Aprovado na Assembleia da Republica voto de condenação pela expulsão activista portuguesa Isabel Lourenço do Sahara Ocidental

PUSL.- O Deputado do PAN, André Nunes apresentou esta sexta-feira um voto de condenação pela expulsão activista portuguesa Isabel Lourenço do Sahara Ocidental que foi aprovado pela Assembleia da República Portuguesa.

Assim, a Assembleia da República, reunida em plenário, manifestou a sua condenação pela expulsão activista portuguesa Isabel Lourenço dos territórios ocupados do Sahara Ocidental e apelou ao Governo do Reino de Marrocos que respeite os direitos fundamentais dos activistas de direitos humanos, dos presos políticos Saharauis e do povo Saharaui em geral.

O voto foi aprovado com votação a favor do Bloco de Esquerda, Partido Comunista Português, Partido Pessoas, Animais e Natureza, Partido Ecologista Os Verdes, Iniciativa Liberal e Partido Livre. Votaram contra CDS-PP e CHEGA e abstiveram-se o PS e PSD.

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Eurodeputado do PAN condena repressão e expulsão de activista do Sahara Ocidental

PUSL.- Francisco Guerreiro do eurodeputado do PAN (Partido Pessoas, Animais e Natureza) interveio ontem na sessão plenária do Parlamento Europeu condenando a repressão nos territórios ocupados do Sahara Ocidental e a recente expulsão de Isabel Lourenço, cidadã portuguesa e activista de direitos humanos.

O Eurodeputado enfatiza que a continua repressão contra activistas e o povo saharaui pelo Reino de Marrocos tem que terminar e que a Comissão Europeia tem que tomar uma posição firme na defesa dos direitos humanos no Sahara Ocidental.

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Eurodeputada do PCP questiona Comissão Europeia sobre expulsão de activista portuguesa

PUSL.- Sandra Pereira, eurodeputada do Partido Comunista Português, dirigiu hoje uma pergunta escrita a Comissão Europeia sobre a expulsão de Isabel Lourenço, cidadã portuguesa e activista pelos direitos humanos expulsa de El Aaiun, Sahara Ocidental pelas autoridades de ocupação marroquinas que a enviaram posteriormente coercivamente para território marroquino.

A eurodeputada pergunta se:

– A Comissão tomou conhecimento desta situação ilegal? Tomou alguma medida para se inteirar das condições da cidadã portuguesa?

– Face às repetidas violações dos direitos humanos por parte do Reino de Marrocos a Comissão considera suspender os acordos que assinou com Marrocos, considerando as cláusulas de defesa dos direitos humanos neles presentes?

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Federação Nacional de Professores: “Solidariedade com a ativista Isabel Lourenço e com a causa do Povo Saharauí”

FENRPOF.-  O Conselho Nacional da FENPROF, ontem reunido, manifestou a sua solidariedade com a ativista Isabel Lourenço e com a causa do Povo Saharauí

“Solidariedade com a ativista Isabel Lourenço e com a causa do Povo Saharauí (texto na íntegra).

As autoridades marroquinas expulsaram do Sahara, no passado dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, a cidadã portuguesa Isabel Lourenço.

Isabel Lourenço é uma ativista e defensora dos direitos humanos no território do Sahara Ocidental, tendo, ao longo de vários anos, acompanhado e elaborado vários relatórios sobre a situação que aí se vive, o último dos quais publicado pelo Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, de que é investigadora. Foi também observadora internacional acreditada pela Fundación Sahara Occidental em vários julgamentos de cidadãos saharauís, tendo ainda participado nos trabalhos da 4.ª Comissão da ONU e em várias iniciativas do Parlamento Europeu.

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Ativista portuguesa expulsa do Sahara Ocidental chega amanhã a Lisboa

Impala/PUSL.- A ativista portuguesa Isabel Lourenço foi esta terça-feira, 10 de dezembro, expulsa dos territórios ocupados do Sahara Ocidental pelas autoridades de Marrocos. A portuguesa tinha passaporte válido, voo de regresso e hotel reservado. Marroquinos que se identificaram como “autoridades” e “responsaveis” queriam impedir que Isabel Lourenço desembarcasse do avião no aeroporto de El Aiune, no Sahara Ocidental ocupado por Marrocos, onde se dirigia para falar com familiares de presos politicos saharauis condenados pelos tribunais marroquinos. Isabel Lourenço chega amanhã a Lisboa às 14h40.

