Preso politico saharaui em greve de fome continua em isolamento

PUSL.- Mohamed Bourial que entrou em greve de fome no passado dia 12 de Outubro após ter sido posto em isolamento assim que chegou à prisão Tiflet2 continua na cela de castigo.

Ninguém da administração da penitenciária, nem da equipa médica visitou o preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik.

Bourial não tem acesso à medicação que toma diariamente, mais uma vez Marrocos desrespeita o direitos internacional e as próprias leis.

Em Tiflet2 estão também em greve de fome El Bachir Khadda há 36 dias e Abdallah Abbahah há 23 dias.

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Preso político saharaui El Bachir Khadda: 35 dias em greve de fome

PUSL.- Hoje El Bachir Khadda entrou no 35º dia de greve de fome. O preso político saharaui do Grupo Gdeim Izik está em protesto contra os maus-tratos contínuos, o confinamento prolongado e a transferência da prisão de Tiflet2, que se encontra a mais de 1300 quilómetros da sua cidade natal no Sahara Ocidental, para uma prisão mais próxima da sua família.

A Família do Sr. Khadda está extremamente preocupada com a situação de risco de vida em que SE encontrar o preso politico.

Nas primeiras semanas, Khadda foi colocado na enfermaria, embora isolado de outros presos, mas de acordo com as últimas informações disponíveis, ele agora está sozinho na sua cela “normal”, onde está em confinamento prolongado desde 16 de setembro de 2017.

A Família insta a comunidade internacional a agir e responsabiliza as autoridades marroquinas pela vida de El Bachir Khadda.

A possível morte do Sr. Khadda, que foi sequestrado pelas autoridades de ocupação marroquinas em 2010 em El Aaiun, após o desmantelamento do campo de protesto Gdeim Izik, torturado durante anos, vítima de um julgamento civil e militar nullos perante a lei, estará nas mãos não só das autoridades marroquinas, mas também da comunidade internacional que ficou em silêncio.

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Hassan Dah, preso politico saharaui colocado em isolamento iniciou greve de fome

PUSL.- Hassan Dah preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik, actualmente na prisão de Kenitra foi posto em isolamento ontem após a visita de um familiar e iniciou uma greve de fome aberta.

O preso politico que cumpre uma pena de 25 anos reivindica o direito de continuar a estudar e fazer o doutoramento e protesta contra o tratamento a que tem sido sujeito.

As direcções das várias prisões em que estão detidos os presos politicos do grupo de Gdeim Izik têm posto estes presos em isolamento e celas de castigo de forma aleatória e sem qualquer justificação.

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Preso político saharaui Mohamed Bourial entra em greve da fome

PUSL.- A família de Mohamed Bourial informou esta manhã que o preso político do grupo Gdeim Izik, Mohamed Bourial, que foi transferido para Tiflet2 na última sexta-feira, dia 12, entrará em greve de fome amanha.

Em Tiflet2 existem agora quatro presos políticos saharauís do grupo de Gdeim Izik e todos estão em greve de fome. El Bachir Khadda em greve de fome desde 18 de setembro, Abdallahi Abbahah desde 1 de outubro, Mohamed Lamin Haddi desde 5 de outubro e Mohamed Bourial inícia amanhã 16 de outubro.

Todos os presos têm as mesmas exigências para serem transferidos para uma prisão perto de suas famílias em El Aaiun, respeito pelos seus direitos fundamentais e atenção médica.

Em Tiflet2, os presos estão submetidos a confinamento prolongado, assédio, maus-tratos e seus direitos básicos não são respeitados. As famílias têm grandes dificuldades para poder visitá-los uma vez que Tiflet está a mais de 1300 km de El Aaiun.

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Abbhaha, preso politico saharaui inicia greve de fome

Nós, a família de Sidi Abdllah Abbahah, preso politico saharaui do grupo gdeim izik, atualmente detido em Tilftet 2 prisão em Marrocos, a mais de 1200 quilómetros da sua cidade natal, El-Aaiun, Sahara Ocidental, informamos que iniciou o 1 de outubro de 2018, uma greve de fome ilimitada.

