20 de Maio de 1973 – primeira acção armada da Frente Polisário contra o colonialismo espanhol

PUSL.- A 20 de Maio de 1973, apenas dez dias após a sua fundação, a Frente Polisario realizou a sua primeira acção armada contra o colonialismo espanhol. O alvo foi o posto da policia de El Janga.

Esta acção foi a primeira que marcou o inicio da guerra de libertação e que rapidamente ultrapassou a capacidade de resposta de Espanha e o seu controle sobre o território saharaui.

As ações seguintes fortaleceram o prestigio da Frente Polisario não só perante a população saharaui como também entre os saharauis que serviam no exercito colonial espanhol.

A história é conhecida, Espanha vendeu o território e os seus habitantes como se tratassem de um rebanho de cabras a Marrocos e Mauritânia, cedendo este país riquíssimo nos acordos de Madrid, de forma ilegal e criminosa.

Seguiram-se os bombardeamentos de Napalm e Fósforo Branco, a Marcha Negra (chamada de verde pelos Marroquinos), milhares de mortos, torturados, desaparecidos e uma guerra de resistência e valentia dos Saharauis até 1991, quando foi assinado o cessar-fogo.

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10 de maio, nascimento de Frente POLISARIO

Frente Polisario – Antecedentes históricos e fundação da Frente POLISARIO

Umdraiga.com.- As mudanças socioeconômicas que ocorreram no Sahara espanhol durante os anos 60 do século passado, levaram ao surgimento do nacionalismo moderno saharaui, com base na consciência nacional e não no tribalismo; com base em argumentos políticos e não sentimentos religiosos.

Nos primeiros anos da década, os nacionalistas formaram diversos agrupamentos políticos, mas nenhum deles teve influência decisiva sobre a população. Somente em 1967, um intelectual, Mohamed Sidi Ibrahim “Bassiri”, conseguiu reunir em torno dele um punhado de partidários da independência e, no ano seguinte, fundou o Movimento para a Libertação do Sahara (MLS).

Em suma, esta organização clandestina já contava com centenas de militantes e começou a influenciar a população saharaui.

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Frente Polisario: Somente com a aprovação do povo saharaui, uma solução pode ser duradoura e promover uma paz genuína

Comunicado da Frente POLISARIO:

[GENEBRA, 22 DE MARÇO DE 2019] Hoje, a Frente POLISARIO concluiu a segunda mesa redonda liderada pela ONU sobre o SaHara Ocidental. Participamos de forma construtiva e sem pré-condições com o objetivo de cumprir o direito inalienável do nosso povo à autodeterminação e à independência.

É evidente que a única solução viável, realista e duradoura é aquela que concede ao nosso povo o direito de decidir livre e democraticamente o seu próprio destino, sem precondições. Só com a aprovação do povo saharauí é que uma solução pode ser duradoura e fomentar uma paz genuína que abre caminho a um Sahara Ocidental livre, próspero e democrático, que contribuirá para a paz, estabilidade, segurança e integração regionais.

A Frente POLISARIO continua comprometida com uma solução pacífica e genuína, e congratulamo-nos com os esforços constantes do Enviado Pessoal do Secretário-Geral da ONU e exortamos a comunidade internacional a apoiá-lo plenamente. Mas não temos ilusões sobre os obstáculos à paz. O Sahara Ocidental permanece sob a ocupação repressiva e ilegal de Marrocos, que sistematicamente viola os direitos humanos do povo saharaui. Essa realidade básica não pode ser ignorada; a autodeterminação é incompatível com a ocupação.

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Comité de Pesca viola decisao do Tribunal de Justiça

PUSL – [BRUXELAS, 23 DE JANEIRO] A Comissão das Pescas do Parlamento Europeu aprovou hoje o acordo de pesca UE-Marrocos que inclui a área marítima do Sahara Ocidental. A Comissão desrespeita em absoluto o acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) de fevereiro de 2018, no qual é explicito que tal acordo não poderia ser aplicado ao Sahara Ocidental. A aprovação do acordo contou com 17 votos a favor, 7 contra e 2 abstenções.

O Pleno do Parlamento (todos os Eurodeputados) terão que fazer a votação final no próximo dia 13 de Fevereiro.