A activista encontra-se num hotel em Agadir e não sai à rua «por questões de segurança»

«Comprámos o bilhete de regresso e amanhã sairá de Agadir com destino a Casablanca e posteriormente a Lisboa», explica o marido de Isabel Lourenço, em declarações ao Portal de Notícias da Impala. Neste momento, a ativista portuguesa encontra-se num hotel em Agadir e não sai à rua «por questões de segurança». «Amanhã irá para o aeroporto de táxi.»

«Aterrei em El Aiune e disseram que todos os passageiros podiam sair, excepto eu»

 

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Expulsão de ativista portuguesa de direitos humanos dos territórios ocupados do Sahara Ocidental pelas autoridades marroquinas

PUSL.- Isabel Lourenço, cidadã portuguesa e ativista dos direitos humanos foi expulsa hoje terça-feira às 16:30 h.

Como cidadão português não é necessário visto e a Sra. Lourenço respeitou todos os requisitos de entrada marroquina lei 02/03, ou seja, passaporte válido, informações do hotel em que iria ficar, passagem de volta para Las Palmas, Gran Canarias.

Nunca deu um pretexto falso para a sua visita, afirmando claramente que pretendia acompanhar a situação das famílias dos presos de Gdeim Izik, a avaliação da situação atual das famílias do detido de 19 anos Mansour El Moussaui e de Mahfouda Lefkir, mãe de 34 anos e prima de Mansour que foi condenada a 6 meses de prisão e uma multa de 2000 Dirham por gritar no final da sentença de Mansour dentro da sala do tribunal contra a ocupação marroquina e a injustiça do julgamento.

A Sra. Lourenço não pretende agir de forma que possa ser considerada “uma ameaça à ordem pública”. A redação de relatórios com base em trabalho de campo e entrevistas não constitui uma “ameaça à ordem pública”. É o legítimo exercício da liberdade de pensamento, expressão e opinião, ancora dos Direitos Humanos.

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Advogados espanhóis impedidos por autoridades Marroquinas de sair do avião no Sahara Ocidental ocupado

PUSL.- As autoridades marroquinas impediram três advogados de sair do avião em El Aaiun, no Sahara Ocidental, sob ocupação marroquina desde 1975.

Os três advogados do Conselho Geral de Direito Espanhol pretendiam participar como observadores no julgamento contra a jornalista saharaui Nazha El Khalidi que teve lugar ontem. Nazha El Khalidi aguarda em liberdade a sentença que será publica no próxima dia 8 de Julho.

Inés Miranda Navarro, Miguel Ángel Jerez Juan e José María Costa Serra – chegaram no dia 23 de junho, domingo de manhã de avião a El Aaiún desde a Gran Canaria, mas nem sequer saíram do avião.

As autoridades marroquinas tentam contornar a “expulsão” de estrangeiros simplesmente não permitindo que saiam do avião em El Aaiun, uma técnica que foi usada várias vezes no passado recente.

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Marrocos não quer testemunhas e expulsa cinco advogados espanhóis e dois observadores noruegueses de El Aaiún

– O regime marroquino não quer presença internacional no julgamento contra a jornalista saharaui Nazha El Kalhidi
– Advogados espanhóis são credenciados pelo Conselho Geral de Direito Espanhol
– “É proibido entrar em El Aaiún”, explicação da polícia marroquina

Alfonso Lafarga (Contramutis).- Marrocos impediu cinco advogados espanhóis e dois observadores noruegueses a entrar em El Aaiun, capital do Sahara Ocidental, onde tinham viajado para assistir ao julgamento contra a jornalista saharaui Nazha O Kalhidi acusada ​​de excercer a profissão sem qualificações formais.

