Duas activistas saharauis punidas pelas autoridades de ocupação marroquinas

PUSL.- A Sra. Gabbal Bannahi Daha (alias Juda), activista saharaui, foi informada hoje pelas autoridades marroquinas que a sua ajuda social foi suspensa em retaliação pelo seu activismo pelos direitos humanos e pela defesa do direito à autodeterminação do povo saharaui, bem como a sua participação nas celebrações do aniversário da proclamação da República Saharaui.

Daha afirmou que essas práticas de retaliação nunca a impediriam de continuar a sua luta contra a ocupação marroquina. Em 2018, a Sra. Daha já estava na mesma situação e estava em greve de fome até que as autoridades marroquinas responderam à sua revindicação após 17 dias.

A Sra. Aghlajilha El Ouali (El Idrissi), outra activista de Smara, foi também castigada pelas autoridades marroquinas, suspendendo o seu cartão social devido à sua participação nas celebrações do aniversário da proclamação da República Saharaui.

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Activistas Saharauis atacadas em Bojador

Várias activistas saharauis foram violentamente atacadas na sexta-feira dia 21 de Abril, em frente da casa de Sultana Khaya em Bojador, pelas forças de ocupação marroquinas.

As activistas que gritavam palavras de ordem pela autodeterminação do Sahara Ocidental e saída imediata de Marrocos do território (que ocupa ilegalmente e à força desde 1975) exibiam bandeiras da República Árabe Saharaui Democrática.

De imediato das forças marroquinas investiram contra as mulheres tendo ferido gravemente a Sra. Mina Baali no maxilar.

Este é apenas mais um exemplo da repressão diária em todas as cidades do Sahara Ocidental ocupado.

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Julgamento de activistas saharauis em Dahkla

Hamdi Mohamed Haddad, Hicham Maaief, Ahmed Hmaiada e Alfarah Ahmed, foram condenados ontem a um mês de prisãopelo tribunal de primeira instância de Dahkla, cidade ocupada do Sahara Ocidental.

As autoridades marroquinas detiveram os catro jovens no inicio do mês após terem participado em manifestações pacíficas pela autodeterminação do Sahara Ocidental.

A onda de detenções de activistas não tem parado nos últimos meses, com aumento de detenções abitrárias e sequestros em plena luz do dia, em cafés e outros locais públicos.

O aumento de repressão deve-se ao número elevado de protestos e formas de luta não violenta que se multiplicam nas principais cidades dos territórios ocupados, El Aaiún, Smara, Dakhla e Bojador.

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Delegação de activistas saharauis recusa entregar identificação à autoridades de ocupação

Na madrugada de dia 16 de fevereiro uma delegação de activistas saharauis que tinham ido assistir ao julgamento dos estudantes saharauis, presos políticos em Marraquexe, foi obrigada a parar num posto de controle à entrada nos territórios ocupados.

Hmad Hamad vice-presidente da Codapso contou ao PUSL que estiveram retidos mais de uma hora antes de poderem entrar no seu país, na entrada de El Aaiun, no posto de controle. As autoridades de ocupação exigiam que lhes fossem entregues os documentos de identificação dos 4 activistas, Hmad Hamad, Abdelaziz Biay, Ahlil Asofi e Brahim Dahlil.

Os activistas recusaram entregar os documentos, não reconhecendo nenhuma autoridade aos policias marroquinos nos territórios ocupados. Quando um dos agentes disse a Hmad que eles tinham que entregar os documentos porque eram marroquinos, o activista respondeu: “Eu não sou Marroquino, sou Saharaui e esta identificação para mim não passa de um documento de viagem! A lei internacional é muito clara, o Sahara Ocidental não é Marrocos, somos um território ocupado!”

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Adiado julgamento de activistas saharauis Saadoni, Elargoubi e Elfak

fondo-pantalla-bandera-marruecos_390278273Os activistas saharauis Ali Saadoni, Nouradin Elargoubi e Khaliehna Elfak, que foram seuqestrados pelas autoridades marroquinas no passado dia 1 de Dezembro, forma presentes hoje no Tribunal de primeira instância em El Aaiun.

Segundo informação de rede Maizarat, o julgamento foi adiado para dia 7 de Dezembro.

Recordamos que Ali Saadoni, Nouradin Elargoubi e Khaliehna Elfak, foram falsamente acusados de terem atacado um policia durante o exercício das suas funções.

Os activistas saharauis que pretendiam assistir ao julgamento esta manhã não puderam aceder ao edifico que estava rodeado de policias que bloquearam o acesso.

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Discriminação, detenção e tortura: o preço de ser um activista saharaui

VICE

Por Eugenio García Delgado / vice.com

Na cidade ocupada de El Aaiun, onde cada bairro habitado principalmente por saharauis é um gueto cercado por pelo menos um par furgonetas azul escuras da policia de intervenção marroquina, não se pode prestar homenagem aquele que foi presidente da República Árabe Saharaui Democrática (RASD) durante os seus primeiros 40 anos de história, Mohamed Abdelaziz.

Abdelaziz morreu de câncer de pulmão e após 40 dias de luto a sua memória não pode receber o adeus reconhecido do seu povo. Marrocos o impediu afirma Hmad Hamad, vice-presidente da Comissão de Defesa do Direito de Autodeterminação do Povo do Sahara Ocidental (CODAPSO): “Não nos deixaram honrar Mohamed Abdelaziz, porque todo mundo deve ficar a saber que nos territórios ocupados não tivemos um único dia de paz desde o cessar-fogo 1991 “.

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Manifestações pacíficas de protesto pela morte de Brahim Saika

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16 de abril de 2016, porunsaharalibre.org

Após a morte de Brahim Saika, dirigente destacado da Coordenadora de Desempregados Saharauis, tem-se multiplicado as manifestações de protesto e repulsa contra as autoridades marroquinas que foram responsáveis pela tortura, detenção arbitrária, maus tratos e entrada em coma de Brahim que acabou por falecer num hospital algemado à cama.

As manifestações pacíficas promovidas pela Coordenadora de Desempregados Saharauis e jovens estudantes saharauis no sul de Marrocos e nos territórios ocupados contam com a participação de dezenas de saharauis.

Em Guelmin, onde residia Brahim Saika, e foi detido de forma arbitrária e torturado, mais de uma centena de saharauis encontram-se sentados em protesto e solidariedade.

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