O crime em curso de genocídio no Sahara Ocidental por Marrocos

PUSL .- Após a invasão do Sahara Ocidental em 1975 pelo Reino Marroquino e até ao acordo de cessar-fogo em 1991, uma lista interminável de crimes de guerra foi cometida pelos invasores marroquinos contra a população civil saharaui, entre eles o bombardeio com Napalm e Fósforo Branco da população civil, civis lançados de aviões, massacres e assassinatos em massa, desaparecimentos forçados, encarceramento em prisões secretas e tortura de crianças, mulheres e homens, entre outros.

Seria de esperar que, com o acordo de cessar-fogo assinado pelo Reino Marroquino e pela Frente Polisario, o representante legítimo dos saharauis, sob os auspícios das Nações Unidas e da União Africana e com a presença de uma Missão da ONU (MINURSO) no terreno, o Genocídio iria parar, mas não é o caso.

O Reino de Marrocos não apenas não respeita a assinatura do cessar-fogo, tenta ocupar continuamente a região de Guergarat, ampliando a área do território ocupado, mas também ataca a população civil, rouba os recursos naturais e faz acordos comerciais ilegais. O Reino não pára por aí, no entanto, também expulsou funcionários da MINURSO sem qualquer represália do conselho de segurança.

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76 organizações denunciam e condenam a ocupação marroquina e genocidio do povo Saharaui em carta ao Conselho de Segurança

Aos honoráveis membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Desde 19 de julho de 2019, a cidade ocupada de El Aaiun, no Sahara Ocidental, foi sitiada e a população saharaui está sob um ataque brutal das forças marroquinas. Esta escalada da situação no terreno deve-se ao silêncio da comunidade internacional e, em particular, à ausência de um mandato que inclua um mecanismo para a proteção da população civil na MINURSO.

Até mesmo crianças foram brutalmente espancadas e vítimas de detenção arbitrária. Ninguém está seguro. As forças de ocupação marroquinas usaram bastões, gás lacrimogêneo, canhões de água, balas de borracha e pedras. Centenas de membros das forças de segurança marroquinas, incluindo policiais, gendarmes e forças paramilitares, participaram dos ataques violentos que causaram centenas de vítimas. Ataques e incursões de noite e dia nas casas dos saharauis, com a destruição dos seus pertences e prisões arbitrárias, continuam. Pessoas feridas não podem ir ao hospital por medo de serem presas imediatamente. Em 20 de julho, a saharaui de 24 anos, Sabah Othman Ahmeida, foi atropelada por um veículo das autoridades marroquinas e, como resultado, sofreu ferimentos que lhe causaram a morte.

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Marrocos continua com detenções e rusgas em El Aaiun

PUSL.- Segundo várias fontes no terreno, a cidade de El Aaiun no Sahara Ocidental ocupado, continua a ser palco de detenções, identificação e rusgas a casas de saharauis.

As autoridades de ocupação marroquinas desde 19 de Julho que mantêm a cidade de El Aaiun e outras cidades dos territórios ocupados sob um controle extremo tendo transferido milhares de membros das várias forças policiais, militares, paramilitares e auxiliares que se juntaram ao enorme contingente presente.

“Não podemos ser vistos nas ruas, a policia continua a fazer buscas e a deter jovens saharauis, querem ficar com o máximo de nomes nas suas listas e mais tarde irão utilizar muitas destas detenções arbitrárias e identificações para nos levar a tribunal a seu belo prazer.” T, 17 anos.

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Autoridades marroquinas invadiram a oração fúnebre do conhecido rapper saharaui FLITOX

PUSL.- Sexta-feira, 28 de junho, as autoridades marroquinas invadiram a mesquita de El Aaiun, no Sahara Ocidental ocupado, para impedir que a população saharaui participasse nas orações fúnebres de Said Uld Lili.

Said Lili, era um rapper saharaui conhecido como FLITOX, as suas canções defendiam a independência do Sahara Ocidental e ele participou num documentário sobre a realidade da ocupação ilegal do Sahara Ocidental por Marrocos.