“É proibido entrar em El Aaiún”, foi a única explicação recebida pelos advogados Sidi Telebbuia, de Madrid; Ramon Campos Garcia e Maria Lourdes Baron Jaques de Zaragoza e Lala Travieso Darias e Ruth Sebastian, de Las Palmas, todos credenciados pelo Conselho Geral Espanhol de Advogados e Observadores noruegueses da Fundação Rafto para os Direitos humanos Vegard Fosso Smievoll e Kjersti Brevik Moeller. Read more

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Autoridades marroquinas expulsam advogada polaca do Sahara Ocidental e de Marrocos

Fundação Nushatta | 18 de janeiro de 2019 Agadir- (Marrocos) Por volta das 5 da manhã, policias à paisana marroquinos invadiram a casa de um estudante saharaui e prenderam uma advogada polaca por ter encontros com estudantes saharauis pró-POLISARIO. A Fundação Nushatta descobriu que este incidente teve lugar anteontem, a 16 de janeiro na cidade de Agadir, Marrocos.

Os serviços secretos marroquinos mantiveram a advogada polaca, Sra. Justyna Paulina Wróbel sob vigilância apertada por 512,66 km desde que ela foi deportada no último domingo do posto de controle na entrada de El-Aaiun no Sahara Ocidental para Agadir, onde ela teve que suportar interrogatório e investigação ilegais pelas autoridades marroquinas sobre os motivos da sua visita.

“Você sabe o motivo”, foi a única resposta de um dos oficiais marroquinos às perguntas da Sra. Paulina Wróbel em protesto contra o mau uso da autoridade, a prisão ilegal e os maus tratos que ela experimentou, que estavam completamente à margem dos procedimentos de direito devido à ausência de um mandado de busca. Read more

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Marrocos detém e expulsa de El Aiún dois cooperantes de uma ONG sueca

dn.pt.- As autoridades marroquinas detiveram nas últimas horas em El Aiún dois membros da Organização Não-governamental sueca Emmaus Stockholm e encaminharam-nos ao aeroporto de Casablanca para serem expulsos, disseram hoje jornalistas saarauís (Equipe Media) citados pela agência espanhola Efe.

Segundo as mesmas fontes, Juan Obregón, coordenador de programas daquela ONG, e a sua colega Caroline Nord foram abordados pela polícia marroquina quando se preparavam para uma reunião com uma associação de defesa dos direitos humanos saarauí nesta zona anexada por Marrocos desde 1975.

“Os cooperantes iam numa visita de trabalho com a Associação Saarauí de Vítimas de Violações dos Direitos Humanos. Foram interrogados e depois foram expulsos do Saara Ocidental ocupado”, afirmou um dos jornalistas.

A mesma fonte referiu que o cooperante disse que estavam a ser vigiados por agentes da polícia no aeroporto e que os seus passaportes haviam sido confiscados, estando agora à espera para serem deportados para Estocolmo. Read more

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Amnestia Internacional condenda expulsão de avogadas de defesa de presos políticos saharauis

“Duas advogadas francesas expulsas de Marrocos. Elas iam visitar os presos saharauis de Gdeim Izik, condenados em Julho 2017 a pesadas penas de prisão num processo manifestamente injusto” Pode – se ler hoje no Twitter da Amnestia Internacional.

Não só a AI condena a expulsão como classifica publicamente o processo de Gdeim Izik como injusto.

Também a EuroMed Rights organização mediterrânica de direitos humanos condena a expulsão.

O presidente da EuroMed Rights, Michel Tubiana, denuncia este novo ataque ao direito de defesa:

“A repressão da Dra. Metton e da Dra. Ouled é inaceitável, em flagrante contradição com o direito internacional e a convenção que liga as ordens de França e Marrocos.

Os advogados têm o direito de assistir os seus clientes ao longo do processo. Proibir as Dras. Metton e Ouled d entrar em Marrocos equivale a proibi-las de exercer a sua missão de defesa.

A EuroMed Rights apela às autoridades marroquinas a reverter esta decisão” Read more

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