Detenções e greves de fome e julgamentos de presos políticos saharauis

PUSL.- O regime de ocupação marroquina continua a sua onda de detenções arbitrárias de activistas saharauis.

Na passada quinta-feira, 25 de Abril, Zein Abidin Salek “Bounaaje”, um ex-preso político saharaui, foi detido e enviado sábado à prisão negra de El Aaiun, conhecida pelas suas duras condições.

Zein Abidin Salek “Bounaaje vai ser apresentado hoje a tribunal e é acusado de posse de droga, embora o motivo real tenha sido a sua participação numa manifestação pacífica na quinta-feira, quando a população saharaui de El Aaiun foi à rua exigir a autodeterminação e o fim da ocupação ilegal por Marrocos. Esta manifestação foi organizada pela Coordenadora das Associações de Direitos Humanos Saharauis.

O julgamento do activista saharaui Ali Saadoni, que foi adiado duas vezes, também está agendado para hoje.

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Julgamento adiado pela segunda vez de Saadoni activista saharaui em greve de fome

PUSL.- O julgamento do activista saharaui Ali Saadoni foi ontem adiado pel a segunda vez, estando agendado para a próxima segunda-feira 29 de Abril.

Saadoni entrou no tribunal gritando palavras de ordem pela independência do Sahara Ocidental e em apoio à Frente Polisario.

O seu advogado pediu que libertassem Saadoni enquanto aguarda julgamento, pedido que foi recusado.

O activista saharaui disse no tribunal que foi torturado e que está em greve de fome em protesto contra os maus tratos sofridos, as torturas e as acusações fabricadas contra ele. Denunciou ainda que não tinha assinado o documento da policia com declarações falsas.

O tribunal esteve rodeado de forças de ocupação marroquinas e o acesso ao edifício foi interdito à população e activistas saharauis que queriam assistir ao julgamento.

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Julgamento adiado do activista saharaui Saadoni que entrou em greve em fome

PUSL.- O julgamento do activista saharaui Ali Saadoni foi hoje adiada para a próxima segunda-feira 22 de Abril.

Saadoni entrou em greve de fome em protesto contra os maus tratos sofridos , a sua detenção arbitrária e os maus tratos à sua familia.

Saadoni que foi sequestrado pela policia no passado dia 11 de Abril esteve em paradeiro desconhecido durante mais de 24h.

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Activista saharaui Saadoni presente a tribunal 2a feira

PUSL.- Dois dias após ter sido sequestrado Ali Saadoni activista Saharaui, foi presente ao procurador do rei no tribunal de primeira instância em El Aaiun.

O activista é acusado de posse de droga e violência contra um agente da policia.

Segunda-feira dia 15 de Abril será julgado em tribunal estando agora detido na prisão negra de El Aaiun.

Ontem a familia de Saadoni foi informada que se encontrava detido na esquadra da policia e foram autorizados a levar os medicamentos que o activista tem que tomar diariamente.

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Saadoni, activista saharaui raptado pela polícia marroquina

PUSL.- A polícia marroquina vestida à paisana sequestrou ontem à noite o ativista saharaui Ali Saadoni, cujo paradeiro continua desconhecido.

Saadoni foi seguido e perseguido durante todo o dia por um carro civil da polícia marroquina na cidade ocupada de El Aaiun, no Sahara Ocidental ocupado.

Durante o dia Saadoni e Khaliehna Elfak exibiram bandeiras da RASD (Republica Árabe Saharaui Democrática) numa das avenidas em El Aaiún. Elfak que estava com Saadoni quando foi sequestrado foi solto pela polícia.

O conhecido activista saharaui esteve detido de 2016 até 2018, devido à sua luta pacífica contínua e persistente pela autodeterminação no Sahara Ocidental.

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Duas activistas saharauis punidas pelas autoridades de ocupação marroquinas

PUSL.- A Sra. Gabbal Bannahi Daha (alias Juda), activista saharaui, foi informada hoje pelas autoridades marroquinas que a sua ajuda social foi suspensa em retaliação pelo seu activismo pelos direitos humanos e pela defesa do direito à autodeterminação do povo saharaui, bem como a sua participação nas celebrações do aniversário da proclamação da República Saharaui.

Daha afirmou que essas práticas de retaliação nunca a impediriam de continuar a sua luta contra a ocupação marroquina. Em 2018, a Sra. Daha já estava na mesma situação e estava em greve de fome até que as autoridades marroquinas responderam à sua revindicação após 17 dias.

A Sra. Aghlajilha El Ouali (El Idrissi), outra activista de Smara, foi também castigada pelas autoridades marroquinas, suspendendo o seu cartão social devido à sua participação nas celebrações do aniversário da proclamação da República Saharaui.

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Forças da ocupação marroquina contra estudantes em El Aaiun

PUSL.- El Aaiun foi hoje palco da maior manifestação à decadas de alunos das escolas secundárias contra a alteração dos horários das escolas.

