Cebrapaz condena repressão marroquina no Saara Ocidental ocupado e lamenta a morte da jovem Sabah Ahmeida

PUSL.- O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ) soma-se às diversas entidades solidárias ao povo saaráui na mais veemente condenação dos brutais episódios de repressão das manifestações em El Aaiun, capital do Saara Ocidental ocupado pelo Marrocos, em 20 de julho. No episódio, a polícia marroquina atropelou e matou a jovem Sabah Othman Ahmeida (Injourni), de 24 anos de idade, tardando a prestar-lhe atendimento médico. Sabah morreu mais tarde, no hospital.

Diversos relatos e imagens chocantes têm sido difundidas pelos valentes saaráuis que gravaram o ocorrido, mostrando a brutalidade da repressão marroquina, com o uso de munição letal, o espancamento dos manifestantes e o atropelamento, como o que vitimou a jovem Sabah. São, porém, táticas recorrentes, o que demonstra a gravidade da situação do povo saaráui sob ocupação e colonização marroquina do seu território.

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CEBRAPAZ, Repúdio à decisão peruana de barrar a entrada da embaixadora saráui Jadiyettu El Mohtar

cebrapaz.org.br

Com alarme e indignação, o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ) denuncia a situação a que foi submetida, por decisão das autoridades peruanas, no aeroporto de Lima, a embaixadora da República Árabe Saráui Democrática (RASD), Sra. Jadiyettu El Mohtar*, detida no sábado (09/09), para ser eventualmente deportada.

O CEBRAPAZ soma-se a outras organizações civis da América Latina em defesa dos direitos humanos e associações de solidariedade com o povo saráui para demandar explicações e mudança no tratamento inaceitável oferecido à Sra. Jadiyettu El Mohtar, que é, aliás, uma diplomata de um país reconhecido pelo Peru.

Este reconhecimento pressupõe ao Peru deveres diplomáticos além das obrigações de respeito aos direitos humanos que, como denunciado pelo advogado da embaixadora saráui, podem estar ameaçados ao, por exemplo, negar-se o contato do advogado com sua cliente.

As organizações de defesa dos direitos humanos a que nos somamos, inclusive peruanas, também exortam o Peru a retomar suas relações diplomáticas com a RASD com base no direito à autodeterminação dos povos e a igualdade jurídica entre os Estados, como plasmado na Carta das Nações Unidas. Read more

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Cebrapaz repudia condenação dos prisioneiros saráuis pelo Marrocos e apela à libertação do Saara Ocidental

O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) volta a expressar seu mais firme repúdio às práticas da ocupação marroquina do Saara Ocidental, que novamente levaram à condenação do grupo de ativistas de “Gdeim Izik” a duras sentenças, em um julgamento amplamente denunciado como violador dos direitos dos ativistas, como pena por seu engajamento na luta pela libertação da sua nação.

Há mais de quatro décadas sob ocupação pelo Marrocos e ainda listado pelas Nações Unidas como um território não-autônomo pendente de descolonização, o Saara Ocidental é cenário de gravíssimas violações dos direitos humanos constantemente denunciadas pelos saráuis no seu apelo ao mundo pelo cumprimento da promessa de autodeterminação.

Foi nesta luta que mais de 20 mil saráuis e indivíduos solidários à sua justa causa organizaram o acampamento de protesto pacífico de Gdeim Izik, em 2010, mas que foi brutalmente reprimido e dispersado pelas forças marroquinas. Centenas de pessoas foram detidas, mas 25 delas foram selecionadas para um julgamento falsário por uma Corte Militar, em que vários receberam a pena perpétua, num processo repleto de irregularidades. Read more

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CEBRAPAZ: Pela libertação do Saara Ocidental, reforçar a luta e ampliar a campanha!

CEBRAPAZO Saara Ocidental é ocupado pelo Marrocos há mais de quatro décadas, com a cumplicidade europeia e, em especial, da França, fiel aliada que insistentemente veta resoluções pela efetivação da autodeterminação do povo saráui no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) soma-se ao movimento internacional de apoio à luta do povo saráui pela liberdade ao apelar e comprometer-se com o fortalecimento da nossa campanha mundial. Também condenamos a brutal repressão marroquina da manifestação pela independência do Saara Ocidental e pelos direitos humanos dos saráuis.