Lili morreu no domingo, 23 de junho, numa tentativa de emigrar para as Ilhas Canárias com um grupo de 36 pessoas numa pequena embarcação. 20 outros companheiros de viagem morreram nesta tentativa. A sua morte e dos seus companheiros de barco ocorreu em circunstâncias misteriosas e nenhuma investigação foi iniciada.

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Ali Al-Taluki, activista saharaui, condenado a um ano de prisão pelo tribunal de Smara

PUSL.-Ali Al-Taluki foi condenado ontem a um ano de prisão pelo tribunal de Smara, territórios ocupados do Sahara Ocidental. O jovem foi acusado de “agredir funcionários durante o desempenho das suas funções, participar numa manifestação e estar em pose de uma arma”.

A acção brutal de um comando paramilitar marroquino contra Al-Taluki e dois outros activistas está documentada em vídeo e é prova que toda a acusação se baseia em falsas declarações da policia.

As autoridades marroquinas espancaram brutalmente os três activistas saharauis na recepção do preso político e jornalista Salah Lebsir, que foi libertado a 7 de Junho. Os activistas saharauis foram de imediato detidos e presentes a tribunal posteriormente.

Após a intervenção brutal em Smara Salik Mubarak Abdi e Walid al-Salik Albatal foram transferidos a 10 de Junho para a cidade de El Aaiun e presentes ao tribunal de recurso ao juiz de instrução.

Ali Al-Taluki foi presente ao tribunal de Smara no mesmo dia. Read more

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LIBERTADO SAHARAUI DETIDO E TORTURADO POR FILMAR NEGLIGÊNCIA MÉDICA

PUSL.- Souieh El Bachir foi libertado ontem às 17h00, após 3 dias de detenção arbitrária.

EL Bachir detido pela policia no Domingo às 16h00 no hospital Ben El Mehdi, em Aaiun, Sahara Ocidental Ocupado por filmar uma Saharaui que estava a protestar devido ao facto dos médicos do hospital se recusaram a tratar o seu filho com queimaduras graves e ao qual não foram sequer prestados os primeiros socorros.

El Bachir que se encontrava no hospital e presenciou esta situação começou a gravar o que estava a suceder.

De imediato a policia detém El Bachir que foi levado para a esquadra onde foi torturado pela policia e detido durante 73horas.

No dia 18 de Junho El Bachir foi levado ao procurador do Rei.

O vídeo captado poderia provar a nível internacional o que se passa nos hospitais nos territórios ocupados e o genocídio que é praticado diariamente contra o povo Saharaui.

Aguarda-se agora o desenrolar do procedimento judicial de El Bachir. Read more

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Activistas saharauis que foram brutalmente espancados presentes em tribunal

PUSL.- Os três activistas que as autoridades marroquinas espancaram brutalmente na recepção do preso político e jornalista Salah Lebsir, que foi libertado a 7 de Junho, foram detidos e presentes a tribunal.

Após a intervenção brutal em Smara Salik Mubarak Abdi e Walid al-Salik Albatal foram transferidos ontem 10 de Junho para a cidade de El Aaiun e presentes ao tribunal de recurso ao juiz de instrução.

Ali Al-Taluki foi presente ao tribunal de Smara no mesmo dia.

Salik Mubarak Abdi e Walid al-Salik Albatal encontram-se agora detidos na prisão negra de El Aaiun nos territórios ocupados do Sahara Ocidental.

Segundo várias fontes os três activistas cujo ataque foi filmado encontram-se em estado de saúde grave e foram posteriormente torturados pelas autoridades marroquinas.

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JOVEM SAHARAUI IMPEDIDO DE TRATAMENTO MÉDICO E DETIDO PELAS AUTORIDADES MARROQUINAS

PUSL.- Segundo ativistas saharauis dos direitos humanos, as autoridades de ocupação marroquinas prenderam Eyub Ali Buyema, um jovem saharaui no aeroporto de Casablanca para impedi-lo de viajar para tratamento médico hoje para Argel e deteve-o.