Centenas de membros das forças da ocupação marroquina cercaram escolas e perseguiram alunos tentando reprimir este protesto que teve lugar em todas as escolas públicas da cidade.

“Manifestamos contra a alteração dos horários, mas também nos manifestamos contra a ocupação” diz Mohamed, 15 anos jovem saharaui e aluno do ensino secundário.

“Somos descriminados, sofremos violência todos os dias desde que nascemos estamos fartos. Chega de ocupação” diz Suelma, 14 anos.

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O relatório que não querem que leiam

PUSL.- Desde as 11h de sabádo 20 de Outubro até Segunda-feira 22 de Outubro, a página porunsahalibre.org (PUSL) esteve inoperacional e inacessível. Este “problema técnico” aconteceu minutos após a publicação do relatório da Fundacion Sahara Occidental sobre a Tortura da populaçāo saharaui sob ocupação

O relatório demonstra claramente a prática continua de tortura pelas autoridades marroquinas nos territórios ocupados do Sahara Ocidental

Tortura esta praticada há decadas e de forma impune sem que a comunidade international actue.

Leia o relatório:

Informe Fundación Sáhara Oc… by on Scribd

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Relatório FUSO: A tortura sofrida pela população saharaui sob ocupação

PUSL e FUSO .- A Fundación Sáhara Occidental (FUSO), na seuqência do trabalho realizado durante anos de observação e monitorização dos direitos humanos, violações e genocídio cometido contra o povo saharaui, entendeu que era necessário elaborar um relatório, onde se resumisse de forma que se possa compreender e avaliar nos seus termos justos os processos de tortura a que esta submetida a população saharaui. Viu-se pois, oportuno publicar este relatório que se apoia apoiado nos numerosos relatórios e artigos existentes da Fundação e de outros organismos internacionais, e em colaboração e acordo com o trabalho que se tem vindo a realizar com Por un Sahara Libre .org (PUSL).

O relatório “A tortura sofrida pela população saharaui sob ocupação” é difundido com o objetivo de que seja uma ferramenta de trabalho, consciencialização e sensibilização. Tendo um conteúdo acessível e assimilável para qualquer pessoa, com ou sem conhecimentos na área dos direitos humanos ou em direito, possibilitando uma abordagem científica e técnica sobre a situação da tortura nos territórios ocupados do Sahara Ocidental, amparada e justificada pelos casos estudados e as numerosas entrevistas realizadas.

Além disso, e como objetivo primeiro deste relatório é fazer chegar aos fóruns internacionais, onde se decidem e debatem importantes questões sobre a proteção da população saharaui e o direito à autodeterminação e onde ser devem adotar os mecanismos necessários para que este genocídio e tortura parem, de forma a ajudar a que estes organismos e nações alterem as suas políticas sobre esta temática e tomem uma posição mais ativa na defesa da população saharaui.

Por todas estas razões a Fundación Sahara Occidental (FUSO), em conjunto com Por un Sahara Occidental .org (PUSL), tem vindo a trabalhar na elaboração deste relatório, que agora se publica, e que foi realizado com o rigor, profissionalismo e honradez que um tema tão sensível, duro e difícil como é a tortura da população saharaui merece.

Informe Fundación Sáhara Oc… by on Scribd

Dezenas de feridos saharauis por autoridades marroquinas na cerimónia do aniversário de Gaudí Mohamed Fadel

PUSL.- No dia 6 de Setembro familiares e amigos do falecido activista Gaudi Mohamed Fadel reuniram-se na Casa da sua familia para comemorar o aniversário da sua morte.

A casa que se situa no bairro Casa Piedra , na avenida Skeikima foi rodeada por policias e membros dos serviços secretos marroquinos, que impediram a celebração e atacaram os saharauis, resultando en dezenas de feridos.

O cerco à casa da familia a manteve-se durante horas.

Segundo o testemunho do vice president da CODAPSO, Hmad Hamad o controle policial era impressionable e ele mesmo não conseguiu chegar à casa, tendo sido seguido por mais de uma dezena de policias.

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Violência de colonos Marroquinos contra saharauis incentivada pelo poder ocupante

PUSL.- Brahim Hmad, saharaui dos territórios ocupados do Sahara Ocidental, foi brutalmente atacado por colonos marroquinos no passado dia 15 de Setembro às 2h30 da manhã em El Aaiun.

Estes ataques perpetuados por colonos marroquinos contra saharauis têm aumentado nos últimos anos, com total impunidade não havendo nenhuma ivestigação por parte das autoridades de ocupação nem tentativa de encontrar os culpados.

O caso mais mediático foi o do jovem Mohamed Lamin Haidala, vitima de um ataque que acabou por morrer sob custodia da policia marroquina após negilgencia médica grave e tortura a 8 de Fevereiro de 2015. A mãe reivindica o corpo do seu filho há anos, não houve nem investigação, nem autopsia, nem um funeral digno.

A familia Hmad é conhecida pelo seu activismo em defesa dos direitos humanos. Fadili, um dos primos de Brahim, foi assasinado em Dakhla, e a casa da familia incendiada.

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