A França veta insistentemente resoluções que apelem à realização do referendo pelo Marrocos, para que o povo saráui possa decidir sobre o seu destino. Ao mesmo tempo, a União Europeia (UE) negocia com o reino marroquino a compra de recursos naturais roubados do povo saráui pelo Marrocos, que mantém seu território ocupado desde a década de 1970. Até mesmo o Tribunal Europeu de Justiça reconheceu recentemente que o “território não autônomo” está “sob a ocupação do Marrocos”. Read more

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Assembleia da CEBRAPAZ aprova moção de apoio à RASD

cebrapaz

4ª Assembleia Nacional do Cebrapaz
17 de Novembro – São Luís – Maranhão

Um drama dos nossos tempos é a saga do povo Saharaui por sua libertação nacional.

A ocupação do Sahara Ocidental, que já dura há quatro décadas, é um flagrante exemplo de injustiça, opressão nacional e violação do Direito Internacional. Uma expressão do abominável colonialismo – o Sahara Ocidental é a última colónia de africana.

A luta do povo saharaui é legitimada pelas Nações Unidas e pela União Africana. A Frente Polisario foi declarada pela ONU representante do povo do Sahara Ocidental, em novembro de 1979. Há 25 anos, as Nações Unidas e a União Africana, com o acordo da Frente Polisario e o governo marroquino, decidiram pela realização de um referendo para, de maneira justa e democrática, assegurar ao povo saharaui o direito à autodeterminação. Contudo, o reino de Marrocos ignora o Direito Internacional e as decisões da ONU, contando com o beneplácito de potências imperialistas. Nomeadamente a França. Read more

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CEBRAPAZ sauda a Frente Polisario pelos 43 anos de resistencia e luta pela libertaçao do povo saaraui

Foto: Zohra Bensemra

Foto: Zohra Bensemra

Fonte: cebrapaz.org.br

Neste 10 de maio, inspirados pela luta determinada de um povo por sua libertação, o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) congratula a Frente Polisario por seu 43° aniversário, somando-se a todos os movimentos internacionais solidários ao povo saaraui em resistência à ocupação marroquina.

Há quatro décadas, a retirada da potência colonial espanhola abriria um novo capítulo na história da opressão do povo saaraui por uma nação invasora. Preparando-se para finalmente desfrutar da independência, o povo saaraui viu-se obrigado a recorrer às armas para resistir à nova ocupação, lançando-se em quase duas décadas de combate acirrado, enquanto era obrigado a se dispersar por campos de refugiados, pelos territórios ocupados pelo Reino do Marrocos ou pelos territórios liberados em árduas batalhas.

A pendência da descolonização do Saara Ocidental é uma vergonha para a humanidade e para as Nações Unidas, assim como a insuficiência da proteção internacional do povo saaraui diante da perseguição e da opressão pelo Marrocos.

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CEBRAPAZ: Exigimos a proteção do povo saaraui pela ONU e o fim da ocupação marroquina!

CEBRAPAZ_2Fonte: CEBRAPAZ

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a extensão da presença da sua missão no Saara Ocidental, ocupado pelo Reino do Marrocos, nesta sexta-feira. O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz saúda a notícia, recordando que a extensão da presença da Minurso é votada pelo Conselho de Segurança anualmente, mas enfatiza a falta de avanços para a solução da questão ou para a evolução do mandato da missão, que deve incluir medidas de proteção dos direitos humanos do povo saaraui.

O Saara Ocidental está ocupado pelo Reino do Marrocos desde que a Espanha, a potência colonial, se retirou, em 1976. Em 1991, após quase duas décadas de resistência armada por parte do povo saaraui, representado pela Frente Polisario, um acordo de cessar-fogo previa a realização de um referendo para que os saarauis pudessem exercer o seu direito de autodeterminação, pelo fim da ocupação marroquina. No mesmo ano, foi estabelecida a Minurso, para observar o cessar-fogo e a realização do referendo, que até hoje não ocorreu.

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