Depois da votação desastrosa do acordo comercial EU/Marrocos que também viola os acórdãos do TJUE, parece não haver intenção dos políticos europeus em respeitar o Direito Internacional ou o TJUE.

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Polisario denunciará à Justiça Europeia o acordo entre a UE e Marrocos

lavanguardia.com.- A Frente Polisario decidiu denunciar novamente perante o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) o acordo comercial entre Marrocos e a União Europeia aprovado na última quarta-feira pelo Parlamento Europeu, incluindo os territórios sahsrauís.

Num comunicado divulgado hoje pela agência oficial de notícias SPS, a Polisario alertou que a batalha pela preservação dos recursos naturais saharauis “será um factor de pressão decisiva para o ocupante marroquino”.

“A batalha será travada nos órgãos judiciários e executivos da Europa, que não reconhece a suposta soberania de Marrocos sobre o Sahara Ocidental, como declarado no seu último acórdão sobre o acordo comercial ilegal entre Marrocos e a UE”, sublinhou a Polisario.

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Relatório do SG ao Conselho de Segurança sobre o Sahara Ocidental suscita comentarios

PUSL.- A Frente Polisário enviou uma carta ao presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CS) com os seus comentários sobre o relatório de António Guterres, secretário geral da ONU (ver aqui) apresentado no passado dia 3 de Outubro aos membros do CS.

O relatório enviado ao CS pelo Secretario Geral (SG) destina-se à discussão anterior à reunião no final do mês onde será decidida a extensão do mandato da MINURSO (MIssão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental). Na carta a Frente Polisário reafirma a sua disponbilidade em retomar as negociações de acordo com as resoluções das Nações Unidas, mas apontam algumas preocupações relativamente aos pontos do relatório do Secretário Geral referentes à credibilidade imparcialidade e independência da MINURSO e da própria ONU.

A Frente Polisário explica na carta que é necessário analisar as causas subjacentes à crise de Guergarat (ver aqui links) que tÇem implicações para os acordos militares existentes e o porcesso politico.

Também realçam a preocupação com as tentativas ilegais de “normalização da situação” da ocupação militar de marrocos nos territórios ocupados do Sahara Ocidental. E aboradam ainda a questão das reuniões com o Chefe da MINURSO poderem ser em qualquer local dentro da area de acção defnida desta Missão.

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A Frente POLISARIO é ratificada pela Comissão Especial de Descolonização como representante único e legítimo do povo saharaui

Nações Unidas (Nova Iorque), 21 de setembro de 2018 (SPS) -. O Comitê Especial de Descolonização das Nações Unidas para examinar a situação relativa à aplicação da Declaração sobre a Concessão de Independência aos Países e Povos Coloniais reafirmou que a Frente POLISARIO continua a ser o único e legítimo representante do povo saharaui em conformidade com as resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas.

No seu relatório anual para 2018, apresentado à 73 sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, a Comissão Especial reafirmou também o direito do povo saharaui à autodeterminação e o estatuto jurídico do Sahara Ocidental como uma questão de descolonização, essa forte e franca posição que reforça a posição da Frente POLISARIO como o único e legítimo representante do povo saharaui, representa mais um golpe grave e um revés para a diplomacia marroquina estado ocupante, que recorreu a todos os meios de pressão, chantagem, engano e fraude, para pressuadir os membros do Comitê de se absterem de apoiar essa posição, assinando e estando em conformidade com a legitimidade internacional e resoluções relevantes das Nações Unidas.

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Acordo UE-Marrocos: A Frente POLISARIO condena a decisão do Conselho da UE de assinar uma alteração ao Acordo de Associação UE-Marrocos que envolve o território do Sahara Ocidental (comunicado)

Bir Lehlu (Territórios Libertados da República saharaui), 16 de julho de 2018 (SPS) -.

A Frente POLISARIO condenou na segunda-feira a decisão do Conselho da UE de assinar uma emenda ao Acordo de Associação UE-Marrocos que envolve o território do Sahara Ocidental.