Sidi Abdallah Abbahah foi preso em 2010 após o desmantelamento de Gdeim Izik e, apesar de falta de provas, o Tribunal de Recurso de Rabat condenou-o a prisão perpétua em 2017 num processo marcado por numerosas e graves violações das bases de um julgamento justo.

Abdallah sofre assédio diário, maus-tratos, e está em confinamento prolongado desde que foi transferido há mais de 5 meses para Tiflet2, vítima de tortura psicológica, “rusgas” quase diariamente” inclusive com agressão física.

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El Bashir Khadda, preso político saharaui do grupo de Gdeim Izik, inicia greve de fome

El Aaiun, 18 de setembro de 2018 – A família de El Bachir Khadda

Nós, família de El Bachir Khadda, preso político saharaui do grupo de Gdeim Izik, actualmente detido na prisão Tilftet2 em Marrocos, a mais de 1200 quilómetros da sua cidade natal, El Aaiun, no Sahara Ocidental, informamos que iniciou hoje, terça-feira, 18 de setembro de 2018, uma greve de fome ilimitada.

El Bachir Khadda foi preso em 2010 após o desmantelamento do campo de Gdeim Izik, e apesar da falta de provas, ele foi condenado a 20 anos de prisão pelo Tribunal de Recurso de Rabat em 2017 num processo marcado por múltiplas e graves violações do direito a um julgamento justo.

Devido às condições desumanas e degradantes de detenção que enfrenta, bem como à deterioração da sua saúde, e depois de que as muitas queixas às autoridades marroquinas e ao CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos de Marrocos) por ele mesmo, sua família e sua advogada, permaneceram sem resposta El Bachir decidiu entrar em greve de fome para:

1 – Exigir acesso imediato a um médico;

2. – Exigir sua transferência para o Sahara Ocidental, a fim de se aproximar da sua família.

3. – Que o Tribunal Supremo dê a sua resposta num prazo razoável, uma vez que o grupo Gdeim Izik está preso desde 2010

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Tratamento desumano de prisioneiros políticos saharauis em greve de fome

Sidi Abdallahi Abbahah, Abdallahi Lakfawni, El Bachir Boutanguiza e Mohamed Bourial, prisioneiros políticos saharauis do grupo Gdeim Izik, detidos na prisão de Kenitra, em greve de fome e isolamento desde 9 de Março, continuam os seus protestos apesar de toda a pressão.

Depois de várias queixas enviadas pela sua advogada francesa Olfa Ouled, às autoridades judiciais marroquinas, pedindo uma investigação do tratamento desumano a que os prisioneiros são submetidos devido ao isolamento, o estado de saúde dos detidos continua a ser preocupante.

A 21 de Março dois advogados da equipe de defesa visitaram os prisioneiros que estavam muito debilitados.

Deve sublinhar-se que a lei marroquina apenas autoriza o isolamento por motivos de segurança ou de precaução o que não se aplica aos prisioneiros de Gdeim Izik.

Os prisioneiros políticos estão em greve de fome desde 9 de março exigindo que as autoridades marroquinas melhorem as suas condições de detenção, transferindo-os para mais perto das suas famílias.

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Presos políticos saharauis em greve de fome colocados em isolamento

Sidi Abdallahi Abbahah, El Bachir Boutanguiza, Abdallahi Lakfawni e Mohamed Bourial, presos políticos saharauis do grupo de Gdeim Izik que iniciaram hoje uma greve de fome (ver noticia aqui) foram colocados em isolamento hoje às 8h00.

O director da prisão de Kenitra tinha ameaçado ontem os activistas saharauis que todos aqueles que entrassem em greve de fome seriam colocados em isolamento como medida disciplinar.

Recordamos que em Novembro de 2017 e em reacção a uma carta emviada por um conjunto de advogados aos primeiro ministro francês sobre a situação dos presos politicos saharauis, a Delegação Geral da Administração Penitenciária e de Reintegração do Reino de Marrocos publicou um comunicado no qual dizia que devido à obstinação de alguns presos em fazer avisos de greves de fome tinham que aplicar regulamento apropriado contra eles.

