Abdallah Abbahah, preso político saharaui sob investigação

PUSL.- Segundo informações da família de Abdallah Abbahah, o preso do grupo Gdeim Izik foi sujeito a um processo de investigação ordenado pelo promotor do rei.

De facto, o Sr. Abbahah foi convocado na última terça-feira, 10 de março, após uma denúncia do diretor da prisão de Tilfet2, onde ele está detido.
Ele não pôde ser ouvido na presença da sua advogada, uma vez que não houve uma convocação oficial.

A suposta acusação contra o Sr. Abbahah foi que o detido não cumpria as regras internas, incluindo comparecer a consultas médicas.

Essa investigação ocorreu sem o conhecimento de Maître Olfa Ouled, advogado de defesa do Sr. Abbahah e sem aviso prévio ao detido.

A acusação é feita logo após Maître Ouled ter informado a relatora de represálias do Comité das Nações Unidas contra a Tortura (CAT) sobre as represálias médicas que seu cliente tem que enfrentar. A sua carta foi enviada às autoridades marroquinas no início de março.
Na sua última comunicação à relatora, Maître Ouled lembrou que nenhuma das medidas que visa preservar a vida de sua cliente foi respeitada. Pior ainda, depois que Maître Ouled informou o CAT no início deste ano que o Sr. Abbahah não tinha atendimento médico e que não recebeu os resultados dos exames de sangue, o diretor da prisão disse que ele poderia ter um médico se o Sr. Abbahah pagar as consultas.

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Houcein Zawi, preso politico saharaui do Grupo Gdeim Izik em estado de saúde grave

PUSL.- Segundo informação da família e da advogada Maître Olfa Ouled, Houcein Zawi, preso politico saharaui do grupo Gdeim Izik, encontra-se num estado de saúde deplorável.

Zawi sofre de asma e de dores crónicas diversas que resultaram das torturas a que tem sido sujeito desde a sua detenção em 2010.

Esta semana a família informou que Zawi tem problemas graves ao nível dos rins e tem sofrido perdas de sangue na urina.

Apesar dos múltiplos pedidos ao director da Prisão de Kenitra, onde se encontra Zawi, até ao momento não lhe foi facultada nenhuma visita médica.

Zawi enviou um pedido de assistência médica à Direcção Geral das Penitenciarias e Reinserção Social (DGPR) de Marrocos.

A advogada de defesa francesa Maître Ouled, endereçou um pedido de assistência urgente ao procurador geral do rei, à DGPR e uma comunicação ao Conselho Nacional de Direitos Humanos de Marrocos.

Este é mais um caso de negligência médica intencional de que tem sido vitimas os presos políticos saharauis e em especial o grupo de Gdeim Izik. Apesar das múltiplas queixas apresentadas tanto pelos presos como pela advogada estes presos não têm tido assistência médica.

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Presos políticos saharauis do grupo Gdeim Izik sofrem um tratamento desumano continuado

PUSL.- Dois anos e oito meses após o último julgamento do grupo de presos políticos conhecido como Grupo Gdeim Izik, estes 19 saharauis detidos nas prisões marroquinas continuam a ser objeto de maus tratos.

Os presos políticos de Gdeim Izik continuam a ter falta de assistência médica, a qual é repetidamente recusada pelas autoridades marroquinas, embora a maioria sofra de doenças crónicas e outras resultantes de quase dez anos de encarceramento, tortura e isolamento.

A maioria destes prisioneiros está em isolamento prolongado desde a sua dispersão em diferentes prisões em 2017. Essa forma de punição é considerada uma das piores torturas que tem não apenas um sério impacto psicológico, mas também físico.

As restrições ao contato com suas famílias devido não apenas às longas distâncias a que as prisões estão localizadas de El Aaiun (642 a 1300 km), mas também à negação arbitrária dos direitos de visita e ao facto de as chamadas telefónicas serem reduzidas a alguns minutos por semana aumentam o fator de isolamento.

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9 ANOS APÓS O DESMANTELAMENTO DE GDEIM IZIK : TORTURA E EMPOBRECIMENTO FORÇADO

PUSL.- 9 anos após o desmantelamento do acampamento de Gdeim Izik, um protesto não violento que reuniu dezenas de milhares de saharauís durante um mês nos arredores de El Aaiún, territórios ocupadod do Sahara Ocidental, Marruecos continua a torturar os presos politicos e a explorar e roubar os recursos com a cumplicidade da comunidade internacional.

