Federica Morgherini responde a IU sobre situação dos presos políticos saharauis

PUSL .- Federica Morgherini, a Alta Representante da UE para Política Externa e Segurança, respondeu por escrito às preguntas apresentadas pela eurodeputada espanhola, Paloma Lopez, da Izquierda Unida sobre a situação dos presos políticos saharauis do Grupo de Gdeim Izik.

Lopez tinha apresentado nos últimos meses de 2018 duas preguntas sobre a situação de risco em que se encontram os presos políticos saharauis detidos em Tiflet2, Marrocos.

Os 4 membros dos grupo Gdeim Izik encontram-se em confinamento prolongado há mais de um ano e têm sido vitimas de maus tratos e negligência médica intencional, realizaram várias greves de fome e o seu caso tem sido amplamente denunciado junto não só da União Europeia como também junto dos mecanismos das Nações Unidas.

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Família impedida de visitar o preso político saharaui Sidahmed Lemjeyid

PUSL.- Segundo informações recebidas da família, a administração penitenciária impediu várias vezes a visita a Sidahmed Lemjeyid, preso político saharaui, atualmente detido na prisão local de Ait Melloul 2.

A administração da prisão local de Ait Melloul, na periferia da cidade de Agadir, sul do Marrocos, negou na passada segunda-feira, 7 de janeiro de 2019, o direito de visita de família do preso político saharaui do Grupo Gdeim Izik.

A administração prisional negou o direito de visita três vezes nos ultimos meses, em 24 de dezembro, 2 de janeiro e 7 de janeiro, em violação da lei marroquina relativa aos direitos dos prisioneiros.

A administração da prisão não deu qualquer justificação para a negação arbitrária da visita da família.

A família Lemjeyid protestou por várias horas em frente à prisão, mas não recebeu nenhuma explicação.

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O calvário Dos Presos de Gdeim Izik presos não tem fim

PUSL.- Passaram 518 dias após a última condenação dos presos políticos saharauis do grupo Gdeim Izik.

2963 dias após o desmantelamento do campo de protesto não violento de Gdeim Izik e as detenções e raptos de civis saharauis que SE seguiram.

Os 19 detidos do grupo Gdeim Izik ainda estão sujeitos a maus tratos, assédio e até mesmo tortura após dois julgamentos (julgamento militar em 2010 e de Recurso em 2016/2017).

A atenção médica é negada a esses prisioneiros, que sofrem não só das conseqüências das torturas brutais a que foram submetidos, mas também de doenças crônicas pré-existentes ou adquiridas após a detenção devido às condições de detenção, como asma, reumatismo, diabetes, entre outros.

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Abdallah Abbahah suspende greve de fome após 44 dias

PUSL.- Segundo informação da familia o preso politico Abdallah Abbahah suspendeu hoje a sua greve de fome que iniciou a 1 de Outubro passado.

Abbahah que tinha perdido a consciencência e a quem foi administrado soro, suspendeu a sua greve de fome após o director da prisão lhe ter dito que podia parar que tudo ia ser resolvido.

Os 44 dias de greve de fome tiveram um impacto enorme na saúde de Abbahah que se encontra em confinamento prolongado há mais de 8 meses. O estado de saúde de Abbahah é alarmante, fruto não são das torturas sofridas e continuos maus tratos, assim como negligencia médica desde a sua detenção em 2010.

El Bachir Khadda em situação idêntica encontra-se também em situação de saúde alarmante após ter efectuado uma greve de fome de 43 dias.

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Abbahah preso político saharaui em perigo de vida – Marrocos rejeita medidas provisórias do CAT

PUSL.- Abdallah Abbahah, preso político saharaui do Grupo Gdeim Izik, que está em greve de fome desde 1 de outubro, foi transportado hoje da prisão de Tiflet2 para o hospital depois de ter perdido a consciência durante várias horas.

No hospital, foram-lhe dados 2 litros de soro e em seguida foi transportado de volta para a cela da prisão, onde permanece em confinamento prolongado desde 7 de maio de 2018.

Devido à greve de fome, Abbahah tem sérios problemas cardíacos, vômitos, dor intensa em todos os seus órgãos, não consegue ficar de pé ou andar.

No início desta semana, uma médica visitou-o na prisão e disse-lhe para parar a greve de fome e parar de lhes dar “problemas” para que pudessem descansar.

O director da prisão disse-lhe repetidamente para parar a greve da fome e que as autoridades marroquinas não têm responsabilidade sobre a sua saúde.

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Marrocos: lento asassinato de presos politicos saharauis

PUSL.- Marrocos além de ignorar as decisões e recomendações da ONU e dos seus mecanismos na area dos direitos humanos agrava a situação dos presos politicos saharauís que estão sujeitos a represalias constantes.

