Após a recente repressão nos territórios ocupados d o Sahara Ocidental: Presidente Brahim Gali pede à ONU para garantir a proteção e segurança dos civis saharauis

Bir Lehlu (Territórios Liberados da RASD), 22 de setembro de 2018 (SPS) -. O Presidente da República saharaui, Brahim Gali, instou o SG das Nações Unidas, Antonio Guterres, a intervir para pôr termo às práticas repressivas das autoridades marroquinas e garantir a segurança e a protecção dos civis sahrauís nos territórios ocupados do Sahara Ocidental.

Numa carta dirigida ao SG das Nações Unidas sobre a recente repressão marroquina contra os manifestantes saharauis, o Presidente da República disse que Marrocos, através destes métodos repetidos, não “reflecte” a vontade real ou a boa fé de cooperar com os esforços de as Nações Unidas, liderada pelo enviado pessoal das Nações Unidas para o Saara Ocidental, o ex-presidente alemão Horst Köhler.

“Estas práticas constituem uma violação flagrante do direito internacional e do direito internacional humanitário, privando o povo saharaui do seu direito de se expressar de acordo com os mandamentos do direito internacional”, afirmou o Presidente da República saharaui.

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Marrocos dispersa manifestação da população saharaui durante a visita de Embaixadas

PUSL.- Ontem a população saharaui saíu mais uma vez às ruas de El Aaiun, nos territórios ocupados do Sahara Ocidental numa manifestação não violenta para mostrar o seu protesto contra a ocupação e exigir a autodeterminação durante a visita de representantes de várias embaixadas à cidade.

As forças de ocupação marroquinas dispersaram de imediato a manifestação com vários elementos da policia por cada manifestante, evitando assim que os representantes das embaixadas da Suíça, Itália, Alemanha, Holanda, Canada, Estados Unidos e Australia vissem os protestos da população saharaui.

A equipa do meio de comunicação saharaui “Bentili”, consegui no entanto obter imagens da manifestação.

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A activista saharaui Sultana Khaya gravemente ferida após uma tentativa de assassinato por agentes marroquinos

Fonte: Diario La Realidad Saharaui, DLRS

El Aaiun / territórios ocupados. A ativista e defensora dos direitos humanos Sultana Khaya está em casa depois de uma tentativa de assassinato cometida por um grupo de policias da administração de ocupação marroquina na cidade saharaui de El Aaiun. Vários meios de comunicação saharauis nesta sexta-feira difundiram esta notícia. Na quinta-feira passada, Sultana Khaya participou nos protestos pacíficos convocados pela comunidade saharaui, movimentos sociais e de direitos humanos saharauis para denunciar a pilhagem de Marrocos dos recursos naturais dos territórios ocupados do Sahara Ocidental durante a visita de uma delegação da Comissão Europeia.

A ativista ainda não tem força para falar, está a convalescer em casa. A sua irmã é a que tem recebido os activistas de informação saharauis que a visitaram hoje em sua casa. Seu corpo está claramente cheio de hematomas, devido aos golpes a que foi submetida num beco onde ela foi levada à força por um grupo de policias marroquinos quando eles estavam a dispersar os manifestantes saharauís na principal avenida da cidade, a avenida Smara.

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Uma equipe da UPV encontra nova vala comum no Sahara Ocidental

Naiz.eus.- Uma equipe de investigadores da UPV, sob a direção do médico legista Paco Etxeberria, encontrou três novas valas comuns na região de Meheris, no Sahara Ocidental.

Uma equipe forense de investigação da UPV / EHU, sob a direção do Professor Paco Etxeberria e Promovido pela Hegoa-Instituto de Estudos para o Desenvolvimento e a Cooperação Internacional, exumou três novas valascomunsna região do Meheris, nas zonas libertadas da República Saharaui .

Conforme relatado pela instituição acadêmica num comunicado, os restos encontrados podem ser rastreados até os primeiros meses da invasão marroquina, uma vez que entre os objetos encontrados ao lado de uma das vítimas estavam 68 moedas num valor total de 689 pesetas da época colonial Espanhola.

