‘AS ACACIAS DO ÊXODO’, DE CONCHI MOYA LIVRO SOBRE A MEMÓRIA E A ESPERANÇA DOS SAHARAUIS

Conchi Moya escreve histórias sobre personagens reais, famosas e anônimas

“Quero que os saharauis sejam conhecidos e seja denunciada a injustiça cometida a um povo digno e corajoso”, garante

* Fonte: RTVE. Por JESÚS JIMÉNEZ (@vinetabocadillo) 13.06.2019

O povo saharaui pede a autodeterminação há quase meio século para poder viver em paz nas suas terras. Mas as suas esperanças de consegui-lo parecem cada vez mais distantes para a ocupação marroquina e a indiferença internacional. Agora a escritora Conchi Moya (Madrid, 1971) dá voz a pessoas famosas e anônimas numa série de histórias que ela escreveu sobre o assunto: “As Acácias do Exodo” (Sílex ediciones), que nos permitem melhor compreender os sonhos e esperanças dos saharauis.

“Todas as histórias têm em comum que giram em torno dos saharauis”, diz Conchi. Eu escolhi o tempo como uma maneira de estruturá-los. Portanto, há três partes: o ontem, onde coleciono histórias da época em que a Espanha ainda estava no território e do momento do abandono marroquino e da invasão subsequente; o hoje, com histórias inspiradas no actual período de impasse, uma situação nem de paz nem de guerra muito perigosa para os saharauis, e uma terceira parte do amanhã, onde reflito o anseio pelo que espero que aconteça em breve no Sahara através de uma história relacionada com os músicos saharauis de todos os tempos “. Read more

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Nuno Abreu ganha prémio do IPDJ com “O Deserto” um Diário sobre campos de refugiados saharauis

PUSL – 25/02/2019 .- O projecto de Nuno Henrique Brás Abreu, um diário sobre os “Campos de Refugiados Saharauis” ganhou o concurso nacional de jovens criadores na área de literatura.

Nuno Abreu apresentou o diário na Universidade Nova de Carcavelos, no passado dia 23 de Fevereiro.

O jovem universitário de Braga tem uma licenciatura em filosofia e é Investigador do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto. Nuno Abreu decidiu fazer o seu mestrado sobre a cultura saharaui. Durante os 17 dias nos campos de refugiados saharauis registou diariamente por escrito o que fez e viu, um relato pessoal, cru e honesto que nos transporta para um deserto árido onde uma grande parte do povo saharaui sobrevive em campos de refugiados desde 1975. Read more

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