As Nações Unidas que assistiram silenciosamente ao desmantelamento, sequestro e tortura da populaçāo saharaui em 8 de Novembro de 2010, continuam a não agir para proteger a população.

Nas prisões marroquinas mais de 50 presos politicos apoderecem, são vitimas de tortura, maus tratos e isolamento.

O grupo de Gdeim Izik, agora composto por 19 presos politicos dispersos por 5 prisões marroquinas, sofre represalias diárias apesar dos apelos repetidos da Amnestia Internacional, Human Rights Watch e outras ONG’s e da própria ONU para que se respeitemos direitos mais elementares destes presos.

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Abdel Jalil Laaroussi, preso político saharaui operado esta manhã

PUSL.-Maitre Olfa Ouled, advogada do prisioneiro político saharaui Abdel Jalil Laaroussi, informou que o seu cliente foi submetido a uma cirurgia esta manhã em Rabat.

Lembramos que o Comitsé das Nações Unidas contra a Tortura emitiu medidas urgentes exigidas pela advogada do Sr. Laaroussi.
Embora não tenha sido visto por um médico à sua escolha, como mencionado na medida urgente do Comité, ele finalmente fez uma cirurgia.

Laaroussi já não conseguia manter-se em pé por mais de dez minutos devido à condição do joelho. Durante os seus julgamentos (em 2013 e 2017), ele denunciou as várias torturas sofridas desde a sua detenção em 2010.

O preso político reafirmou a sua inocência durante todo o processo e perante os tribunais.

O Sr. Laaroussi está em isolamento solitário prolongado desde 17 de setembro de 2017, saindo apenas quando realiza exames universitários na prisão e agora para a cirurgia.

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Gdeim Izik – o clamor pela liberdade – onde está agora

PUSL.- Ontem, passaram 9 anos desde que a 8 de outubro de 2010, um pequeno grupo de cidadãos saharauis nos territórios ocupados do Sahara Ocidental ergueu as suas tendas no deserto a aproximadamente 13 km de El Aaiun, capital do Sahara Ocidental, num lugar chamado Gdeim Izik.

Essa acção que era um sinal de protesto tinha uma mensagem clara: basta!

Chega de ocupação brutal, o apartheid econômico, social e político que se traduz em empobrecimento forçado, desemprego, racismo, falta de liberdade básica e nenhum respeito pelos direitos humanos pela ocupação marroquina.

Este punhado de tendas e homens rapidamente se juntaram a milhares de homens, mulheres, crianças, idosos, todos ansiosos por protestar de maneira pacífica e, ao mesmo tempo, vivendo juntos nas suas tendas como os saharauis vivem há séculos. A tenda é uma das expressões máximas da sua identidade.

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Sidahmed Lemjeyid, prisioneiro político saharaui, vítima de negligência médica extrema, denuncia a família

PUSL.- Sidahmed Lemjeyid, prisioneiro político saharaui do Grupo Gdeim Izik, atualmente detido na prisão de Ait Melloul, condenado a prisão perpétua, foi levado ontem (26 de setembro) ao hospital de Agadir, após sentir dores insuportáveis ao longo do corpo.

No hospital, foi feita uma ressonância ao lado esquerdo do corpo, costas e rins. Ele foi levado de novo para a prisão directamente à enfermaria para fazer análises de sangue. Nenhuma explicação foi dada ao Sr. Lemjeyid e ele foi novamente levado para a sua cela.

Hoje (27 de setembro) o estado de saúde do Sr. Lemjeyid piorou e ele foi transportado novamente para o hospital, onde foi visto por um médico que prescreveu vários medicamentos. Segundo esse médico, o Sr. Lemjeyid sofre de um grave inchaço no lado esquerdo do corpo e nos rins. Esta situação, bem como a dor nas costas, é o resultado de frequentes complicações de saúde desde a sua detenção em 2010 e as graves torturas de que foi vítima, além de negligência médica intencional por parte das autoridades marroquinas.

