Tribunal da ocupação marroquina emite sentenças injustas contra um grupo de ativistas saharauis

PUSL.- A segunda câmara do Tribunal de Recurso na cidade ocupada de El Aaiun na terça-feira, 5 de novembro de 2019, proferiu duras sentenças a um grupo de ativistas saharauis que foram presos em conexão com as comemorações da vitória da Argélia na Copa da África de 19 de julho de 2019.

As sentenças impostas ontem variaram de seis meses a um ano. Os veredictos foram os seguintes: Hafez al-Hassan al-Habib, Kai Dahi al-Hadik, Mohamed Ali Sidi Tlemizi, Rugbi Sayed El Yazid e Salik Najem Ibrahim receberam uma sentença de um ano, Sufian Hassan Salik, Jalil Arbi Mahdi, Abdelrahman Mohammed Laroussi e Hafiz Mohammed Sofi, uma sentença de seis meses.

Vários outros participantes das comemorações da vitória da Argélia estão na mira da polícia, que detém diariamente pessoas que foram filmadas pelas autoridades marroquinas em 19 de julho de 2019.

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Abdel Jalil Laaroussi, preso político saharaui operado esta manhã

PUSL.-Maitre Olfa Ouled, advogada do prisioneiro político saharaui Abdel Jalil Laaroussi, informou que o seu cliente foi submetido a uma cirurgia esta manhã em Rabat.

Lembramos que o Comitsé das Nações Unidas contra a Tortura emitiu medidas urgentes exigidas pela advogada do Sr. Laaroussi.
Embora não tenha sido visto por um médico à sua escolha, como mencionado na medida urgente do Comité, ele finalmente fez uma cirurgia.

Laaroussi já não conseguia manter-se em pé por mais de dez minutos devido à condição do joelho. Durante os seus julgamentos (em 2013 e 2017), ele denunciou as várias torturas sofridas desde a sua detenção em 2010.

O preso político reafirmou a sua inocência durante todo o processo e perante os tribunais.

O Sr. Laaroussi está em isolamento solitário prolongado desde 17 de setembro de 2017, saindo apenas quando realiza exames universitários na prisão e agora para a cirurgia.

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Jornalista saharaui Walid Al-Salik, condenado a 6 anos de prisão

PUSl.- Walid Al-Salik, jornalista saharaui, foi condenado ontem, 9 de outubro, a seis anos de prisão no tribunal de apelação marroquino de El Aaiun, capital do Sahara Ocidental ocupado.

O jornalista saharaui e ativista dos direitos humanos foram acusados ​​dos delitos usuais e não comprovados de “ataques a funcionários públicos, bloqueio de estradas e lançamento de pedras contra policias”. As autoridades marroquinas recorrem sempre às mesmas acusações em relação aos ativistas e jornalistas saharauis, mas sem nunca apresentarem em julgamento qualquer prova ou evidencência excepto os documentos elaborados e escritos pela polícia e / ou falsas confissões.

Al-Salik foi preso no dia 7 de junho deste ano com outros dois ativistas que as autoridades marroquinas espancaram brutalmente na recepção do preso político e jornalista Salah Lebsir, que foi libertado no mesmo dia.

Como pode ser visto no vídeo abaixo, os jovens ativistas e o jornalista Al Salik não atacaram ninguém, mas foram brutalmente espancados no meio da rua por mais de uma dúzia de agentes da polícia marroquina à civil e fardados. Os três cidadãos saharauis foram interceptados no seu carro por um grupo de agentes das forças auxiliares marroquinas, armados com cassetetes que os atacaram, arrancaram de demtro do seu carro e espancaram repetidamente.

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Adiado julgamento de preso politico saharaui Lahoucine Amaadour (Husein Brahim)

PUSL.- O julgamento de Lahoucine Amaadour (nome saharaui Husein Bachir Brahim) foi adiado de novo no passado dia 17 de Setembro pelo Tribunal de primeira Instância de Marraquexe em Marrocos.

O julgamento foi agora adiado para próximo dia 22 de Outubro. O jovem preso politico saharaui encontra-se detido desde 17 de Janeiro de 2019 sem ter sido julgado. No próximo dia 22 de Outubro perfaz 9 meses e 6 dias (279) de detenção arbitrária sem julgamento o que é ultrapassa largamente o prazo estabelecido pela lei marroquina de 30 dias renováveis por 2 vezes.

Estiveram presentes três observadores internacionais e dois elementos da família na sala do tribunal. Os restantes elementos da família e activistas saharauis não foram admitidos na sala de tribunal apesar de se tratar de uma audiência aberta ao público.

O jovem activista apresentou-se em tribunal vestido com o traje masculino saharaui, a “Daraa” e entoando cânticos e palavras de ordem pela independência do Sahara Ocidental pondo em evidência o caracter político da sua detenção.

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Presos politicos Saharauis do Grupo Gdeim Izik em protesto

PUSL.- Vários presos políticos do Grupo de Gdeim Izik nas prisões de Tiflet, Kenitra, El Arjat y Ait Melloul realizaram nos passados dias 16 17 de Setembro uma greve de fome de 48horas.

Os 4 presos detidos em Tiflet (Abdallah Abbahah, Mohamed Bourial, Mohamed Lamin Haddi e El Bachir Khaddda) assim como Abdel Jalil Laaroussi detido em El Arjat, encontram-se em isolamento prolongado há mais de um ano e alguns casos há mais de dois anos desde a sua transferência de prisão em 17 de Setembro de 2017.

