Eurodeputados enviam carta ao Presidente da Comissão Europeia, Alto Representante da FASP e ao Presidente do Conselho Europeu preocupados com a ativista saharaui Mahfouda Lefkir

PUSL.- 30 eurodeputados enviaram hoje uma carta à Presidente da Comissão Europeia, Sra. Ursula Von Der Leyen, Vice-Presidente e Alta Representante da FASP, Sr. Josep Borrell, e ao Presidente do Conselho Europeu, Sr. Charles Michel, sobre Mahfouda Lefkir, ativista saharaui, mãe de 34 anos, recentemente condenada a 6 meses de prisão.

Deputados de vários grupos políticos (Grupo da Esquerda Unitária Europeia – Esquerda Nórdica Verde, Grupo dos Verdes / Aliança Livre Europeia, Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas no Parlamento Europeu, Grupo do Partido Popular Europeu – Democratas-Cristãos e deputados não-inscritos) expressaram a sua preocupação com o estado de saúde da Sra. Lefkir e a falta de assistência médica e as condições de detenção.

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Mulheres Saharauis desafiam ocupação marroquina exigindo a libertação de activista

PUSL.- Na sexta-feira dia 13 de Dezembro um grupo de mulheres saharauis reuniu-se fazendo um encontro solidário com a activista Saharaui Mahfouda Lefkir condenada a 6 meses de prisão.

Também na rua estas saharauis arriscaram a sua segurança exibindo bandeiras saharauis e entoando cânticos de apoio à Mahfouda e pela independência do Sahara Ocidental.

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“Justiça marroquina” ratifica condenação da ativista saharaui Mahfouda Elfakir

PUSL.- Ao meio-dia de hoje, teve lugar o julgamento do recurso da ativista saharaui Mahfouda Elfakir, no qual o juiz ratificou a sentença de 6 meses de prisão e o pagamento de uma multa de 2.000 dirhams, emitida em 27 de novembro. O julgamento foi realizado no tribunal de El Aaiun, capital do Sahara Ocidental ocupado

A audiência foi realizada sem a presença de observadores, permitindo apenas a entrada do pai de Mahfouda.

Note-se que o advogado de defesa de Mahfouda recebeu a documentação do julgamento do dia 27 e as informações e documentos do julgamento realizado hoje, no final da tarde de ontem, de modo que a defesa da ativista foi reduzida devido ao tempo limitado disponível para preparar o arquivo.

A jovem mãe, membro da associação “Coordenação de Gdeim Izik” e da Associação Marroquina de Direitos Humanos, foi presa na sala do tribunal de El Aaiún sob o pretexto de “agredir um funcionário” quando indagou sobre o caso do seu primo Mansour Elmoussaoui, de 15 anos, condenado a 1 mês de prisão. Mansour foi preso no dia 28 de outubro e acusado de ter participado das comemorações da vitória da equipe argelina na Copa da África.

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Amanhã, quinta-feira, realiza-se julgamento da ativista saharaui Mahfouda Elfakir

PUSL.- Segundo informações recebidas da família de Mahfouda Elfakir, o advogado da ativista saharaui foi informado de que durante o dia de amanhã, quinta-feira, 12 de dezembro, será realizado o julgamento de recurso.

Mahfouda foi condenada a 6 meses de prisão em 27 de novembro.

O julgamento será realizado dois dias após a expulsão da activista de direitos humanos Isabel Lourenço, que planeava visitar à familia da activista para conhecer a sua situação.

A jovem mãe, membro da associação “Coordenação de Gdeim Izik” e da Associação Marroquina de Direitos Humanos, foi presa na sala do tribunal de El Aaiún sob o pretexto de “agredir um funcionário” quando indagou sobre o caso do seu primo Mansour Elmoussaoui, de 15 anos, condenado a 1 mês de prisão. Mansour foi preso no dia 28 de outubro e acusado de ter participado das comemorações da vitória da equipe argelina na Copa da África.

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ASAHARA – Brasil repudia prisão e condenação da ativista saharaui Mahfouda Lefkir

Waving flag of Western Sahara and Brazil

ASAHARA – Brasil repudia prisão e condenação da ativista saharaui Mahfouda Lefkir

LIBERDADE PARA MAHFOUDA LEFKIR!

Em nome da Associação de Amizade e Solidariedade ao Povo do Sahara Ocidental – ASAHARA,  manifestamos nosso repúdio pela prisão e condenação da militante e ativista saharaui Mahfouda Lefkir. Ao mesmo tempo, queremos registrar o nosso apoio e solidariedade à luta pela libertação do Sahara Ocidental do jugo e opressão do reino do Marrocos.

A repressão do governo imperial do Marrocos, tenta de todos os modos calar a voz do povo saharaui, que luta bravamente pela liberdade e independência do Sahara Ocidental.

A condenação e  prisão da militante Mahfouda Lefkir e milhares de outros ativistas, com certeza nao diminuirá a determinação do povo saharaui pela completa independência do Marrocos.

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Activista saharaui Mahfouda Lefkir condenada a seis meses de prisão

PUSL.- Segundo informação do Sr. Bomba pai de Mahfouda Lefkir a activista foi condenada a 6 meses de prisão.

A sentença é baseada no facto Mahfouda ter interpelado o juiz no passado dia 15 de Novembro no final do julgamento do seu primo Mansour Elmoussaoui de 15 anos.

Hoje no final do seu julgamento Mahfouda declarou ao juiz que a sua condenação nada tem a ver com a acusação. É uma condenação pelo meu activismo, pelo meu trabalho, pelo facto de ser saharaui e defender e ansiar a nossa independência, disse a jovem mãe.

