Marrocos brinca ao Cavalo de Tróia com a AU?

Por Shannon Ebrahim* – www.iol.co.za (Traducción porunsaharalibre.org)

Marrocos poderia revelar-se um cavalo de Tróia dentro da barriga da UA, servindo para minar a unidade dentro do organismo continental, escreve Shannon Ebrahim.

Esta semana, Marrocos conseguiu o apoio de dois terços dos Estados membros da UA para a re-admissão ao organismo continental. Marrocos poderia, no entanto, provar ser um cavalo de Tróia dentro da barriga da UA, servindo para minar a luta pela autodeterminação do Sahara Ocidental, bem como minar a unidade dentro do próprio organise continental.

Somente os países da África Austral reconheceram os perigos e as contradições que a inclusão de Marrocos na União Africana representou para o continente, votando contra ela.

A maioria dos países que se opuseram à inclusão de Marrocos são liderados por antigos movimentos de libertação que confiaram na solidariedade da OUA na sua luta pela liberdade.

Compreendendo perfeitamente as consequências da inclusão de Marrocos, o ANC, o SACP e até mesmo o EFF rejeitaram firmemente a decisão da UA de re-admitir Marrocos, perguntando como Marrocos se poderia tornar membro quando o povo do Sahara Ocidental continua a sofrer sob a ocupação injusta de Marrocos.

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Travão do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias à paranóia expansionista marroquina

Por Fito Alvarez Tombo

A 2 1 dedezembro passado , o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias ditou que o Sahara Ocidental não faz parte de Marrocos. e põe um fim aos mais de 40 anos de pilhagem dos recursos naturais do povo saharaui por Marrocos e com a cumplicidade de Estados membros da União Europeia.

Apesar que recurso interposto pelo Conselho da União e à Comissão para evitar o cancelamento do acordo de associação e à Liberalização com Marrocos que salvou o texto, o acórdão conseguiu que fosse excluido o Sahara Ocidental do acordo de pesca da União Europeia e Marrocos.

Esta decisão é uma vitória importante para a Frente Polisiario, e, portanto, para o povo saharaui, um golpe para Marrocos que vê como a maior entidade judiciária europeia define claramente as fronteiras do Sahara Ocidental. A este golpe juntam-se outros como a resposta da União Africana às reivindicações de Marrocos para se juntar à Organização Africana, em que recorda o artigo 29 de sua Constituição, que estipula, entre outras coisas, “o respeito das fronteiras existentes no momento da conquista da independência “, uma condição que não se encaixa de forma alguma com o comportamento de Marrocos em relação ao Sahara Ocidental.

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O filho pródigo Marrocos não pode impor condições à África para voltar para casa

Owei Lakemfa
Owei Lakemfa

Marrocos: Um filho pródigo dita condições
Fonte: The News (jornal da Nigeria) / Por Owei Lakemfa*

Tradução porunsaharalibre.org

África, amada por Deus tem muitos filhos e filhas. Alguns deles do antigo Egito deram ao mundo a civilização moderna. Também deram à Grécia a sua filosofia que se tornou a base do pensamento ocidental e filosofia. No entanto, uma raça diferente da qual os nossos videntes nos haviam avisado, açambarcou e escravizou quase todas as crianças de África. Com dor e em lágrimas, com o nosso suor e sangue lutamos pela liberdade. Isso foi anos antes de toda a humanidade ter concordado que o direito de um povo à autodeterminação não é negociável.

Mesmo na aurora da liberdade, os filhos da África eram como ovelhas sem Pastor enquanto que os antigos senhores de escravos tentar continuar a nossa escravidão, desta vez, de forma indireta. Nessa altura, criamos dois grandes grupos. Alguns encontraram-se em Casablanca, Marrocos, e tornaram-se o Grupo de Casablanca; os outros tornaram-se o Grupo de Monróvia. os líderes visionários de África reuniram-se em Adis Abeba, na Etiópia e no dia 25 de maio de 1963, deu-se origem a um movimento unido dos povos africanos chamado Organização de Unidade Africana. Nós juramos que os africanos nunca mais seriam escravizados e que aqueles que ainda estavam em cativeiro, como a África do Sul, Angola, Moçambique, Namíbia, Zimbabwe, Guiné-Bissau e o Sahara Ocidental deveriam ser livres. Na verdade, apesar dos esforços dos escravizadores, tornaram-se livres. Todas as crianças africanas se tornaram livres, mas nós não tínhamos previsto que um dos nossos filhos proeminentes iria colaborar com os senhores de escravos estrangeiros para privar um de nós da sua liberdade.