A maioria dos presos padece de doenças crónicas ou resultantes das torturas extremas a que foram submetidos e não têm assistência médica.

O processo jurídico aguarda a decisão do Tribunal Supremo de Marrocos que tem que se pronunciar sobre o último julgamento deste grupo, uma vez que o segundo julgamento teve lugar em virtude da anulação do julgamento em tribunal militar que segundo o Tribunal Supremo não mostrou provas suficientes e se baseou simplesmente em documentos produzidos pelas autoridades marroquinas.

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Saadoni, preso politico saharaui transferido para Bouzakarn e colocado em isolamento

PUSL.- Ali Saadoni, preso politico saharaui, foi transferido ontem às 3h00 da madrugada da prisão de El Aaiun no Sahara Ocidental ocupado para a prisão de Bouzakarn em Marrocos.

Segundo a nossa fonte o preso politico estava em estado grave de saúde e num estado geral miserável.

Ao chegar a Bouzakarn foi colocado de imediato em isolamento.

A 29 de Abril passado o ativista Saharaui Ali Saadoni foi condenado a 7 meses de prisão e uma multa de 5000 Dirham (480Euros).

O acesso ao julgamento foi restrito, assistindo a mãe e irmã de Saadoni mas os ativistas saharauis foram impedidos de entrar assim como o tradutor de dois advogados espanhóis acreditados pelo conselho de advocacia espanhola.

O advogado de defesa denunciou as várias violações dos procedimentos processuais e afirma que não se tratou de um julgamento com as garantias necessárias para que se possa considerar um julgamento justo e imparcial. Read more

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Preso politico Saharaui Amaadour presente em tribunal, julgamento adiado e continua em greve de fome

PUSL.- O preso político saharaui Lahoucine Amaadour (nome saharaui Husein Bachir Brahim) foi presente a tribunal na passada terça-feira dia 16 de Abril após 90 dias de detenção arbitrária (prazo máximo de detenção sem julgamento). O tribunal não informou o advogado de defesa que por essa razão não compareceu e o julgamento foi adiado para o próximo dia 11 de Junho.

O “esquecimento” do tribunal em convocar o advogado de defesa faz assim com que Amaadour continuará detido perfazendo 147 dias sem julgamento o que é ilegal.

Uma manobra utilizada frequentemente quando se trata de presos políticos saharauis cujos julgamentos são adiados consecutivamente, estendendo assim o período de prisão preventiva muito para além do tempo determinado por lei. Read more

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Preso politico Saharaui Lahoucine Amaadour em greve de fome

PUSL.- O preso político saharaui Lahoucine Amaadour (nome saharaui Husein Bachir Brahim) entrou em greve da fome a 9 de Abril contra os graves maus tratos e a negação arbitrária das visitas de familiares.

O líder estudantil foi entregue às autoridades marroquinas em Nadour, Marrocos, em 17 de janeiro pelas autoridades espanholas que expulsaram Amaadour após a sua chegada às ilhas Canárias sem ter sido respeitado o processo legal após o seu pedido de asilo político.

À chegada a Nadour, o jovem foi submetido a um primeiro interrogatório pelas autoridades marroquinas, com base num mandado de busca e apreensão.

Segundo as informações da família, Amaadour recusou-se a assinar os documentos que lhe foram apresentados, pois o conteúdo não corresponde às suas declarações. Read more

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Preso politico saharaui, Mohammed Benno libertado

BENTILI.- O prisioneiro politico saharaui “Mohammed Mansour Salama Benno” foi libertado nesta quinta-feira 28/03/2019 depois de passar um mês e cinco dias na cadeia negra de El Aaiun no Sahara Ocidental ocupado.

Mohammed foi detido a 23/02/2019 após a sua participação numa manifestação não violenta que se organizou na Avenida Tan Tan em El Aaiun, exigindo a autodeterminação do povo saharaui.

As autoridades marroquinas torturaram-no por mais de 72 horas na esquadra da policia e, em seguida foi enviado para a prisão negra da cidade, na terça-feira, 27/02/2019. Read more

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Preso politico saharaui Mbarek Daoudi libertado

PUSL.- O preso politico saharaui Mbarek Daoudi foi libertado esta manhã com pena cumprida após 5 anos e meio de prisão. Daoudi teve vários julgamentos sem nunca terem sido apresentadas provas de qualquer crime cometido.

Daoudi que foi vítima de tortura e esteve várias vezes em greve de fome, uma das vez mais de 50 dias.

O processo jurídico de Mbarek Daoudi é repleto de atropelos à lei e justiça com várias condenações sucessivas e que não têm em conta o tempo em detenção arbitrária.

O estado de saúde de Daoudi tem vindo a deteriorar-se durante o seu tempo de detenção, devido à negligência médica sistemática a que os presos políticos estão sujeitos.

PUSL congratula Mbarek Daoudi e a sua familia pela libertação. Read more

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Prisioneiro político saharaui El Hafed Iazza em estado de saúde alarmante

PUSL.- A administração local de prisões de Bouzkarn, Marrocos, transferiu na quinta-feira 28 de fevereiro o prisioneiro político saharaui Yahya Mohammed El Hafed Iazza para um hospital na cidade de Guelmim após uma grave deterioração do seu estado de saúde.

Iazza tem problemas respiratórios graves, sofre de asma e a sua saúde tem vindo a deteriorar-se devido as condições de detenção desumanas desde a sua detenção em 27 de Fevereiro de 2008.

As celas por onde tem passado carecem todas do mínimo de condições de higiene, estão repletas de vermes, sem ventilação apropriada e cheias de humidade. Read more

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