As análises forenses são realizadas na UPV / EHU e os relatórios têm servido o número 5 da Audiência Nacional, no caso de violações dos direitos humanos do povo saharaui em 1976 por Marrocos.

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Marrocos “limpa” El Aaiun antes da visita do enviado das Nações Unidas

jornaltornado.pt.- Há alguns dias que se assiste em El Aaiun, capital do Sahara Ocidental ocupado a invasões domiciliárias e detenções arbitrárias de cidadãos saharauis por parte das autoridades marroquinas.

O anúncio da visita de Horst Koehler, ex-presidente da Alemanha e actual enviado pessoal do Secretário Geral das Nações Unidas aos territórios ocupados do Sahara Ocidental para contactar a MINURSO (Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental), colocou as forças de ocupação num frenesim superior ao habitual.

Horst Koehler, reunirá novamente no final de Junho com as partes em conflito para pressionar pela retomada das negociações de paz, segundo fontes diplomáticas. O ex-presidente da Alemanha irá reunir com as autoridades marroquinas em 28 e 29 de Junho em Rabat e deve viajar para El Aaiun, no Sahara Ocidental, para contactar com os capacetes azuis da Minurso.

Outra fonte disse que o emissário também deveria ir a Tindouf, onde a Frente Polisario está localizada, no extremo oeste da Argélia, especificando que as datas precisas desta viagem ainda não foram definidas.

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Jovens e menores saharauis detidos e torturados

Na noite de sábado para domingo após uma manifestação de jovens saharauis com dezenas de manifestantes na cidade de El Aaiun num protesto não violento contra a ocupação marroquina e o apartheid social, economico e politico vivido no territórios ocupados foram detidos dez estudantes.

As forças de ocupação investiram contra os manifestantes e detiveram os jovens.

Os menores foram sequestrados para local desconhecido e as autoridades não informaram nem as familias, nem foram autorizados a ter a presença de advogados após a sua detenção arbitrária.

De acordo com o relatório da Network Activists News, as autoridades soltaram na segunda-feira 26 de fevereiro, Mohammed al-Marwani, quando a sua condição de saúde se deteriorou devido à tortura.

Na terça-feira, dia 27 de Fevereiro, os estudantes saharauis foram apresentados ao tribunal em El Aaiun. Os arredores tribunal estavam fortemente vigiados e baixo cerco, ninguém podia entrar no tribunal. As famílias não tinham autorização para ver os seus filhos.

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Hmad Hammad activista saharaui sob cerco policial

Esta tarde em El Aaiun ocupado a casa de Hmad Hammad, vice presidente da CODAPSO foi cercada pelas autoridades de ocupação marroquinas, impedindo a saida e entrada do edificio durante mais de uma hora.

Segundo nos contou por telefone Hmad Hammad, a policia rodeou por completo o edificio impedindo inclusive a entrada do seu irmão que tinha saído para ir às compras. O vice presidente da CODAPSO (Comité pela Autodeterminação do Sahara Ocidental) ao aperceber-se do cerco abriu a porta deparando-se com dezenas de policias.

Após a denúncia deste cerco à casa deste activista saharaui e ex-preso político nas redes sociais a polícia retirou-se do local.

Desde ontem, após o funeral do emblematico ancião saharaui Deida que movimentou toda a população saharaui na cidade ocupada de El Aaiun que o aparato policial e das forças auxiliares é ainda mais numeroso do que o habitual.

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A activista saharaui Sultana Khaya defende a honra da sua bandeira

A activista de direitos humanos, Sultana Khaya, foi uma das mulheres agredidas pelas autoridades de ocupação quando participou ontem na manifestação pela autodeterminação do Sahara Ocidental e em apoio a todos os presos politicos saharauis detidos em prisões marroquinas, em Bojador.

Após ter sido atirada ao chão com pontapés e golpes de bastão refugiu-se na sua casa e içou a bandeira da República Árabe Saharaui Democrática na sua janela no primeiro andar, como se pode ver no video.

