Família impedida de visitar o preso político saharaui Sidahmed Lemjeyid

PUSL.- Segundo informações recebidas da família, a administração penitenciária impediu várias vezes a visita a Sidahmed Lemjeyid, preso político saharaui, atualmente detido na prisão local de Ait Melloul 2.

A administração da prisão local de Ait Melloul, na periferia da cidade de Agadir, sul do Marrocos, negou na passada segunda-feira, 7 de janeiro de 2019, o direito de visita de família do preso político saharaui do Grupo Gdeim Izik.

A administração prisional negou o direito de visita três vezes nos ultimos meses, em 24 de dezembro, 2 de janeiro e 7 de janeiro, em violação da lei marroquina relativa aos direitos dos prisioneiros.

A administração da prisão não deu qualquer justificação para a negação arbitrária da visita da família.

A família Lemjeyid protestou por várias horas em frente à prisão, mas não recebeu nenhuma explicação.

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Salah Lebsir Prisioneiro político e jornalista saharaui transferido para a prisão de Bouzakarn

PUSL.- O activista político e jornalista, Salah Eddine Lebsir, foi transferido da prisão de Tata para a prisão de Bouzakarn na noite passada.

Salah Eddine Lebsir foi detido em 6 de junho de 2015, por participar em manifestações pacíficas na cidade de Smara, reivindicando o direito à autodeterminação do povo saharaui. Ele é um ativista político e jornalista conhecido pelas autoridades marroquinas. Lebsir foi condenado a quatro anos terminando a sua sentença em junho de 2019.

Durante o período de encarceramento, realizou várias greves de fome, exigindo tratamento humano e respeito pelos seus direitos elementares.

O jornalista foi transferido da prisão de Tata, que fica a 719 km de El Aaiun (capital do Sahara Ocidental), para Bouzakarn, a 479 km de distância.

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O calvário Dos Presos de Gdeim Izik presos não tem fim

PUSL.- Passaram 518 dias após a última condenação dos presos políticos saharauis do grupo Gdeim Izik.

2963 dias após o desmantelamento do campo de protesto não violento de Gdeim Izik e as detenções e raptos de civis saharauis que SE seguiram.

Os 19 detidos do grupo Gdeim Izik ainda estão sujeitos a maus tratos, assédio e até mesmo tortura após dois julgamentos (julgamento militar em 2010 e de Recurso em 2016/2017).

A atenção médica é negada a esses prisioneiros, que sofrem não só das conseqüências das torturas brutais a que foram submetidos, mas também de doenças crônicas pré-existentes ou adquiridas após a detenção devido às condições de detenção, como asma, reumatismo, diabetes, entre outros.

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Falece o ex preso político saharaui El Bakay Farasa

PUSL.- Esta manhã, o ex preso político saharaui El Bakay Farasa morreu num acidente de viação. O trágico acidente ocorreu na estrada entre as cidades saharauis de Bojador e El Aaiun.

Bakay Farasa foi preso após o desmantelamento do acampamento Gdeim Izik, permanecendo na Prisão Negra por quatro meses entre 2010 e 2011, sendo vítima de tortura pelas autoridades de ocupação marroquinas.

Com a morte de El Bakay Farasa, o povo saharaui perdeu um dos seus maiores activistas. Fervoroso lutador contra a ocupação marroquina e defensor dos direitos humanos que deu toda a sua vida pela liberdade do seu povo.

De acordo com informações recebidas pelo PUSL, o enterro de El Bakay Farasa será o hoje à tarde.

O PUSL envia as nossas mais profundas condolências à família e amigos de Farasa.

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Presos politicos saharauis vitimas de envenamento na prisão de Ait Melloul

PUSL.- Mohamed Bani, Brahim Ismaili, Sidahmed Lemjeyid e Mohamed Lefkir estiveram 20 dias em condições de saúde deploráveis devido a comida envenanada que a administração da prisão deu apenas aos presos saharauis segundo informações das suas familias.

Durante todo o tempo que estiveram com vómitos, diarreia, pernas inchadas e com fadiga intensa nunca foram vistos por um médico apesar dos pedidos que fizeram.

Segundo informação das familias Ismaili, Lefkir, Bani e Lemjeyid comerçaram a desconfiar que não se tratava de uma doença normal, uma vez que os 4 presos não estão nem nos mesmos modulos, nem se encontram nos pátios e decidiram parar de ingerir a comida que lhes davam, recuperando rapidamente.

A situação dos presos politicos do Grupo de Gdeim Izik é alarmente e piora cada dia.

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Os presos de Gdeim Izik atualmente detidos em Tiflet 2 continuam sujeitos a isolamento prolongado e tratamento desumano

PUSL.- O preso político saharaui Abdallahi Abbahah, do grupo de Gdeim Izik, actualmente detido na prisão de Tiflet 2 em Marrocos, fará uma greve de fome de protesto de 48 horas em apoio de El Bachir Khadda do mesmo grupo, que entrou em greve de fome dia 18 de setembro.