Autoridades de ocupação marroquinas prenderam Eyub Ali Buyema no aeroporto de Casablanca quando ele estava a caminho de Argel para receber tratamento médico para os ferimentos que resultaram de um ataque intencional de um carro da polícia que o atropelou em 2018.

O jovem e a sua mãe foram surpreendidos pelas autoridades marroquinas no aeroporto quando estas alegaram que o jovem saharaui tinha um mandado de captura pendente desde 2016.

Esta alegação é fabricada pelas autoridades de ocupação, já que se isso fosse verdade, teriam tido muitas oportunidades de o deter uma vez que ele passou várias semanas no hospital em junho de 2018. O mandado de prisão teria que ter sido emitido quando ele tinha 16 anos de idade e a incapacidade das autoridades marroquinas para encontrar um estudante em El Aaiun por dois anos não é de todo credível.

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Autoridades marroquinas espancaram brutalmente vários saharauis na recepção a um preso político libertado no Sahara ocupado


PÚBLICO.- Um vídeo divulgado pela Equipe Media mostra como um grupo,que eles identificam como forças auxiliares marroquinas, está a atacar três pessoas que foram à cidade de Smara para receber o prisioneiro Salah Lebsir, libertado na última sexta-feira após cumprir quatro anos de prisão por participar de manifestações pacíficas pela autodeterminação do Sahara.

Um grupo de homens armados com varas espancou brutalmente três cidadãos saharauis na cidade de Smara, no Sahara Ocidental, ocupada por Marrocos. Foi isso que a Equipe Media relatou na sua conta no Twitter, onde publicou um vídeo em que se pode ver a agressão que ocorreu na última sexta-feira.

Segundo o site de correspondência diplomática saharaui, três cidadãos saharauis foram interceptados no seu carro por um grupo de agentes das forças auxiliares marroquinas armados com estacas que os atacaram, empurraram-nos para fora e bateram-nos repetidamente.

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Hmad Hamad, activista saharaui ameaçado de detenção e vitima de insultos

PUSL.- O vice presidente da CODAPSO, Hmad Hamad, , deslocou-se esta sexta-feira de El Aaiun para Smara nos territórios ocupados do Sahara Ocidental quando foi detido num posto de controle.

Hamad ia reunir-se com outros activistas saharauis na cidade de Smara quando foi detido no posto de controle à entrada da Cidade durante uma hora.

Os agentes das autoridades de ocupação marroquinas insultaram Hamad chegando a ameaçar que o iriam enviar para a prisão. Os insultos e ameaças sofridos são fruto da sua actividade não violenta como activista da causa saharaui.

Passado uma hora de intensa discussão e a rápida denuncia do que se estava a passar pelos activistas de Smara nas redes sociais, Hmad foi libertado.

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Saharaui de 14 anos preso, espancado e maltratado pela polícia marroquina

PUSL / Jornal Tornado .- M’barek Mohamed Bani, um aluno saharaui de 14 anos, foi vítima de detenção arbitrária no passado sábado, 25 de maio de 2019.

M’barek estava a participar numa manifestação pacífica na cidade de El Aaiun, no Sahara Ocidental ocupado, quando a polícia marroquina o prendeu sem motivo. Não lhe foi mostrado nenhum mandato de captura ou informado sobre as razões de sua prisão e levado para a esquadra de polícia na rua Boucraa.

Após chegar à esquadra, as forças de ocupação marroquinas pegaram no seu telefone e viram seu conteúdo. Quando viram que M’barek usava a bandeira da República Democrática Árabe Saharaui como imagem de perfil, começaram a cuspir na cara dele. Vendo que ele também tinha fotos da Frente POLISARIO, começaram a bater nele com os punhos. O jovem estudante tentou proteger a cabeça e o rosto o melhor que pôde, enquanto um dos policiais o segurava e outros o espancavam.

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