A policia que ontem rodeou todas as casas de activistas num desplegue de carros, carrinhas e centenas de agentes, exigiu-lhe que retirasse a bandeira. Sultana respondeu: Não tiro a bandeira do meu país é a minha honra! Venham retirá-la se são homens!

Em 2007 Sultana Khaya foi victima de agressão e violência por parte das autoridades de ocupação que lhe arrancaram um olho com golpes de bastão, esteve vários dias no hospital sem qualquer assistência e com maus tratos por parte do pessoal hospitalar que é composto apenas por colonos marroquinos.

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Saharauis exigem a independência

Cientos de saharauis salieron a la calle en El Aaiún, exigiendo la independencia y salida de Marruecos del territorio

Esta sexta-feira, 30 de Junho, centenas de saharauis sairam à rua no bairro de Casa Piedra em El Aaiún, territórios ocupados do Sahara Ocidental exigindo a independência e saída de Marrocos que ocupa ilegalmente este território desde 1975.

As forças de ocupação marroquinas investiram contra os manifestantes tendo provocado dezenas de feridos.

As manifestações da população saharaui pela autodeterminação são constantes desde o início da intifada pacífica em 2010.

A comunidade internacional continua a não querer ouvir o clamor dos saharauis que utilizam todas as formas de resistência não violenta desde, 1991, data da assinatura do cessar fogo.

Marrocos desrespeita o acordo assinado e continua a impedir a realização do referendo da autodeterminação, e ao mesmo tempo inunda o território com colonos e forças militares, paramilitares, policiais e agentes dos serviços de inteligência, reprimindo a população saharaui e recorrendo aos métodos do apartheid para marginalizar, empobrecer e controlar.

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Hamadi Naciri entra em coma ao 13º dia de greve de fome

No sábado, 30 de Abril, Hamadi Naciri entrou em coma após 13 dias de greve de fome e fui levado às urgências do hospital de Smara.

Hamadi Naciri e Gabal Jouda, iniciaram uma greve de fome aberta em frente ao edifico da administração de Smara contra as represálias arbitrárias que têm sofrido devido à sua condição de activistas saharauis e contra a política de apartheid promovida pelo regime de ocupação marroquino a 17 de Abril passado.

Hamadi Naciri, Presidente da Organização Freedom Sun para a Protecção dos Defensores dos Direitos Humanos Saharauis e a Sra. Gabbal Jouda, membro fundador da mesma organização, reivindicam o respeito pelos seus direitos sociais e económicos que lhes são negados pelo regime de ocupação e apartheid marroquino.

Os dois activistas esperam com esta acção alertar a comunicação social para os problemas diários de sobrevivência da população saharaui, entre os quais o deslocamento forçado para território marroquino através da recolocação laboral e o controle da alimentação.

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Mais de uma centena de vídeos mostram a violação sistemática dos direitos humanos por Marrocos no Sahara Ocidental

Fonte: Watching Western Sahara

Após de analisar mais de uma centena de vídeos gravados clandestinamente por jornalistas saharauis no Sahara Ocidental, uma equipe internacional de especialistas em verificação de vídeo encontrou um padrão de violações sistemáticas dos direitos humanos cometidas por Marrocos contra a população saharaui.

Estas violações incluem o uso de brutalidade policial e intervenções violentas contra saharauis que se manifestam pacificamente para exigir os seus direitos básicos: o acesso à educação, emprego, liberdade de expressão e de reunião e, acima de tudo, a autodeterminação, através da realização de um referendo há muito prometido para acabar com mais de 41 anos de ocupação marroquina do Sahara Ocidental.

Na véspera da votação do Conselho de Segurança das Nações Unidas, neste mês de abril, para renovar o mandato da sua missão de paz no território, a equipe Watching Western Sahara publica o seu primeiro relatório anual resumindo 12 meses vídeos gravados e compartilhados por testemunhas oculares e ativistas de vídeo.

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