De acordo com as informações da família, Abbahah declarou que fará uma greve de fome de protesto de 48 horas em apoio a El Bachir Khadda e também contra o assédio diário, maus tratos e confinamento prolongado a que está sujeito desde sua transferência há mais de 5 meses.

Os prisioneiros de Tiflet2, Mohamed Lamin Haddi, Abdallahi Abbahah e El Bachir Khadda não tiveram contato humano significativo durante meses, vítimas de tortura psicológica, assédio e maus-tratos. Eles estão em celas com o mínimo necessário, sem forma de passar o tempo, olhando para as paredes 22 horas ou mais.

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Jornalistas saharauis condenados a dois anos de prisão

PUSL.- Mohamed Salem Mayara, jornalista e Mohamed Alchomyai reporter de imagem foram condenados a 2 anos de prisão no passado dia 5 de Setembro, pelo tribunal de primeira instância de El Aaiun capital dos territórios ocupados do Sahara Ocidental.

Os dois jornalistas pertencem à equipa da “smara news” um meio de comunicação saharaui, difundido nas redes sociais para romper o silêncio e blackout mediatico imposto pelo Reino de Marrocos que ocupa o território do Sahara Ocidental de forma ilegal atravez de uma presença militar, para militar e policial que mantem a população saharaui sob um dominio de terror , sequestros, tortura apartheid, social, politico e economico desrespeitando em absoluto as resoluções das Nacões Unidas.

Os dois jornalistas estavam a documentar um manifestação pacifica quando foram detidos a 27 de Março deste ano.

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Marrocos – negligência médica intencional de preso político saharaui

El Wafi Wakari, estudante saharaui e preso político do grupo Companheiros de El Wali, foi impedido de receber tratamento médico desde a sua detenção em janeiro de 2018, embora tenha sido diagnosticado após a sua detenção e os médicos marroquinos terem informado que ele necessita de cirurgia urgente.

Depois de inúmeras queixas da família às autoridades marroquinas e ao CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos), e aos mecanismos da ONU para os direitos humanos e também várias intervenções feitas no parlamento europeu por deputados sobre este caso, a situação médica não melhorou e as autoridades marroquinas continuam a maltratar Wakari, recusando-lhe tratamento médico.

A advogada francesa que agora representa este prisioneiro político, Maître Marie ROCH enviou uma queixa detalhada às autoridades marroquinas, enfatizando a violação da própria lei marroquina.

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O preso político saharaui El Wafi Wakari necessita de cuidados médicos urgentes e protecção da sua vida

PUSL.- O preso saharaui de 28 anos de idade, Sr. OUAKARI ELOIFI (também soletrado El Wafi Wakari), que foi transferido em 4 de julho para a prisão de Ait Melloul, precisa de atenção médica urgente e proteção da sua vida.

Após a sua transferência, o Sr. Eloifi foi colocado numa cela com presos marroquinos de delito comum violentos, o que coloca sérias preocupações relativamente à sua integridade física, já que ele é absolutamente incapaz de se defender devido a sua condição de saúde.

Na mesma prisão estão outros três estudantes saharauis: Ali Shargui, Hamza Rami e Ahmed Abba Ali do mesmo grupo, conhecido por Grupo Companheiro de El Uali, que foram transferidos no mesmo dia, mas estão em blocos de celas diferentes e sobre os quais não existem informações actuais.

As famílias pedem à ONU e à UE que se dirijam às autoridades marroquinas com o pedido de se juntar a todos os prisioneiros políticos sahararawi atualmente detidos em Ait Melloul.

O Sr. Eloifi foi detido em janeiro de 2016 e, desde a sua prisão, ele foi sujeito a maus-tratos graves, espancamentos, ingestão insuficiente de alimentos, sofrimento psicológico e físico.

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Tribunal de recurso condena estudantes saharauis

O julgamento dos estudantes saharaui conhecidos como grupo Companheiros El Uali, que se realizou ontem em Marraquexe, não alterou as sentenças atribuidas pelo tribunal de primeira instância.

O julgamento que foi publico contou com a presença de 4 observadores internacionais, mas em clara violação das regras de um julgamento público as familias dos presos não foram autorizadas a assistir.

PUSL ha acompañado este proceso desde la detención de estos jóvenes en 2016. Para más información consultar el informe publicado y los artículos.

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Manifestação pelos presos políticos saharauis na cidade ocupada de El Aaiun

Ontem, 4 de abril, na avenida Smara , em El Aaiun ocupado várias famílias dos presos politicos saharauis apoiadas por muitos saharauís foram às ruas manifestando a sua solidariedade com os presos de Gdeim Izik.

As forças de ocupação marroquinas dispersaram os manifestantes, momento em que outro grupo de saharauis noutra área da avenida junto ao hotel Nagir, ocuparam uma das rotundas e exibiram bandeiras e gritaram palavras d ordem em apoio aos presos politicos e pela liberdade do Sahara Ocidental.

Durante a intervenção da polícia vários manifestantes ficaram feridos, incluindo Gahli Ajnaa, esposa de Mohamed Bani, um prisioneiro político do grupo de Gdeim Izik, que junto com outros companheiros começou uma greve de fome em 9 de março.

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