O Reino de Marrocos não respeita assim a greve de fome como uma forma de protesto não violenta universalmente reconhecida, mas como uma infracção disciplinar.

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8 presos de Gdeim izik entram em greve de fome

Hoje, dia 9 de Março, os presos políticos saharauis do Grupo de Gdeim Izik, Brahim Ismaili, Mohamed Mbarek Lefkir, Sidahmed Lemjeyid e Mohamed Bani detidos em Ait Melloul e El Bachir Boutanguiza, Mohamed Bourial, Abdallahi Lakfawni e Sidi Abdallahi Abbahah detidos em Kenitra entram em greve de Fome.

Os activistas saharauis detidos em 2010 durante e após o desmantelamento de Gdeim Izik têm sido victimas de tortura, maus tratos, detenção arbitrária, um julgamento militar ilegal, um segundo julgamento em tribunal civil sem garantias de um processo justo e baseado apenas em actas redactas pela polícia assinadas sob tortura.

A 16 de Setembro de 2017 o grupo de 19 detidos foi dispersado por várias prisões no Reino de Marrocos, durante e após a transferência foram novamente vitimas de maus tratos.

A 4 de Dezembro de 2017 Sidi Abdallahi Abbahah e Ahmed Sbaai foram postos em isolamento em dois wc exíguos com as luzes acessas 24h espancados e maltrarados durante dez dias.

Após inúmeras denúncias que não tiveram qualquer resposta por parte das autoridades marroquinas e um estado de saúde muito debilitado devido aos maus tratos e negligência médica os 4 membros do grupo detidos Ait Melloul e 4 detidos em Kenitra decidiram entrar em greve de fome exigindo os seus direito mais elementares como o é direito de visita, assistência médica adequada, e oitras.

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Hamadi Naciri entra em coma ao 13º dia de greve de fome

No sábado, 30 de Abril, Hamadi Naciri entrou em coma após 13 dias de greve de fome e fui levado às urgências do hospital de Smara.

Hamadi Naciri e Gabal Jouda, iniciaram uma greve de fome aberta em frente ao edifico da administração de Smara contra as represálias arbitrárias que têm sofrido devido à sua condição de activistas saharauis e contra a política de apartheid promovida pelo regime de ocupação marroquino a 17 de Abril passado.

Hamadi Naciri, Presidente da Organização Freedom Sun para a Protecção dos Defensores dos Direitos Humanos Saharauis e a Sra. Gabbal Jouda, membro fundador da mesma organização, reivindicam o respeito pelos seus direitos sociais e económicos que lhes são negados pelo regime de ocupação e apartheid marroquino.

Os dois activistas esperam com esta acção alertar a comunicação social para os problemas diários de sobrevivência da população saharaui, entre os quais o deslocamento forçado para território marroquino através da recolocação laboral e o controle da alimentação.

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Estudantes saharauis em greve de fome totalmente incomunicáveis

Os estudantes saharauis detidos de forma arbitrária há mais de um anos e três meses sem julgamento, que iniciaram a 10 de Abril uma greve de fome de tempo indeterminado foram totalmente isolados pela administração da prisão de Oudaya.

Segundo a última informação das famílias os jovens estão sem visitas, sem poderem ir ao patio e sem contacto com outros presos. O estado de saúde dos estudantes é muito grave devido às torturas e maus tratos e às 5 greve de fome que já realizaram ao longo da sua detenção ilegal.

Esta greve dos estudantes conhecidos como grupo El Wali , é a última forma de protesto que têm disponível. Os 13 grevistas e três que devido ao estado de saúde muito debilitado não participaram greve, viram o seu julgamento novamente adiado no passado dia 28 de Março para 24 de Abril, sendo este o 8º adiamento.

Recordamos que este grupo de presos políticos saharauis já realizou 5 greves de fome exigindo um julgamento justo e o respeito pelas condições básicas e contra as torturas e maus tratos de que têm sido alvo desde a sua detenção arbitrária, tendo uma das greves ultrapassado os 45 dias.

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