquina levou-os para a esquadra onde forma interrogados durante 13 horas.

Irão ser presentes ao juiz de instrução amanhã dia 7 de Abril.

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Após 37 dias os prisioneiros do grupo de Gdeim Izik suspendem temporariamente a sua greve de fome

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Salé (Marrocos), 2016/05/04 (SPS)

O comité de acompanhamento da greve dos prisioneiros de Gdeim Izik anunciou em comunicado que “após 37 dias de greve de fome com as consequências conhecidas para a grave deterioração da estado de saúde de todos os prisioneiros, a greve de fome foi temporariamente suspensa “.

Segundo a declaração “os prisioneiros suspenderam temporariamente a sua greve de fome “, a pedido das famílias dos prisioneiros; o povo saharaui; organizações internacionais de direitos humanos e da Associação Marroquina de Direitos Humanos e para salvar as vidas dos prisioneiros.  e o compromisso assumido pelo Estado marroquino, através do Conselho Marroquino de Direitos Humanos numa reunião realizada terça-feira em que prometeram o pleno respeito de todos os seus direitos como presos políticos “.

“Declaramos a suspensão temporária da nossa greve de fome até atingir a nosso principal reivindicação a libertação incondicional”, diz o comunicado.

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Preso político saharaui e jornalista em greve de fome desde 3 de Março

12957364_975261059217892_172814469_nFonte: Equipe Media e Por un Sahara Libre

O Sr. Banbari Mohamed, saharaui repórter da Equipe Media e prisioneiro político condenado a 6 anos iniciou uma  greve de fome por tempo indeterminado a 3 de março 2016 na prisão de Dahkla, territórios ocupados do Sahara Ocidental.

Recordamos que Mohamed Banbari foi condenado a seis anos de prisão pelo Tribunal de Primeira Instância de El Aaiun, em julgamento na terça-feira 12 de Janeiro de 2016. A sentença contra Mohamed Banbari, que estava em greve de fome, foi precedida por 12 anos de prisão condenação atribuída na primeira instância do mesmo tribunal.

Banbari, 46 anos, correspondente em Dakhla de Equipe Media, disse após a decisão do tribunal que iria continuar a greve de fome que terminou após 28 dias, e apelou aos saharauis e organizações internacionais para fazer pressão sobre Marrocos. Equipe Média considera que este é um prisioneiro político. Read more

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El Aaiun sob presença massiva de policia para impedir manifestação de solidariedade com presos politicos saharauis

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3 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Sábado dia 2 de Abril El Aaiun foi palco de uma operação massiva de policias fardados e à paisana cujo objectivo era impedir por todos os meios a concentracção da população saharaui que tinha planeado manifestar-se nessa tarde em solidariedade com os presos politicos saharauis em greve de fome do grupo Gdaim Izik.

Os saharauis que estavam nas eram de imediato interpelados e agredidos como se pode ver no seguinte vídeo:

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AJUDA! Participa na acção Urgente de apoio aos presos politicos saharauis em greve de fome

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1 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Os treze presos saharauis do Grupo Gdaim Izik estão em greve de fome desde 1 de Março, a vida de alguns deles corre perigo. Estes activistas pacificos já sofriam de vários problemas de saúde graves devido às brutais torturas a que foram submetidos durante meses.

É urgente pressionar o governo de Marrocos.

Enviem a carta abaixo ou outra para os seguintes destinatários:

Embaixada de Marrocos Portugal: sifmar@emb-marrocos.pt

Embaixada de Marrocos no Brasil: sifamabr@onix.com.br

Comissão de direitos humanos do Parlamentos Europeu: droi-secretariat@ep.europa.eu

Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança: federica.mogherini@ec.europa.eu

Presidente da sub comissão de direitos humanos do Parlamento Europeu: elena.valenciano@europarl.europa.eu

Representante Especial da UE para os Direitos Humanos: stavros.lambrinidis@ext.eeas.europa.eu

Ministro de Negócios Estrangeiros de Portugal: gabinete.ministro@mne.gov.pt

Ministro das Relações Exteriores do Brasil: ministro.estado@itamaraty.gov.br

Secretário Geral da ONU: sg@un.org bkm@un.org

Ministro da Justiça e das Liberdades do Reino de Marrocos: contact@justice.gov.ma

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Proteção dos jornalistas saharauis e libertação dos presos políticos saharauis

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Comunicado da Equipa da RASD TV, 31 de março de 2016

Pela segunda vez em menos de uma semana um membro da RASD TV é alvo de uma ataque e impedido de exercer o seu direito de transmitir a realidade sofrida pelo povo saharaui; após a agressão física e verbal que sofreu na semana passada a jornalista Salha Boutenguiza, agora outro membro da equipe, o repórter de imagem Youssef Regaybe, foi alvo na passada terça-feira 29 .3.2016 de um ataque violento e a sua câmara foi confiscada quando filmava um protesto pacíficos organizado pelas famílias dos presos políticos de Izik Gdeim, com a presença de activistas saharauis coem frente ao Ministério da Justiça e das Liberdades do Reino de Marrocos, em Rabat. O protesto foi reprimido de forma violenta pela polícia marroquina que confiscou os panos nos quais constavam palavras de ordem para salvar as vidas dos prisioneiros políticos saharauis, participantes do acampamento Gdeim Izik, que estão em greve de fome desde dia 1 de Março.

O repórter Youssef Regaybe denunciou que a sua câmara foi roubada por um agente dos serviços de informação marroquinos vestido à civil, que estava ao lado de um polícia marroquina. Durante a reportagem um agente dos serviços de informação marroquinos retirou a câmara das mãos Youssef Reggaybe que em seguida foi agredido pela polícia. Após o ataque da polícia, o repórter exigiu que lhe fosse devolvida a sua câmara, mas a policia negou a responsabilidade pelo roubo. Read more

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