El Bachir Khadda do grupo de Gdeim Izik terminou uma greve de fome que durou 43 dias e encontra-se num estado de debilitação fisica extrema. A direcção da prisão Tiflet2 onde está detido não enviou até ao momento nenhum médico ou enfermeiro para avaliar a situação de Khadda.

Este Jornalista e activista de Direitos Humanos esta incapacitado de se manter em pé, está numa cadeira de rodas sem que os guardas lhe ajudem a movimentar-se. Em confinement prolongado numa cela sem o minimo de condições e sem acesso a comida adequada.

Abdallah Abbahah outro preso politico do grupo de Gdeim Izik, detido na mesma Prisão está em greve de fome há 33 dias, num cela fria, sem qualquer tipo de mobiliário, apenas com tres cobertores finos e agua para beber.

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El Bachir Khadda suspende greve de fome no 43 dia

PUSL.- Após um apelo desesperado da familia El Bachir Khadda suspendeu a greve de fome que iniciou há 43 dias contra os sucessivos maus tratos e o isolamento prolongado a que está sujeito há mais de um ano.

O estado de saúde de El Bachir Khadda é alarmante e corre risco de vida.

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O Comité contra a Tortura da ONU pediu a libertação imediata do preso político saharaui Abbahah

PUSL.-Segundo as nossas fontes, uma queixa individual foi apresentada ao Comitê contra a Tortura (CAT) em maio deste ano pela advogada de Abbahah, Maître Olfa Ouled. O CAT respondeu imediatamente após o pedido de medidas urgentes e pediu ao Governo marroquino que pusesse fim aoisolamento prolongado a que Abbahah está sujeito há mais de oito meses.

Abbahah dever ser libertado devido ao seu estado de saúde, disse o Comitê.

As medidas provisórias (medidas urgentes) são exigidas pelo CAT como uma proteção até que a decisão final sobre o caso seja dada.

A advogada Olfa Ouled não quis comentar sobre os procedimentos em curso no Comitê contra a Tortura, já que esses procedimentos são longos e confidenciais.

Mas a advogada de defesa de 18 presos políticos do Grupo Gdeim Izik reafirma que continuará a lutar na frente legal para proteger a vida desses homens inocentes que estão a morrer. Segundo ela, todo o grupo tem que ser protegido, uma vez que são infligidos danos propositados ​​à sua saúde.

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Preso politico saharaui em greve de fome continua em isolamento

PUSL.- Mohamed Bourial que entrou em greve de fome no passado dia 12 de Outubro após ter sido posto em isolamento assim que chegou à prisão Tiflet2 continua na cela de castigo.

Ninguém da administração da penitenciária, nem da equipa médica visitou o preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik.

Bourial não tem acesso à medicação que toma diariamente, mais uma vez Marrocos desrespeita o direitos internacional e as próprias leis.

Em Tiflet2 estão também em greve de fome El Bachir Khadda há 36 dias e Abdallah Abbahah há 23 dias.

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Preso político saharaui El Bachir Khadda: 35 dias em greve de fome

PUSL.- Hoje El Bachir Khadda entrou no 35º dia de greve de fome. O preso político saharaui do Grupo Gdeim Izik está em protesto contra os maus-tratos contínuos, o confinamento prolongado e a transferência da prisão de Tiflet2, que se encontra a mais de 1300 quilómetros da sua cidade natal no Sahara Ocidental, para uma prisão mais próxima da sua família.

A Família do Sr. Khadda está extremamente preocupada com a situação de risco de vida em que SE encontrar o preso politico.

Nas primeiras semanas, Khadda foi colocado na enfermaria, embora isolado de outros presos, mas de acordo com as últimas informações disponíveis, ele agora está sozinho na sua cela “normal”, onde está em confinamento prolongado desde 16 de setembro de 2017.

A Família insta a comunidade internacional a agir e responsabiliza as autoridades marroquinas pela vida de El Bachir Khadda.

A possível morte do Sr. Khadda, que foi sequestrado pelas autoridades de ocupação marroquinas em 2010 em El Aaiun, após o desmantelamento do campo de protesto Gdeim Izik, torturado durante anos, vítima de um julgamento civil e militar nullos perante a lei, estará nas mãos não só das autoridades marroquinas, mas também da comunidade internacional que ficou em silêncio.

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Hassan Dah, preso politico saharaui colocado em isolamento iniciou greve de fome

PUSL.- Hassan Dah preso politico saharaui do grupo de Gdeim Izik, actualmente na prisão de Kenitra foi posto em isolamento ontem após a visita de um familiar e iniciou uma greve de fome aberta.

O preso politico que cumpre uma pena de 25 anos reivindica o direito de continuar a estudar e fazer o doutoramento e protesta contra o tratamento a que tem sido sujeito.

As direcções das várias prisões em que estão detidos os presos politicos do grupo de Gdeim Izik têm posto estes presos em isolamento e celas de castigo de forma aleatória e sem qualquer justificação.

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