O tribunal de El Aaiun esteve sob cerco policial e não houve observadores internacionais presentes. No julgamento estavam o pai e irmãos de Mahfouda e alguns amigos da família.
O advogado de Mahfouda vai apresentar recurso no prazo autorizado por lei.
A sentença excede em 4 meses as penas máximas usualmente atribuídas em Marrocos por desrespeito ao tribunal.

A casa da família de Mahfouda está sob cerco policial e ninguém é autorizado a sair ou entrar na casa.

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Condições de detenção de Mahfouda, activista Saharaui, violam as Regras Mínimas da ONU para o Tratamento de Reclusos

PUSL.- Mahfouda Lefkir recebeu hoje a visita do Pai e dos seus filhos. A jovem mãe e activista saharaui está detida desde dia 15 de Novembro (ver noticia aqui).

Segundo o Sr. Bomba, pai de Mahfouda, as condições de detenção a que está sujeita não correspondem as regras Nelson Mandela – RNM (Regras Mínimas da ONU para o Tratamento de Reclusos).

Para além de continuar com vertigens fortes e fortes dores de cabeça resultantes não só da condição médica anterior mas também do ataque e espancamento recebido pelos guardas quando a retiraram do Tribunal e a forçaram a entrar numa carrinha de presos de delito comum masculinos.

A medicação que necessita tomar diariamente é sob forma de gotas que têm que ser misturadas com água. Os guardas que agora já lhe dão a medicamentação não preparam a mistura à sua frente e Mahfouda recusa-se a tomar o copo de água lhe dão visto não confiar nos guardas.

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Julgamento da activista saharaui Mahfouda Lefkir adiado para dia 27, casa da familia sob cerco

PUSL.- Mahfouda Lefkir foi hoje presente de novo a tribunal. O pedido do advogado defesa Dr. Erguibi de liberdade condicional foi recusado pelo procurador do rei. O julgamento foi adiado para dia 27 de Novembro.

Mahfouda está em estado de saúde alarmante com complicações neurológicas que se agravaram após ter sido agredida no passado dia 15 de Novembro quando foi detida na sala de tribunal de El Aaiun.
A recusa por parte das autoridades marroquinas a deixar a família entregar os medicamentos que Mahfouda tem que tomar diariamente e o facto de a terem injectado com um calmante sem saberem o seu historial médico é particularmente alarmante.

Antes de ter ido ao tribunal hoje às 13h00 o pai teve autorização para falar com ela escassos minutos. Mahfouda disse que quando foi atacada pela polícia bateu com a cabeça no chão e que continua com tonturas.

A jovem mãe terá que aguarda o julgamento na prisão negra de El Aaiun. Desde esta tarde a casa da família de Mahfouda encontra-se sob um cerco de todas as forças de ocupação marroquinas. A tensão em El Aaiun está a subir, as autoridades marroquinas estão a reforçar o contingente e meios de repressão na cidade.

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Comunidade e associações saharauis em França e Bélgica enviam carta a Morgherini sobre a detenção arbitrária da activista saharaui Mahfouda Lefkir

À Sra. Federica Mogherini
Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança

Nós, o coletivo de associações saharauis em França e na Bélgica, tomamos conhecimento que a ativista Mahfouda Lefkir foi presa na sexta-feira, 15 de novembro de 2019 pelas autoridades de ocupação marroquinas , enquanto assistia ao julgamento do seu primo Mansour Othman, de 15 anos. condenado a 1 mês de prisão. Mansour foi preso no dia 28 de outubro e acusado de ter participado das comemorações da vitória da equipe argelina na Copa da África.

A jovem mãe, membro da associação “Coordenação de Gdeim Izik” e da Associação Marroquina de Direitos Humanos, foi presa na sala do tribunal de El Aaiún sob o pretexto de “agredir um funcionário” quando indagou sobre o caso do seu primo.

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Eurodeputada do PCP questiona Morgherini sobre a prisão arbitrária da activista saharaui Mahfouda Elfakir

PUSL.- A pergunta escrita de Sandra Pereira eurodeputada do PCP (Partido Comunista Português), dirigida hoje a Federica Mogherini, a Alta Representante da UE para Política Externa e Segurança questiona as circunstância da detenção da activista saharaui Mahfouda Elfakir que foi detida na sala de tribunal de El Aaiun no passado dia 15 de Novembro.

Elfakir estava a assistir ao julgamento do seu primo de 15 anos que foi condenado a um mês de prisão por celebrar a vitória da Argélia na Taça das Nações Africanas de futebol.

Mahfouda Elfakir foi agredida pelas autoridades, foi ouvida pelo procurador marroquino sem a presença de um advogado e foi-lhe negada a entrega de medicamentos que necessita diariamente.

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Activista saharaui detida e agredida durante o julgamento do seu primo menor

PUSL.- A activista saharaui Mahfouda Elfakir, foi detida na manhã de sexta-feira dia 15 no tribunal de El Aaiun, Sahara Ocidental ocupado onde assistia ao julgamento do seu primo Mansour Elmoussaoui de 15 naos de idade, que foi condenado a 1 mês de prisão. Mansour foi detido no passado dia 28 de Outubro sendo acusado de participar nas comemorações da vitória da equipa Argelina na Copa de África,

A jovem mãe de família membro da associação “Coordenadora de Gdeim Izik” e da Associação de Direitos Humanos Marroquina foi detido dentro da sala onde decorria o julgamento sob o pretexto de ter “agredido um funcionário” quando perguntou algo sobre o processo do seu primo.

Ao recusar-se a subir para dentro de uma furgoneta de transporte de presos de delito comum, todos homens, foi espancada à frente de todos os que estavam no julgamento de forma brutal.

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