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A situação tensa em Guergarat

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Por Omar Slama, 29 de agosto de 2016 / porunsaharalibre.org

Os desenvolvimentos na área de Guergarat (extremo sul do Sahara Ocidental) deixa a nú a capacidade da MINURSO para cumprir os seus objectivos: o referendo de autodeterminação, e o principal; o cumprimento do cessar-fogo. A primeira denuncia da Frente Polisario da violação do cessar-fogo por Marrocos já criticava três aspectos mais controversos: Minava o acordo militar No. 1 acordada entre as partes que regula o processo do cessar-fogo, proibindo qualquer acção militar ou criação de instalações na zona tampão (que se estende ao longo de cinco quilómetros do muro marroquino da vergonha), também dá a Marrocos a possibilidade de anexação de uma área fora do cinto e cria uma situação grave de tensão numa área sensível e impede o pleno funcionamento na fronteira mauritana- sahara.

Após esta primeira queixa formal da Frente Polisario nas Nações Unidas, por escrito, o secretário de segurança do Estado, Brahim Ahmed Mahmoud, pediu consultas, ao chefe da MINURSO )Missão das Nações Unidas para um Referendo no Sahara Ocidental) em Tindouf, Dr. Yussef Djedyan, para transmitir o seu forte protesto contra a flagrante violação marroquina ao acordo de cessar-fogo assinado em 1991 entre as partes em conflito.

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Sahara Ocidental possibilidade de retomar da guerra devido à incúria, irresponsabilidade, ganância e falta de moral e ética da comunidade internacional

mapa bandera rasdPor Isabel Lourenço*, 29 de agosto de 2016 / porunsaharalibre.org

Pode ser que dentro de em breve os Saharauis sejam acusados de terrorismo, de desestabilização da região e da guerra. Pois é falso. E é necessário afirma-lo e relembrar a cronologia para que o povo distraído, e média dependente não seja levado pela manipulação da comunicação social e para que a memória colectiva não seja alvo de Alzheimer.

Em 1991 a Frente Polisario e Marrocos sob os auspícios da ONU celebraram um cessar-fogo da guerra que Marrocos iniciou com a invasão e ocupação ilegal do Sahara Ocidental em 1975, bombardeando a população saharaui com fósforo branco e napalm (crime contra a humanidade que nunca foi punido), a deslocação de centenas de milhares de colonos de marroquinos para os territórios ocupados e a construção do maior muro de separação do mundo com 2720km de extensão. Transformaram a zona na área mais minada per capita do mundo e roubam descaradamente os recursos naturais, esgotam o maior lençol de água fóssil do Norte de África e pescam sem respeitar as normas de sustentabilidade. Assassinam, torturam e fazem desaparecer dezenas de milhares de saharauis, todo isto mesmo depois do cessar-fogo e sob o olhar da Missão da ONU no terreno, único organismo estrangeiro presente visto que o território é isolado do mundo e todos os que o visitam são expulsos.

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Os refugiados que já cá estavam

Pasaporte emitido por la ONU unicamente a los que tienen reconocido el estatuto de refugiado

Por Isabel Lourenço  (porunsaharalibre.org)

Deambulam pela Europa e outros continentes, filhos e filhas da nuvens que se encontram numa situação única no mundo.

Chamam-lhes os filhos das nuvens, saharauis, nómadas de génese, porque durante séculos seguiam as nuvens no deserto do Sahara procurando pasto e água para os camelos e cabras.

Passados 40 anos de uma ocupação feroz e sanguinária do Reino de Marrocos do Sahara Ocidental, antiga colónia espanhola, conhecida como província 53, o Sahara Ocidental continua na lista de países da 4a Comissão para a Descolonização, é a última colónia de África. O referendo de autodeterminação é continuamente adiado por imposição de Marrocos e o povo saharaui separado e isolado pelo maior muro de separação do mundo com 2720km, mais de 150mil soldados marroquinos e um arsenal de guerra impressionante originário de países como Israel e Emirados Árabes.

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