Declaração da Frente POLISARIO:

A Frente POLISARIO toma nota da decisão tomada hoje pelo Conselho da União Europeia de assinar uma emenda ao Acordo de Associação UE-Marrocos, destinado a aplicar-se ao território do Sahara Ocidental, e condena veementemente esta decisão.

Após os acórdãos do TJUE de 2016 e 2018, todas as partes acabaram de reconhecer a autoridade das decisões judiciais: um acordo celebrado entre a União Europeia e Marrocos não pode ser aplicado ao território do Sahara Ocidental. Para se candidatar a este território, é necessário um acto separado, com base no consentimento do representante do povo saharaui.

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A Frente Polisário assume o controle da pesca, nas águas do Sahara

eldia.es Santa Cruz de Tenerife, 6 / Mar / 18

Mohamed Khadad, responsável pelas relações externas da Frente Polisário com a MINURSO,  alertou hoje que se não se  respeitar a decisão do Tribunal de Justiça Europeu e para chegar a um acordo final,as embarcações pesqueiras das  Canárias serão proibidas de explorar os recursos pesca nas águas do Sahara.

“A pesca nas águas do Sahara Ocidental é uma tradição das Canárias, respeitamos e queremos que continuem, mas não podemos aceitar que seja Marrocos a negociar e a beneficiar da exploração dos recursos”, explicou hoje Mohamed Khadad numa conferencia de imprensa.

Khadad também lembrou que a Frente Polisário estará aberta a partir de hoje para abrir negociações e acordos dentro do quadro legal definido pelo Tribunal de Justiça da  União Europeia, para a continuação da pesca nas águas saharauis.

Por sua parte, o advogado da Frente Polisário, Gilles Devers, lembrou que o objetivo do movimento é a libertação do território saharaui, e sublinhou a necessidade dos governos não transformarem este caso em uma questão económica de “simples” direitos de pesca.

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Marrocos viola acordo de cessar fogo

Na sequência da incapacidade da MINURSO (missão das Nações Unidas para o referendo no Sahara Ocidental) de impedir Marrocos de violar o acordo de cessar fogo e o Acordo Militar No. 1 na zona tampão de Guergarat entre os territórios ocupados do Sahara Ocidental e a Mauritânia, a Frente Polisario regressou esta semana à area com uma brigada policial para controlar os veículos que atravessam o local

Segundo a SPS agência noticiosa saharaui A Frente POLISARIO denuncia num comunicado que a tensão atual na zona de Guergarat se deve à flagrante violação por parte do Reino de Marrocos do acordo de cessar-fogo e do Acordo Militar No. 1, através da abertura de um novo passo unilateral numa zona tampão .

Para a POLISARIO, a intransigência persistente e a recusa de aplicar a Resolução 2351 do Conselho de Segurança, refletida na repetida recusa do lado marroquino de receber uma missão de especialistas da ONU na região, também é outra das causas de tensão nesta área.

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Cimeira UE-União Africana com presença da RASD

A primeira cimeira UE – União Africana realiza-se em Abidjan, Capital da Costa de Marfim e com a presença da República Árabe Saharaui Democrática apesar de todas as tentativas de Marrocos e França para excluir os legítimos representantes do Povo Saharaui, esta Cimeira obrigou o Rei Alauíta a sentar-se no mesmo hemiciclo de Brahim Gali, actual presidente da RASD e Secretário Geral da Frente Polisario.

Frederica Morgherini declarou no dia 22 de Novembro que a participação da RASD era uma questão interna da União Africana. Não pondo qualquer obstáculo à presença deste país, que apesar de não ter o reconhecimento da União Europeia, é reconhecido por mais de 80 países e membro fundador da União Africana.

Após semanas de manobras de manipulação e ameaças por parte de Marrocos e seu aliado europeu, França, Marrocos teve que retroceder na sua posição inicial de não participar ou participar com uma delegação de baixo nível diplomático.

Vimos assim hoje o Presidente da Costa de Marfml a saudar o Presidente da RASD, Brahim Gali, ao qual não enviou convite até que a União Africana a 16 de Outubro estabeleceu um prazo limite de 10 dias para que fossem enviados convites a todos os estados membros desta Organização, caso se não cumprisse o envio a cimeira seria realizada em Adis Abeba, capital da Etiópia onde se localiza a sede da organização Africana.

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