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Comunicado da Família de Abdallah Abbahah preso político saharaui do grupo Gdeim Izik

Família de Abdallah Abbahah – PUSL .- Depois de visitar hoje Abdallah Abbahah, que está em isolamento solitário prolongado desde a sua transferência para a prisão Tiflet2 em 7 de maio de 2018 e de acordo com seus desejos, informamos que Abdallah Abbahah fez uma greve de fome de 48 horas em 16 e 17 de setembro pelos seguintes 5 motivos:

1. Nenhuma das reclamações que ele apresentou às autoridades marroquinas sobre as condições deploráveis ​​do seu encarceramento foi respondida. As suas condições também foram mencionadas pela relatora especial de represálias (Sra. Ana Racu) do Comitê das Nações Unidas contra a Tortura

2. Várias vezes foram realizadas análises ao sangue sem que ele fosse informado do motivo destas análises, nem nunca obtivesse nenhum resultado desses testes. O seu médico não pode visitá-lo, apesar das medidas provisórias emitidas pelo Comitê das Nações Unidas contra a Tortura exigirem o seu direito a um médico à sua escolha

3. Embora ele tenha um grave problema de saúde, nenhum médico o visitou, embora ele tenha pedido repetidamente assistência médica e o Comitê da ONU contra a Tortura tenha emitido Medidas Provisórias exigindo o seu direito a um médico de sua escolha. Read more

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O Comitê Contra a Tortura visitará Marrocos após as represálias contra o Sr. Asfari e alerta para as condições deploráveis ​​da detenção de Abdallah Abbahah.

PUSL.- O Comitê contra a Tortura em 6 de agosto discutiu o acompanhamento das observações conclusivas, comunicações individuais e represálias sob a Convenção contra a Tortura e outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes.

A relatora para o seguimento das represálias, Ana Racu, informou que a comissão se reuniu com a Missão Permanente de Marrocos. A Relatora disse que a Comissão solicitou repetidas vezes ao Estado Parte que emitisse medidas provisórias para aliviar as condições deploráveis ​​de Abdallah Abbahah. A advogada do Sr. Abbahah, Maitre Olfa Ouled apresentou uma queixa individual do seu caso contra Marrocos, que recebeu medidas provisórias imediatas em maio de 2018, solicitando medidas alternativas imediatas para a detenção, tais como prisão domiciliar vigiada, cessação de todos os maus-tratos e acesso a um médico à sua escolha. Marrocos não cumpriu nenhuma das medidas provisórias.

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Presos políticos saharauis do Grupo Gdeim Izik continuam vitimas de negligência médica e isolamento

PUSL / Jornal Tornado.- Os 19 presos políticos saharauis do grupo Gdeim Izik continuam a ser vítimas de abusos, maus-tratos, tortura e negligência médica intencional por parte das autoridades marroquinas.

As represálias estão a piorar diariamente. A sra. Mangin, esposa do Sr. Asfari foi expulsa novamente depois de ter visitado apenas uma vez o marido após de 2 anos de proibição de entrar em Marrocos e uma greve de fome de 30 dias. Desta vez a Sra. Mangin não teve a oportunidade de ser acompanhada pelo CNDH (Conselho Nacional dos Direitos Humanos de Marrocos) a quem ela obviamente pediu ajuda antes de ir.

Marrocos ignora até ao momento as decisões das Nações Unidas , e os acordos e tratados assinados. No caso de Naama Asfari, apesar de uma carta do Comitê contra a Tortura das Nações Unidas (CAT) pedindo para parar quaisquer represálias contra Naama, a CNDH demonstrou a sua falta de poder, apesar da própria lei marroquina que, em teoria, deve aplicar o OPCAT (Protocolo Facultativo da Convenção contra a Tortura).

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Claude Mangin, esposa do preso político saharaui Naama Asfari, proibida de entrar em Marrocos para visitar o marido

PUSL.- Claude Mangin, cidadã francesa e esposa do preso político saharaui Naama Asfari, do grupo Gdeim Izik, foi hoje proibido de entrar em Marrocos para visitar o seu marido, que está a cumprir uma sentença de 30 anos na prisão de Kenitra, perto de Rabat.

Mangin foi forçada hoje pelas autoridades marroquinas a regressar a Paris do aeroporto de Casablanca após a sua chegada.

A cidadã francesa fez uma greve de fome de 30 dias em março-abril de 2018, a fim de forçar as autoridades francesas a intervir para que ela pudesse visitar o seu marido depois de ser impedida de entrar em Marrocos desde 2016.

Depois de ter obtido o compromisso do governo francês para mediar com as autoridades marroquinas sobre a retomada das visitas, ela foi autorizada a visitar o seu marido na prisão de Kenitra nos dias 14 e 15 de janeiro deste ano.

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